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Apesar de fortes chuvas, Rio Acre continua em Alerta Máximo de estiagem

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas 

A plataforma localizada em Rio Branco registrou elevação de nível na leitura das 6 horas da manhã desta terça-feira (19), com o Rio Acre registrando 2,02 metros na capital acreana, mas ficando ainda abaixo das cotas de estiagem, que são de 3 metros para Alerta e 2,69 metros para Alerta Máximo.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve em vigor o alerta de chuva intensa no Acre até o meio-dia desta terça-feira. Segundo o aviso, que tem grau de “perigo”, em algumas regiões do estado pode chover entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 milímetros ao longo do dia.

Apenas no último sábado, a Defesa Civil Municipal registrou um acumulado de 86,6 mm de chuva em Rio Branco, metade do volume previsto para o mês de outubro, que é de 150,9 mm. No entanto, apesar do índice de precipitação pluviométrica, o Rio Acre ainda não conseguiu sair do nível crítico.

De acordo com as cotas de monitoramento de estiagem da Plataforma de Monitoramento, Análise e Alerta a Extremos Ambientais (TerraMA²), o Rio Acre permanece em Alerta Máximo em Assis Brasil, Brasiléia, Capixaba, Porto Acre e Rio Branco, de acordo com o último boletim (18/10).

A plataforma localizada em Xapuri ultrapassou a média climatológica de 138 mm de chuva esperada para o mês de outubro, registrando 213,2 mm. No entanto, os dados referentes ao nível do Rio Acre no município não estão sendo gerados, aparecendo sob a sigla (S/L) – sem leitura.

O Rio Abunã, em Plácido de Castro, permanece em Observação. Na Bacia do Tarauacá-Envira, os rios Jordão e Tarauacá encontram-se em Atenção. Na Bacia do Purus, o Rio Iaco em Sena Madureira permanece em Alerta Máximo. Segundo a ANA, não houve registro significativo de chuva nas últimas 24 horas.

O Rio Juruá permanece em Alerta Máximo em Porto Walter. Em Cruzeiro do Sul, o rio está cerca de 2 metros acima das cotas de alerta. Segundo a ANA, houve registro significativo de 111,4 mm de chuva em Cruzeiro do Sul e 22,2 mm em Mâncio Lima nas 24 horas que antecederam o último boletim.

Previsão de chuvas

No período de 18/10/2021 a 24/10/2021, o prognóstico do Satélite NOAA/NCEP-GFS/USA indica previsão de chuva com volume acumulado na semana de até 50 mm para as regiões Oeste e Leste do Acre, indicando anomalia positiva, onde as chuvas deverão ocorrer acima do esperado para o período.

As regionais de Feijó e Santa Rosa do Purus podem registrar um acumulado de até 75 mm, também indicando anomalia positiva. Em alguns municípios do Alto e Baixo Acre e do Juruá há previsão de anomalia negativa, onde as chuvas poderão ficar abaixo do esperado para o período.

Os dados acima são da Coordenação de Defesa Civil Municipal de Rio Branco e do boletim divulgado pela Sala de Monitoramento Hidrometeorológico, pelo Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (Cigma) e pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Políticas Indígenas do Acre (Semapi).

Cotidiano

Prefeitura diz que colocará R$ 3,5 milhões em circulação em Xapuri, no mês de dezembro

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Um mês de dezembro melhor que o anterior, com relação às limitações impostas pela pandemia e no dinheiro que deverá circular no município por conta dos pagamentos dos salários dos funcionários e do abono do Fundeb. Essa é a expectativa da prefeitura de Xapuri, que já divulgou um cronograma de atividades para o último e mais esperado mês do ano.

No que diz respeito aos eventos, a prefeitura apoia um projeto musical de valorização das mulheres cantoras de Xapuri, que terá uma apresentação no dia 10 de dezembro. O município também pretende realizar o réveillon neste ano, mas neste ponto o prefeito Bira Vasconcelos faz uma ressalva de que a concretização do evento está sujeita às orientações do Comitê da Covid-19.

“Infelizmente, essa semana nós tivemos um caso de Covid-19, depois de três meses, o que nos deixa em alerta, mas estamos cuidando da situação e estamos com mais de 85% do público-alvo vacinado e acreditamos que vamos conseguir fazer esses eventos com tranquilidade, porém sempre atentos às medidas de prevenção necessárias”, disse o prefeito.

A prefeitura já fez a iluminação natalina da praça Barão do Rio Branco, da igreja de São Sebastião, e nos próximos dias deverá iluminar também a praça Getúlio Vargas, que foi restaurada e reinaugurada neste ano. O local é um dos espaços públicos mais frequentados da cidade, mas que esteve em péssimo estado de conservação durante muitos anos.

Outra expectativa positiva no município neste ano é com relação à economia por conta da previsão de uma maior circulação de dinheiro. Apenas da prefeitura serão cerca de R$ 3,5 milhões com os pagamentos de salários de fim de ano e do abono das sobras do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

“Nossa expectativa é muito boa, a prefeitura está com as suas contas equilibradas, vamos pagar todos os fornecedores. Com esses mais de R$ 3,5 milhões circulando apenas pela prefeitura, além do que circulará pelo governo estadual, Xapuri vai ter um fim de ano bem movimentado e uma recuperação da economia, se Deus quiser”, completou o gestor municipal.

Outra ação que está garantida pela prefeitura de Xapuri neste fim de ano é a campanha Natal Feliz, que distribui todos os anos brinquedos para crianças carentes em todos os bairros da cidade. A atividade é desenvolvida pela Secretaria Municipal de Trabalho e Bem-Estar Social (SEMTABES) com a utilização de recursos próprios do município.

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Cotidiano

Em visita a Miragina, Cameli reafirma apoio ao fortalecimento da indústria acreana

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Com 54 anos de tradição, a Miragina é a mais antiga indústria de alimentos em funcionamento no estado. Nesta terça-feira, 30, o governador Gladson Cameli conheceu as instalações da fábrica, em Rio Branco, e acompanhou todo o processo de produção dos famosos biscoitos, que fazem parte do dia a dia dos acreanos.

Os empresários José Luiz Felício e Abrahão Felício conduziram a visita. Na oportunidade, foi apresentado ao governador o mais novo lançamento da casa, a bolacha Mira, que se junta aos demais produtos de sucesso em vendas da Miragina.

Para Gladson Cameli, o empreendimento é um grande exemplo a ser seguido. O gestor destacou a ousadia da família Felício e falou da relevante contribuição da indústria com o desenvolvimento do Acre em mais de meio século.

“Todo acreano consome os produtos ou, pelo menos, já ouviu falar da Miragina. Isso demonstra a força dessa marca e serve de inspiração para as demais indústrias. O nosso governo tem procurado apoiar a iniciativa privada, porque acreditamos em seu potencial para gerar emprego e renda”, argumentou.

Além de empresário, José Luiz Felício é o atual presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Alimentares do Acre (Sinpal-AC). De acordo com ele, a presença do governador é muito simbólica, pois demonstra o compromisso de Gladson com o fortalecimento da indústria acreana.

“Essa preocupação do governador em querer saber como estão as empresas acaba nos estimulando. O nosso desejo é que as indústrias locais cresçam cada vez mais e contar com o apoio do governo é sempre muito bom”, disse.

Gladson recebe demanda referente a indústria da castanha

Durante a visita, o governador recebeu o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Florestais Não Madeireiros (Sinpflonm), Eder Frank, e do tesoureiro Ary Rodrigues. A falta de competitividade da castanha produzida no Acre norteou a reunião.

Segundo Frank, a carga tributária cobrada pelo governo do Estado sobre a comercialização da oleaginosa é a mais alta da região Norte. “Enquanto Amazonas cobra 0%, Pará 2,4% e Rondônia 5%, o ICMS do Acre é 12%. O principal pedido ao governador é que esse percentual seja revisto e nos dê condições para que a nossa castanha tenha mais saída no mercado”, comentou.

Atualmente, nove indústrias de beneficiamento de castanha estão instaladas no estado. Juntas, são responsáveis pela geração de 510 empregos diretos. Por ano, o Acre produz cerca de 14 mil toneladas do produto. Diante da relevância econômica desta cadeia produtiva, Cameli assegurou prioridade para discutir o tema.

“A equipe econômica do governo já foi acionada no sentido que estude e busque alternativas sobre esse assunto. Nossos empresários não podem ser penalizados por conta da burocracia e estarei acompanhando de perto essa situação para que seja resolvida de uma vez por todas”, expôs.

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Cotidiano

Pit Stop Automotivo e Feirão de Veículos será realizado neste final de semana

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Será realizado neste sábado (4) e domingo (5), em Rio Branco, no estacionamento da Uninorte, a edição do Pit Stop Automotivo e Feirão de Veículos. Os interessados em participar devem doar 1 kg de alimento não-perecível, destinado ao programa Mesa Brasil do Sesc.

O principal objetivo do evento é fomentar a aproximação do público consumidor com os segmentos do comércio atingidos pela pandemia, de modo que a ideia é que, no Pit Stop, o motorista conduza seu veículo a um checkup geral gratuito, além de receber o diagnóstico de manutenção e, por fim, saber quanto precisará investir para manter o automóvel de acordo com os padrões de segurança exigidos.

De acordo com o presidente do Sincopeças, Valdemir Alves Nascimento, o acesso se dará pelo portão da BR-364. “Onde os interessados poderão adentrar, realizar o checkup veicular e passar um dia agradável”.

No Feirão de Veículos, o segmento de concessionárias de veículos novos, sejam eles automóveis ou motocicletas, além das revendas dos seminovos, estarão apresentando produtos com condições e preços além dos observados no dia-a-dia empresarial. Segundo o presidente do Sinvvea, Elvando Albuquerque, esta é uma ótima oportunidade. “Principalmente para aqueles que procuram um automóvel novo ou seminovo em condições diferenciadas”, disse.

O evento conta com o apoio do Sebrae no Acre e da Uninorte, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio/AC), por meio do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos de Rio Branco (Sinvvea) e o Sindicato do Comércio de Peças e Acessórios de Veículos do Estado do Acre (Sincopeças).

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Cotidiano

Mãe, filha e padrasto são condenados por tráfico de drogas no Acre

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Uma família composta por um casal e enteada, foi condenada por tráfico de drogas e associação para o tráfico pelo Juízo da Vara Criminal de Bujari. O casal foi denunciado ainda por posse ilegal de arma de fogo.

O homem deve cumprir de 13 anos e 5 meses de reclusão, em regime inicial fechado, bem como pagar 1590 dias-multa. A mulher foi condenada a 9 anos e 6 meses de reclusão, em regime fechado pelo tráfico e em seguida ela deve cumprir 1 ano e 2 meses de detenção, em regime aberto pela a posse ilegal de armas. Por fim, a enteada foi condenada a 8 anos de reclusão em regime semiaberto e ao pagamento de 1380 dias-multa.

A polícia flagrou o depósito de drogas na residência em março deste ano, quando as três pessoas foram presas em flagrante. Foram apreendidos 2 pacotes de maconha, 31 porções de cocaína e 11 pedras de oxidado, além de um revólver e munições.

O homem teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva, pois já havia sido preso anteriormente por tráfico. Inclusive, era por isso que figurava como alvo da operação policial, já que era conhecida sua continuidade delitiva. O mandado de busca e apreensão foi realizado na casa deste acusado. No entanto, as duas mulheres receberam liberdade provisória até o julgamento.

Na audiência, a enteada disse que não vendia drogas, mas que foi paga para guardá-la. Porém – a partir dos dados extraídos pela perícia realizada em seu celular – foram obtidos relatórios e conversas que desconstruíram essas alegações, sendo confirmada uma atuação organizada e constante em Bujari.

Apesar disso, a mãe também negou as atividades ilícitas, assumiu que tinha arma, porque trabalhava em uma chácara e era perigoso. Contudo, sua participação também restou comprovada, na qual ela recebia ordens diretas de seu marido, sendo a responsável pela compra da droga, recebimento de valores referentes negociação do tráfico e o repasse das ordens aos demais integrantes do grupo.

O réu confessou as atividades do tráfico, tanto no momento presente, quanto no período anterior, quando estava preso e controlava as ações de dentro do presídio.

Com efeito, o juiz Manoel Pedroga afirmou que o réu, por ser reincidente, possui a culpabilidade mais elevada, “porquanto, em pleno cumprimento de pena, livre e consciente, praticou novo delito, o que denota total desprezo com as instituições públicas e com a Justiça”. Para ele, foi negado o direito de recorrer em liberdade.

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