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Sem mortes, Acre confirma apenas um novo caso de Covid-19

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O estado do Acre confirmou apenas um novo caso se Covid-19 nesta terça-feira (19). Segundo a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), o número de infectados aumentou para 88.011, em todo o estado.

O Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) informou ainda que nenhuma notificação de óbito foi registrada nesta terça, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 permaneça em 1.842 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 248.721 notificações de contaminação pela doença, sendo que 160.659 casos foram descartados e 51 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 86.064 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 13 seguiam internadas até o fechamento deste boletim.

Os dados da vacinação contra a Covid-19 no Acre podem ser acessados no Painel de Monitoramento da Vacinação, disponível no endereço eletrônico: http://covid19.ac.gov.br/vacina/inicio. As informações são atualizadas na plataforma do Ministério da Saúde (MS), ficando sujeitas a alterações constantes, em razão das informações inseridas a partir de cada município.

Acre

Desemprego cai no Acre, mas ainda é maior que a média nacional

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O desemprego recuou no Acre no 3º trimestre de 2021, saindo de 16,3% da população em idade de trabalhar para 13,8% -redução de 2,5% no período.

O dado foi divulgado nesta terça-feira (30) pelo IBGE na nova série da PNAD Contínua, que foi reponderada devido a, entre outros fatores, a mudança na forma de coleta de pesquisa, durante a pandemia de Covid-19. A nota técnica do IBGE sobre essa reponderação pode ser acessada no portal do instituto.

No País, a taxa de desocupação do país no 3° trimestre de 2021 foi de 12,6%, com quedas de 1,6 ponto percentual ante o 2º trimestre de 2021 (14,2%) e de 2,2 pontos percentuais frente ao 3º trimestre de 2020 (14,9%).

A taxa nacional é menor que a do Acre em cerca de 1%.

Frente ao trimestre anterior, a taxa de desocupação recuou em 20 das 27 unidades da Federação. As maiores taxas foram em Pernambuco (19,3%), Bahia (18,7%), Amapá (17,5%), Alagoas (17,1%) e Sergipe (17,0%) e as menores, em Santa Catarina (5,3%), Mato Grosso (6,6%), Mato Grosso do Sul (7,6%), Rondônia (7,8%) e Paraná (8,0%).

A taxa de desocupação foi de 10,1% para os homens e 15,9% para as mulheres, e ficou abaixo da média para brancos (10,3%) e acima desta para pretos (15,8%) e pardos (14,2%). A taxa para pessoas com nível superior incompleto (14,3%) foi mais que o dobro da verificada para aqueles com nível superior completo (6,3%).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) foi de 26,5%. As maiores taxas foram do Maranhão (43,0%), Piauí (42,7%), Sergipe (42%), Bahia (41,1%), Alagoas (40,8%) e as menores, de Santa Catarina (9,9%), Mato Grosso (12,9%) e Rondônia (16,9%).

O número de desalentados foi de 5,1 milhões de pessoas. O percentual de desalentados na força de trabalho ou desalentada foi de 4,6%. Maranhão (17,6%) e Alagoas (15,1%) tinham os maiores percentuais e Santa Catarina (0,7%), Mato Grosso (1,2%) e Rio Grande do Sul (1,4%), os menores.

O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada era de 74,1% dos empregados do setor privado no país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (89,2%), Rio Grande do Sul (82,9%), São Paulo (81,8%) e Paraná (80,9%) e os menores, no Maranhão (49,6%), Pará (52,0%), Sergipe (52,8%) e Piauí (54,0%).

O percentual da população ocupada trabalhando por conta própria foi de 27,4% no país. Amapá (38,2%), Amazonas (36,4%) e Pará (36,1%) mostraram os maiores percentuais e Distrito Federal (21,5%), São Paulo (23,4%) e Mato Grosso do Sul (24,2%), os menores.

A taxa de informalidade para o país foi de 40,6% da população ocupada. As maiores taxas foram no Pará (62,2%), Amazonas (59,6%) e Maranhão (59,3%) e as menores, em Santa Catarina (26,6%), São Paulo (30,6%) e Distrito Federal (31,8%).

No Brasil, o rendimento médio real mensal habitual no 3º trimestre de 2021 foi de R$ 2.459, recuando frente ao trimestre anterior (R$ 2.562) e ante o mesmo trimestre de 2020 (R$ 2.766). Frente ao trimestre anterior, o rendimento médio caiu em três UFs: Rio de Janeiro (-11,9%), Amazonas (-6,3%) e Paraná (-5,1%), com estabilidade nas demais. Frente ao mesmo trimestre de 2020, 12 das 27 UFs tiveram queda, com destaque para Roraima (-18,6%), Paraíba (-18%) e Amazonas (-17,2%).

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Acre

Secretário se envolve em confusão e acaba agredindo funcionário

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O secretário de Serviços Urbanos, do município de Plácido de Castro, Marcos Pinho, se envolveu em uma briga com um motorista de patrol, identificado por Amaral, enquanto abastecia os veículos e maquinários em um posto de combustível da região, na manhã de segunda-feira, 29.

De acordo com as informações apuradas pela reportagem, Marcos e o motorista tiveram uma discussão verbal, contudo, o gestor se alterou e acabou dando um chute e um soco no trabalhador que também reagiu a agressão.

Ao ac24horas, Marcos confirmou a briga, porém, justificou sua atitude. Segundo ele, o motorista chegou no posto alterado e acabou lhe ofendendo, momento em que se iniciou a confusão. “O rapaz [Amaral] veio me cobrar que não havia combustível. Me chamou de Zé Ruela, eu dei um chute, ele me deu uma mãozada e eu revidei”, explicou.

O secretário destacou que a atitude aconteceu no calor da emoção, o que ele considera um erro, porém, Pinho fez duras críticas ao trabalho dos servidores da pasta. “Esse pessoal de dentro da secretaria de obras não acatam ordens, é uma panelinha e querem derrubar a gente”, comentou.

Marcos encerrou a entrevista dizendo que após o episódio conversou com o prefeito Camilo da Silva (PSD) e contou a sua versão dos fatos. “Conversei com o prefeito ele mandou eu ir pra casa, me resguardar pra não acontecer nada. O meu erro foi ter revidado a ação verbal e física. Foi ele que chegou alterado. Ele disse que depois iria conversar e ouvir as duas partes”, concluiu.

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Acre

Esposa de Sargento será investigada por ocultação de arma e agressão

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Em entrevista nesta segunda-feira, 29, a delegada Carla Brito, falou acerca dos andamentos da investigação envolvendo a tentativa de homicídio por parte do sargento Erisson Nery, do trisal, contra o estudante de medicina, Flávio Endres, 30 anos, na madrugada de domingo, 28, em Epitaciolândia. A investigadora foi a responsável pelo pedido de prisão preventiva, acatado pelo juiz de direito, Clovis de Souza Lodi, da Vara da Comarca de Brasiléia, interior do Acre, nesta segunda-feira (29).

Segundo Carla, já foram colhidos depoimentos de pessoas envolvidas na bebedeira e recolhido as filmagens do circuito interno do local do crime.

“Nós conseguimos obter o momento exato de uma desavença entre o casal e, posteriormente, a situação onde a gente visualiza que a sargento Alda vai de encontro a vítima, aparentemente ela está tentando agredi-lo e há um revide, que através das oitivas, vamos identificar se foi um murro ou um empurrão”, explicou.

A responsável pelas investigações estimou um prazo de 10 dias para o encerramento do inquérito envolvendo o sargento Nery. ”A princípio, tentativa de homicídio [Sargento Nery], podendo ser incluído motivo torpe, ausência de possibilidade de defesa da vítima, que são as qualificadoras constantes no tipo de homicídio que vai agravando a pena”, afirmou.

Em outro trecho, a delegada colocou em xeque as alegações da sargento, Alda Redine, que afirmou em redes sociais que teria sofrido importunação sexual por parte do alvejado, o estudante de medicina, Flávio Endres, de 30 anos.

“Em que pese a informação de uma suposta importunação sexual, que a vítima teria feito com relação a sargento Alda, até o momento, em que estou falando com você, a gente não identificou essa situação pelo menos nas imagens que são mostradas, do ambiente interno onde os envolvidos estavam sentados. Nas imagens, é possível ver os momentos das agressões, disparos e o momento em que a sargento Alda também agrediu a vítima”, explicou.

Ao ser questionada acerca do pedido do juiz, Clóvis de Souza, que a Polícia Civil investigue a conduta de Alda Radine por ajudar o marido a fugir do local, a delegada Carla Brito, afirmou que a sargento será alvo de um inquérito por agressão a vítima e também por ocultação da arma de fogo.

“Esse procedimento está em curso e é importante mencionar que de acordo com as imagens que a gente tem, a sargento Alda agrediu a vítima que estava caída no chão, posteriormente, ela tá sendo contida e não participa dos demais desdobramento. Ao final, a sargento Alda tenta tirar a arma da Darlene que depois de um minutos, ela [Alda] consegue reaver a arma, arma essa que não foi apresentada e nem localizada. A informação oficial que eles colocaram nos autos é que não se recordam de onde desfez da arma, enquanto essa informação o sargento Nery optou pelo direito de ficar em silêncio. Entretanto, elas serão inquiridas novamente e esse mandato do judiciário em relação a conduta dela também vai ser apurado. Com relação à questão da voz de prisão é muito claro que não teria condições, ela estava do lado de fora, mas ficou boa parte do tempo sendo contida. Na verdade, ela também acabou sendo autora de uma agressão e isso tá muito bem sendo retratado no vídeo”, afirmou.

“A Darlene afirmou que não sabia onde deixou a arma do crime, entretanto, há um vídeo onde a Alda pega a arma e a trava e depois a gente não tem outro vídeo de sequência. Então, ela por ser policial, não é possível crer que ela se desfez da arma no local e a gente sabe que a última pessoa a pegar essa arma não foi a Darlene”, acrescentou.

Por fim, ao ser questionada sobre o desfecho de Darlene, a delegada afirmou que segundo depoimentos de populares e as imagens colhidas, ela será tratada por enquanto como testemunha. De acordo com a delegada, Darlene foi a única a conseguir tirar a arma das mãos do sargento Nery.

“Segundo relato dos seguranças, ela pediu que chamassem o Samu e ficou perguntando se alguém era médico para socorrer a vítima. A gente ver que naquele momento, ela estava sob efeito de bebidas alcoólicas como os outros dois, mas que naquele momento, foi muito importante ela ter tomado a arma. Analisando as imagens, se ela não tivesse tomado a arma, poderia ter acontecido algo pior. Neste momento, não tem uma investigação aberta contra ela, ela está sendo ouvida como testemunha”, encerrou.

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Acre

Vídeo mostra sargento fora de si e 2ª esposa segurando arma

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O saldo da confusão ocorrida na madrugada do último domingo (28) em um dos ambientes mais bem frequentados das cidades de Epitaciolândia, Brasiléia e Cobija, quando um estudante de medicina foi alvejado com quatro tiros e ainda foi esmurrado quando estava inerte no chão, poderia ter sido ainda pior, pelo que mostram novos vídeos que circulam na internet.

O primeiro de uma sequência de três vídeos mostra o que parece ser o começo do tumulto, ainda dentro do QGIV Gastrobar, quando o sargento Erisson Nery troca empurrões com alguns homens que estão em uma das mesas, sendo contido por seguranças. O relógio da gravação feita por uma das câmeras de monitoramento do local marca o horário de 0h02.

O segundo vídeo é de um telefone celular, feito por um homem que ao mesmo tempo em que filma, narra o que vê. O estudante Flávio Endres já está no chão, ferido, enquanto ao seu lado o sargento Nery, aparentemente descontrolado, tenta agredir um homem que está perto da vítima. O militar resiste às tentativas de um dos seguranças para contê-lo.

O mesmo vídeo mostra o sargento se afastando enquanto uma das esposas do “trisal”, Darlene Oliveira, está quase sobre o estudante com uma pistola na mão. Ela tenta afastar um homem que tenta se aproximar de Flávio e esbraveja. Em seguida, Nery retorna e tenta puxá-la pelo braço chamando-a para ir com ele. Ela resiste e continua a segurar perigosamente a arma.

No terceiro vídeo, Darlene e Alda aparecem abraçadas e conversando, mas com a segunda tentando tirar a arma da mão da primeira. Um homem fora do vídeo pede a arma, mas não é atendido. A gravação se encerra com Alda conseguindo, enfim, tomar a arma da companheira que afirma que a pistola está destravada. “E daí, garota, e daí?”, ela diz.

O sargento Erisson Nery foi preso preventivamente nesta segunda-feira (29) e teve a medida cautelar mantida em audiência de custódia. Ele foi transferido para Rio Branco onde permanecerá no Batalhão Ambiental ou no Batalhão do Bope. Alda Radine deverá ter, a pedido da Justiça, a sua conduta analisada pela PM por ter ajudado o marido a fugir e não ter-lhe dado voz de prisão.

Veja o vídeo:

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