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Lentidão na reversão e relação ruim motivam saída de chefe do Saerb

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O que era apenas uma especulação, se tornou realidade no final da tarde deste sábado, 16. Em uma carta divulgada, primeiramente, aos servidores do Depasa, Pollyana Souza anunciou que não é mais diretora-presidente da autarquia.

Fontes do ac24horas revelaram à reportagem que dois fatores principais contribuem para que a gestão de Pollyana frente à autarquia fosse encerrada. O primeiro é a lentidão no processo de reversão do sistema de água e esgoto de Rio Branco do governo para a prefeitura.

O acordo entre os poderes públicos foi assinado em maio, mas o município não conseguiu se organizar como deveria para receber o sistema. Sem orçamento e sem servidores suficientes, o Saerb não teve condições de receber o sistema no tempo acordado. O jeito foi o prefeito Tião Bocalom fazer um pedido ao governador para que a reversão fosse adiada para janeiro do ano que vem. O início do trabalho de troca de informações entre as comissões criadas para tratar do tema no Saerb e no Depasa foi marcado por atritos entre as duas autarquias. Tanto que o município chegou a enviar um documento ao estado alegando a demora no envio de documentos importantes.

Um outro problema que colaborou para sua saída foi a relação ruim de Pollyana com alguns dirigentes e servidores. O ac24horas apurou que o desgaste era tamanho com os servidores ao ponto de na manhã desta sexta, 15, ocorrer uma discussão extremamente acalorada com uma funcionária.

Na carta de despedida, Pollyana conta que foi quem pediu sua exoneração, apesar do prefeito ter resistido. Enalteceu que sua saída foi totalmente amigável e diz que deu o melhor com as ferramentas que dispunha.

Ainda diz que se coloca à disposição e que aprendeu “pacas” na gestão pública, exaltando a experiência que teve no Depasa. A prefeitura ainda não anunciou o substituto.

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Mesmo com nova variante, governo do Acre garante que réveillon está mantido

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Na sede da Polícia Federal, em Rio Branco nesta sexta-feira, 3, o governador Gladson Cameli (Progressistas) declarou que a festa de réveillon organizada pelo governo, em parceria com a prefeitura da capital, está mantida para o dia 31 de dezembro, mesmo com o surgimento dos primeiros casos da variante ômicron do coronavírus. A programação deve ser divulgada nós próximos dias.

De acordo com o chefe do Palácio Rio Branco, a programação para a festa só não ocorrerá em caso de aumento excessivo de novos casos do coronavírus. “Qualquer situação onde houver aumento que geram incertezas, eu volto atrás e não colocarei em risco a vida da população”, declarou.

Cameli comentou que a nova variante está atingindo a população que optou por não se imunizar com as duas doses da vacina da Covid-19. “Ei tô me baseando naqueles números que mostram que as pessoas que estão sendo atingidas é as que não se vacinaram. Eu estive recentemente na Europa, conversei com especialistas e os casos são culpa dos teimosos e aqui eu respeito as opiniões mas não vou deixar de falar o que penso. Eu sei do esforço que fizemos para trazer vacinas. É melhor ser imunizado, porque sete palmo de terra pesa”, ressaltou.

A variante foi detectada pela primeira vez na África do Sul no final de novembro, essa nova versão do agente infeccioso vem chamando a atenção de especialistas pela quantidade e pela variedade de mutações genéticas. No Brasil, já foram registrados cinco casos.

Por ora, há suspeitas — mas não confirmações — de que essa variante seja mais infecciosa e consiga “driblar” a imunidade obtida após a vacinação ou a recuperação da Covid-19. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera desde a semana passada a ômicron como uma “variante de preocupação”, e um dos motivos é porque ela potencialmente possa provocar mais reinfecções.

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Acre segue com tendência de crescimento de síndromes respiratórias

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Mantendo o previsto nas duas últimas edições, o novo boletim da Fiocruz divulgado nesta quinta-feira (2) indica que o Acre segue tendência de crescimento nas síndromes respiratórias agudas graves pelas próximas semanas.

A mais nova edição do Boletim InfoGripe é referente à Semana Epidemiológica 47 (de 21 a 27 de novembro), e mostra que 13 das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): Além do Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo mostram tendência de crescimento das SRAGs.

Destes, os que mais chamam a atenção são Pará, Ceará e Rio de Janeiro. No dado nacional, embora se mostre como um crescimento leve, podendo ser compatível com cenário de oscilação em torno de valor estável, a análise por faixa etária indica se tratar de aumento em todas as faixas etárias abaixo de 60 anos. A análise foi feita tendo como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até 22 de novembro.

De acordo com o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, ”na população com 30 anos ou mais o crescimento é relativamente pequeno, sendo mais expressivo e presente desde novembro em crianças, adolescentes e jovens adultos (20-29 anos)”. No caso das crianças (0-9 anos), os resultados laboratoriais associados a esses casos seguem apontando predomínio de vírus sincicial respiratório (VSR), que acompanha a tendência de aumento de SRAG nessa faixa etária. No caso dos adolescentes (10-19 anos) e jovens adultos (20-29 anos), se mantém majoritariamente associados à Covid-19.

Embora mais da metade das 27 unidades federativas apresentem sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a semana 47, em parte delas o cenário de crescimento recente ainda é compatível com oscilação em torno de um valor estável.

Rio Branco está fora da lista de capitais com tendência de aumento das SRAGs nas próximas semanas.

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Bolsonaro comemorou quando Lula foi solto, diz Moro

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O ex-juiz Sergio Moro (Podemos) disse nesta quinta-feira (2) que o presidente Jair Bolsonaro (PL) comemorou quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi solto da prisão, em 2019. Em entrevista à Jovem Pan Paraná, o ex-ministro da Justiça afirmou que Bolsonaro não tentou reverter a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, por 6 votos a 5, pôs fim à prisão de condenados em segunda instância.

No dia seguinte à decisão da Corte, o petista foi solto na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Curitiba, após determinação da Justiça Federal.

“O que a gente sabia é que o Planalto, o presidente comemorou quando o Lula foi solto em 2019 porque ele entendia que aquilo beneficiava ele literalmente. Então, ele não trabalhou para manter a execução em segunda instância”, disse Moro.

Ainda conforme o ex-juiz, Bolsonaro começou a sabotar todas as suas ações no ministério. O presidente também não teria cumprido com a palavra de que ninguém, mesmo membros do governo, seriam poupados de quaisquer investigações.

“Ele não fez nada disso. Ao contrário, começou a sabotar o que eu fazia. Até que chegou em um momento que eu simplesmente saio [do ministério]”, afirmou.

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Pesquisa Big Data põe JV em primeiro na disputa para o Senado

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A pesquisa do Instituto Real Time Big Data, contratado pela TV Gazeta, divulgada nesta quinta-feira, 2, também aferiu a preferência do eleitorado acreano para disputa da única vaga ao senado em 2022. De acordo com os números estimulados, o ex-senador Jorge Viana (PT), aparece na frente com 22%, seguido por Alan Rick (DEM) com 15%, Márcia Bittar (sem partido) com 13% e Jéssica Sales com 12%.

A atual senadora Mailza Gomes (PP) e a deputada federal Vanda Milani (Solidariedade) aparecem empatadas com 3% e o advogado Sanderson Moura (PSOL) surge com 2%. Leandro Bezerra (Cidadania) não pontuou. Brancos e nulos marcaram 18% e não souberam e não responderam registraram 12%. Os números espontâneos e a rejeição dos candidatos não foram divulgados.

A pesquisa foi realizada entre os dias 29 e 30 de novembro e ouviu 600 pessoas nos municípios de Rio Branco, Brasiléia, Sena Madureira, Senador Guiomard, Plácido de Castro, Xapuri e Porto Acre, Cruzeiro do Sul, Feijó, Tarauacá, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo e Rodrigues Alves. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

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