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Acre apresenta estabilidade em casos de síndrome respiratória grave, diz Fiocruz

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Foto: Reprodução

A incidência de casos e óbitos causados por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no estado do Acre manteve-se estável na semana encerrada em 16 de outubro, conforme informou o boletim InfoGripe, divulgado nesta quarta-feira, 20, pela Fundação Oswaldo Cruz.

O Acre é um dos 11 estados brasileiros em que há tendência de queda na análise das últimas seis semanas (longo prazo). Além dele, estão: Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo e Distrito Federal.

Ao contrário disso, das 27 unidades federativas, nove apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Alagoas, Amapá, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. Como tal crescimento é recente, ele ainda é considerado compatível com uma oscilação dentro da estabilidade, avalia o boletim.

A capital do Acre, Rio Branco, também está fora do grupo em que o nível de transmissão comunitária ainda é considerado alto: Aracaju, Belém, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Fortaleza, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Teresina e Vitória. Segundo a pesquisa, nenhuma capital apresenta transmissão em nível extremamente alto.

De acordo com o boletim, o cenário atual aponta para indícios de estabilidade na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e de crescimento leve na tendência de curto prazo (últimas três semanas), o que ainda é considerado compatível com um quadro geral de estabilidade.

Os casos da síndrome são acompanhados por pesquisadores como um dos parâmetros para monitorar a pandemia de covid-19, já que o SARS-CoV-2 foi o responsável por 96,6% dos 673 mil casos de SRAG causados por vírus em 2021 e por 98,8% dos 413 mil que foram registrados em 2020.

Cotidiano

Duarte diz que suas falas acerca do “Papai Noel Gay” não podem ser consideradas crimes de homofobia

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O deputado estadual, Roberto Duarte (MDB), usou as redes sociais nesta terça-feira, 7, para falar do pedido da procuradora de Justiça, Patrícia Rêgo, de abertura de procedimento para apurar a responsabilidade do parlamentar por eventuais crimes de homofobia.

Na peça enviada a atual Procuradora-Geral de Justiça, Katia Rejane, o prefeito também é denunciado por possível ato de homofobia e improbidade administrativa por conta de suas falas em relação ao projeto do “Papai Noel Gay”, que acabou não sendo contemplado pela Fundação Garibaldi Brasil (FGB).

Na publicação, o parlamentar reiterou que não é homofóbico e destacou que ficou ‘pasmo’ ao receber a notícia que o MPAC abriria procedimento investigativo acerca de suas declarações.

“Na homofobia, o que se destaca é o ódio, a aversão ou/e o medo que gera uma conduta de violência contra o indivíduo, ferindo sua dignidade enquanto ser humano. A sua definição não alcança a opinião e a crítica por não tocar o limite da liberdade, integridade, saúde e dignidade do indivíduo. A crítica ou o direito de opinião não pode ser considerado homofobia, pois não é violência. Reitero que não sou homofóbico”, escreveu.

Em outro trecho, Duarte afirmou que segue na defesa incondicional em favor da família e dos princípios cristãos, contra a erotização infantil, contra a descriminalização da pedofilia e contra diversas atrocidades que buscam impor ou destruir a dignidade, a cidadania das pessoas, direitos imprescindíveis para a construção de uma sociedade que se quer livre, justa e igualitária, independente da raça, cor, religião, opinião política, sexo ou da orientação sexual.

“Pergunto: Se a militância LGBTQ+ luta por direitos e respeito, por que não o faz sem atacar ou desrespeitar a igreja ou crença religiosa da população? Por que precisam eivar elementos sacros? Qual a necessidade dessa agressão gratuita e desnecessária que só comprova a má intenção de certos militantes ávidos em implantar a ditadura do homossexualismo? É possível se manifestar com inteligência e respeito. Chega de hipocrisia por parte desta minoria. O que mais pedem é respeito e o que menos fazem é respeitar”, escreveu.

“Por fim, afirmo que sou responsável por todas as minhas manifestações e seguirei convicto em defesa das minhas crenças religiosas, contra atos abomináveis que tentam aliciar, confundir e perverter a inocência de nossas crianças”, acrescentou.

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Cotidiano

Procon inicia operação Boas Festas na próxima semana no Acre

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Com o objetivo de fiscalizar a ação de comerciantes e evitar o abuso no aumento de preços das mercadorias no final de ano, bem como a falta de notas fiscais e baixa qualidade do produto negociado, o Instituto de Defesa do Consumidor (PROCON) do Acre dará início na próxima segunda-feira, dia 13, à Operação Boas Festas.

De acordo com a presidente do órgão, Alana Albuquerque, a fiscalização será tão rigorosa quanto as demais. Porém, desta vez, o PROCON atuará como uma espécie de mediador entre os compradores e comerciantes.

“Vamos saber se estão sendo atendidos todos os requisitos para uma bom atendimento, dentre os quais a expedição de nota fiscal no ato da compra, garantia de boa qualidade nos produtos, se o sistema de troca está mesmo funcionando e outros”, comentou Alana.

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Cotidiano

Justiça do Acre funciona em regime de plantão nesta quarta-feira

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O Poder Judiciário brasileiro comemora nesta quarta-feira, 8, o Dia da Justiça. A data foi criada pelo Decreto-Lei nº 8.292 de 1945. Com isso, o expediente forense fica suspenso nos órgãos jurisdicionais e administrativos do Poder Judiciário do Acre. Os serviços ocorrem em forma de plantão, tanto na instância de 1º quanto na de 2º Grau.

A data que celebra o Dia da Justiça tem o objetivo de homenagear o Poder Judiciário brasileiro e todos os profissionais responsáveis em fazer com que a justiça seja cumprida com imparcialidade.

Para celebrar a data, o sistema judiciário do Brasil, o Tribunal de Justiça do Acre celebrará solenidade de hasteamento das bandeiras às 8h, no Centro Cultural Palácio da Justiça, símbolo da história do Poder Judiciário do Acre.

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Cotidiano

Prefeitura de Xapuri vai reavaliar se festa de réveillon irá acontecer no município

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Após o governador Gladson Cameli anunciar que não realizará mais a tradicional festa do réveillon, que na capital ocorreria em uma parceria com a prefeitura, em Xapuri o festividade também poderá ser excluída da programação de fim de ano, segundo a chefia de gabinete do prefeito Bira Vasconcelos.

O chefe de gabinete, João Ribeiro de Freitas, disse que a notícia pegou a prefeitura de surpresa e confirmou que haverá uma nova reunião entre o prefeito e o Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 para seja tomado um novo posicionamento, mas enquanto isso, o réveillon continua confirmado em Xapuri.

A expectativa pela tradicional festa de virada do ano na praça central de eventos é enorme por parte da população xapuriense, uma vez que na última virada de ano não houve a festa de confraternização em decorrência da pandemia que à época acelerava os índices de contaminação e óbitos na cidade.

O secretário de saúde de Xapuri, Wagner Menezes, também se posicionou a respeito do assunto. Ele disse que aguarda novas instruções por parte da prefeitura e do Comitê de Combate à Covid-19 para que uma decisão definitiva a respeito da realização ou não das festividades de fim de ano seja tomada.

“Há uma grande preocupação com a nova variante da doença, mas a cidade passa por um momento de tranquilidade, tendo sido registrado apenas um caso nos últimos três meses. É necessário acompanharmos o comportamento da doença, para termos uma definição a respeito da festa de final de ano”, disse.

“Quem não tomou a vacina é bom tomar”

No caso do governo do estado, o governador Gladson Cameli afirmou que a desistência do réveillon nada tem a ver com pressão política, mas com o objetivo de preservar vidas, postura que ele têm defendido desde o começo da pandemia no Acre, em março do ano passado. “Eu não vou colocar a vida das pessoas em risco, não vou cancelar por pressão. Mas também não quero correr riscos de que depois o pior possa acontecer”, ressaltou.

Questionado se pretende cancelar o carnaval, em fevereiro de 2022, Cameli disse que deverá esperar que o número de casos da doença venha ou não se propagar, contudo, a princípio, não pretende cancelar o evento. “O carnaval eu não vou cancelar não, quem não tomou a vacina é bom tomar”, advertiu.

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