Conecte-se agora

Acre teve 158 mortes violentas entre janeiro e setembro de 2021

Publicado

em

Um levantamento realizado pela Secretaria de Segurança Pública do Estado do Acre (Sejusp) revelou nesta semana que foram registrados, em todo o estado, 158 mortes violentas entre os meses de janeiro e setembro deste ano.

No entanto, os números destacam que em setembro houve uma redução nesses índices, ou seja, o número de casos foi 55% menor do que o registrado em agosto. Somente em setembro, houve 8 mortes violentas, sendo 7 vítimas de homicídio doloso e uma de feminicídio.

O secretário de segurança pública, coronel Paulo César, declarou em entrevista na Rede Amazônica que os números de mortes vêm apresentando uma redução significativa desde o início da gestão, porém, as maiores reduções começaram a partir do segundo semestre de 2020. “Essa redução a gente atribui a três fatores, dentre eles, o fortalecimento do sistema penitenciário, a integração dos serviços de inteligência”, ressaltou.

De acordo com o levantamento, em janeiro ocorreram 17 mortes, fevereiro 18, março 28, abril 19, maio 18, junho 20, julho 12 e em agosto houve 18 óbitos.

Destaque 7

Gladson entregará pessoalmente PL do abono da educação nesta semana, diz Grandidier

Publicado

em

O secretário da Casa Civil, Rômulo Grandidier, que está cumprindo agenda em Brasília (DF) nesta terça-feira, 7, afirmou que o governador Gladson Cameli deverá entregar pessoalmente na Assembleia Legislativa o projeto de lei que concede abono superior a R$ 160 milhões aos servidores da educação. O envio do PL deve ocorrer até a próxima quinta-feira, dia 9.

De acordo com o Grandidier, a decisão recente do Tribunal de Contas do Acre abriu precedentes para que a maioria absoluta dos servidores sejam beneficiados com as sobras dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). “Apesar da decisão liberar, ainda assim existe possibilidade de que alguns fiquem de fora, mas isso está sendo levantado pela equipe da educação. No que depender do governo, ninguém sairá prejudicado. Acredito que em breve teremos os números exatos para que o governador possa divulgar”, pontuou.

Apesar da decisão do TCE, Grandidier ressaltou que o Tribunal de Contas da União (TCU), ainda não se manifestou sobre o caso já que todos os Estados e municípios brasileiros concederam esse abono. “Existe uma expectativa que o TCU não se manifeste agora, esperamos que ele siga o mesmo entendimento do Tribunal de Contas. Esperamos levar esse PL para Aleac ainda esta semana para aprovação em caráter de urgência para fazermos o pagamento até o dia 30 de dezembro”, explicou.

Continuar lendo

Destaque 7

Tarifa aérea média aumenta 10,6% no terceiro trimestre no Acre

Publicado

em

A tarifa aérea média doméstica no terceiro trimestre de 2021 foi de R$ 529,93 no Brasil. No Estado, de acordo com o Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas do 3º Trimestre de 2021, o aumento médio foi de 10,6% em comparação ao ano passado, saindo de pouco mais de R$614 para R$679.

O relatório foi divulgado neste começo de dezembro pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

No País, o valor equivale a um aumento de 45,3% em relação ao mesmo período de 2020. Já o Yield Tarifa Aérea Médio Doméstico Real foi de R$ 0,3986, com aumento de 57,1% em relação ao 3º trimestre do ano anterior.

No período de janeiro a setembro de 2021, 5,1% das passagens foram comercializadas com tarifas aéreas abaixo de R$100,00 e 42% abaixo de R$ 300,00. As passagens acima de R$ 1.500,00 representaram 2,2% do total.

Entre as principais empresas brasileiras, que representaram 99,5% da demanda por transporte aéreo doméstico de passageiros, em comparação com o 3º trimestre de 2021 do mesmo período do ano anterior, as Tarifas Aéreas Médias Domésticas Reais da Azul, da Gol e da Latam subiram 37,2%, 54,2% e 44,1%, respectivamente. O comportamento do Yield Tarifa Aérea Médio Doméstico Real seguiu a mesma tendência para cada empresa, em que o índice das empresas Azul, Gol e Latam aumentaram, respectivamente, 42,6%, 79,2% e 48,4%.

Quanto aos indicadores relacionados aos custos mais significativos da indústria, o contexto do 3º trimestre de 2021, comparado ao mesmo período do ano anterior, continua marcado pela pandemia de Covid-19. Nesse cenário, houve aumento no preço do combustível de aviação correspondente a 56,6% em relação ao 3º trimestre de 2020; a taxa de câmbio foi 2,8% inferior a esse período; a inflação acumulada nos últimos 12 meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), correspondeu a 10,25%, superando a meta estipulada pelo Banco Central do Brasil, de 3,75% para o ano de 2021; o Produto Interno Bruto (PIB) subiu 4%; e as empresas aéreas mantiveram reduzida a oferta de voos para adequar a malha aérea à realidade de demanda. Em relação ao mesmo período de 2020, a oferta do 3º trimestre de 2021 aumentou 132%, mas ainda é 19,8% menor que a oferta do 3º trimestre de 2019.

Continuar lendo

Destaque 7

Alan passa por cirurgia de retirada de tumor benigno, em Brasília

Publicado

em

O deputado federal, Alan Rick, usou as redes sociais neste domingo, 5, para comunicar aos amigos que passou por uma cirurgia para retirada de um tumor localizado no epicôndilo lateral do fêmur direito.

De acordo com o parlamentar, o tumor era benigno e a cirurgia foi realizada na última sexta (03).

Na publicação, Alan que ainda se encontra internado em Brasília (DF), agradeceu toda a equipe médica pelos serviços.

“Continuo no hospital em observação. Grato a Deus por estar muito bem acompanhado da Michelle e do Pedro”, escreveu o parlamentar.

Continuar lendo

Destaque 7

Acre tem redução de 3% em focos de queimadas, diz Inpe

Publicado

em

A atualização desta sexta-feira (3) da plataforma online do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostra que o bioma amazônico acumula 73.789 focos de incêndio entre 1º de janeiro e 3 de dezembro de 2021.

Somente em novembro foram registrados 5.779 focos na Amazônia. O número referente ao mês de novembro indica uma queda de 50% em relação ao mês anterior, que teve 11. 549 focos, e representa o reflexo da chegada das chuvas na maior parte do país.

Entre os estados amazônicos, o Acre é o sétimo colocado no número de queimadas, com 8.827 focos, atrás do Pará, com 22.371; Mato Grosso, com 22.327; Maranhão, com 15.072; Amazonas, com 14.811; Rondônia, com 10.000; e Tocantins, com 9.965 focos.

Com relação ao ano passado, o Acre tem o registro de 3% a menos no número de focos de queimadas. Em 2020, foram 9.182 focos entre 1º de janeiro e 1º de dezembro. O estado tem um dos seus municípios, Feijó, entre os 10 do Brasil que mais acumularam focos de queimadas em 2021 – foram 1.520 focos até agora.

Neste ano, o Acre viveu o seu pior momento, quanto aos efeitos das queimadas, em setembro, quando houve o pico dos registros, fazendo com que o estado registrasse os piores índices do país por diversas vezes. A situação só começou a melhorar a partir de outubro, quando a estação chuvosa se consolidou.

As chuvas foram muito bem-vindas pela população acreana, que desde julho enfrentava os dissabores da alta temporada do fogo respirando um ar altamente poluído pela fuligem das queimadas que anualmente tomam conta de todas as regiões do estado. Neste ano, o Acre passou cerca de três meses sem o registro de chuvas efetivas.

Há cerca de uma semana, em conversa com apoiadores, o presidente Jair Bolsonaro voltou a minimizar as notificações de focos de queimadas feitas pelo INPE ao dizer que “quando acende uma fogueira de São João na Amazônia”, afirmam que a floresta “está pegando fogo”.

Posteriormente, em entrevista a uma emissora de TV, novamente Bolsonaro disse que “floresta úmida não pega fogo” e que grande parte dos focos registrados na região “é o ribeirinho, o índio, o caboclo, que tacam fogo lá”.

Continuar lendo

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas