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Falhas em aulas e “prato com mocotó” influencia deputado a se negar a defender governo

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O retorno oficial das aulas divulgado pelo governo do Estado nesta semana gerou um debate tenso na sessão da Assembleia Legislativa desta quarta-feira, 6. O primeiro a tocar no assunto foi o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) que citou que as escolas estão sem energia, merenda e outros problemas estruturais.

Magalhães citou as três maiores escolas de Feijó, Raimundo Araújo, Nanzio Magalhães e José Gurgel, que não iniciaram o ano letivo como se previa. “Caiu uma bomba? Houve fato extraordinário, um temporal? Problema com corpo docente? Não. O que houve é que não consertaram a subestação de energia elétrica”, disse. Ele revelou que em outras escolas está faltando merenda e onde tem estão servindo bolacha com Ki-Suco.

Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

“As escolas estão pedindo açúcar emprestado nas tabernas para adoçar o suco artificial. Mas isso não é privilégio de Feijó, porém ocorre no Estado todo. Faltam professores e não foram tomadas providências básicas após muito tempo de ano letivo paralisado”, relata o parlamentar comunista.

O discurso do parlamentar do PCdoB foi endossado pelo deputado petista Daniel Zen (PT), que afirmou que o governo do Acre parece “uma piada pronta”. Ele lembrou o que falou na terça-feira (5) acerca dos problemas para a retomada das aulas presenciais na rede estadual de ensino.

Zen citou a postagem da secretária de Educação, Socorro Neri, que teria experimentado a merenda servida em escola da capital, cujo cardápio do dia seria à base de risoto com maxixe, feijão e mocotó.

Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

“Esse prato sequer existe. O que constava para ser servido ontem era mingau de banana”, afirmou Zen ao contrapor Socorro Neri.

O deputado da base governista, Cadmiel Bonfim (PSDB), comentou sobre a situação das escolas em Feijó.

Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

“Fica difícil fazer a defesa e eu não tiro a razão da oposição, pois avisei”, disse. “A gente faz as cobranças e depois fazer o quê?”, pergunta, concordando com a denúncia de Edvaldo Magalhães quanto ao caos escolar para retomada das aulas em Feijó.

O líder do governo, deputado Pedro Longo (PV),rebateu as críticas da oposição afirmando que o governo nunca disse que seria fácil o retorno das aulas.

Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

“Estamos voltando de 1 ano e 7 meses de paralisação e de fato estamos tendo dificuldades com licitações. Estamos nessa fase de licitações e isso demora. Ninguém nunca veio aqui dizer que seria fácil e o governo vem trabalhando”, disse. De acordo com Longo, o cronograma da Secretaria da Educação informa que as escolas voltarão gradualmente.

Veja o vídeo que motivou a confusão:

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Bloqueio a recursos do Ibama pode deixar órgão sem dinheiro para pagar conta de água e luz

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Por meio de ofício endereçado ao secretário-executivo do ministério, Felipe Ribeiro de Mello, nesta semana, o presidente do Ibama, Eduardo Bim, comunicou que o órgão está sem recursos para financiar operações básicas para sua operação diária.

Reportagem do Estadão diz que, segundo o presidente do órgão ambiental, devido a bloqueios orçamentários, há comprometimento para pagar despesas já de dezembro, o que leva a uma situação “extremamente crítica”.

“Despesas para manutenção da máquina administrativa serão igualmente afetadas, a exemplo daquelas incorridas com água, energia elétrica, vigilância e segurança, transporte de servidores, transporte de bens, pagamento de GECC, sistemas informatizados, trabalhos de ouvidoria, auditoria e corregedoria, serviços de telefonia, colaboradores terceirizados, etc.”, afirma Bim, no ofício.

O cenário é tão crítico, que o presidente do Ibama chega a opinar pela suspensão do trabalho presencial nas unidades.

“Considerando a possibilidade de responsabilização do gestor em permitir a ocorrência de despesas mesmo ciente da indisponibilidade de orçamento compatível para tal, questiono sobre a viabilidade da suspensão do expediente presencial nas unidades do Órgão, com a consequente suspensão dos serviços que geram despesas continuadas e adoção do trabalho remoto/teletrabalho para a totalidade dos servidores do Ibama.”

Bim pede que, “diante desse cenário crítico enfrentado pelo Ibama, tanto na Sede quanto nas Superintendências nos Estados, bem como nas Gerências Executivas e Unidades Técnicas”, o Ministério da Economia e a Casa Civil da Presidência da República, órgãos que integram as Junta de Execução Orçamentária, reconsidere o bloqueio do orçamento inicialmente previsto.

“Nesse ponto específico, é necessário orientação clara e objetiva desse órgão de supervisão ministerial sobre as providências a serem adotadas, caso a situação não seja imediatamente revertida.”

Nas contas do presidente do Ibama, os ministérios indicaram um bloqueio de R$ 90 milhões ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). O Ibama respondeu, dizendo que o corte comprometeria suas operações básicas. O Ministério da Economia e a Casa Civil, porém, acabaram por realizar o bloqueio de R$ 12,648 milhões, o que, segundo Bim, gerou “impactos altamente negativos a este órgão ambiental”.

Devido aos cortes, o Ibama informou que fica imediatamente impossibilitado de efetuar qualquer nova contratação, repactuação ou prorrogação contratual neste ano, com impacto direto na administração e ações finalísticas, como áreas de qualidade, licenciamento, monitoramento de imagens etc.

Eduardo Bim relata ainda que o órgão “não terá como realizar novas viagens a serviço” e que “não terá como arcar com o cumprimento de eventual Decisão Judicial ao Instituto, por total insuficiência de recursos previstos para essa finalidade”.

Ao elencar os reflexos da paralisação do órgão, a presidência do Ibama afirma ainda que as despesas de caráter continuado do Ibama, já executadas até novembro, mas que ainda não tiveram suas faturas pagas, serão impactadas pelo bloqueio, assim como em dezembro.

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Amazônia é o bioma com mais pastagens no Brasil, segundo estudo do MapBiomas

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Nas últimas duas décadas, a área de pastagem cresceu 40% na Amazônia. No mesmo período, esse tipo de cobertura de solo diminuiu substancialmente na Mata Atlântica (28%) e no Cerrado (10%), onde 10,2 milhões de hectares foram transformados em lavouras temporárias.

O avanço das pastagens sobre a Amazônia a colocou no topo da lista dos biomas com maior área, em termos percentuais, com 36%. Cerrado (31%), Mata Atlântica (18%), Caatinga (12%) e Pantanal (2%) vêm na sequência.

Com exceção de Minas Gerais, com 19,3 milhões de hectares, os outros dois estados líderes em área de pastagens no Brasil ficam na Amazônia Legal: Pará (21,1 milhões de hectares) e Mato Grosso (20,2 milhões de hectares).

Os dados fazem parte de um mapeamento inédito do MapBiomas que foi apresentado na última quarta-feira, 30 de novembro, pelo YouTube. O estudo revela que de toda a área desmatada no Brasil, que já se aproxima dos 35% do território nacional, aproximadamente 90% foram ou continuam sendo pastagem.

Com presença nos seis biomas, a pastagem ocupa atualmente algo em torno de 151 milhões de hectares de norte a sul do país. Mas a área total pode ser ainda maior porque esse número não integra parte dos campos naturais, principalmente no Pampa e Pantanal.

Esses dois biomas cobrem 12 milhões de hectares no país, e áreas de mosaico de usos, onde não é possível separar agricultura e pastagem (ou elas ocorrem de forma consorciada), e que cobrem 42 milhões de hectares.

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Após perder tudo com forte chuva, população fecha Estrada do Calafate em manifestação

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Diante das fortes chuvas que ocorrem nesta sexta-feira, 02, moradores do beco São Pedro, no bairro Vila Betel, fecharam a estrada do Calafate, em direção a escola Fundação Bradesco, em manifestação pelos prejuízos causados com a situação.

Em depoimento das pessoas no local, o problema é recorrente, por causa de um bueiro que entope e inunda todas as casas. A região tem aproximadamente 40 famílias.

“Precisamos do apoio da prefeitura para fazer o trabalho nessa bueira, em toda chuva é isso que ocorre. Cadê as autoridades? Tem mais de 25 anos que vivemos nessa situação. É só sofrimento, todo mundo perdendo tudo”, disse o residente, Divalnir Pereira.

De acordo com o presidente do bairro, Orimar Silva, houve um debate com os responsáveis da prefeitura para que fosse solucionado as adversidades, mas foi informado que nada poderia ser feito no momento.

“Falei com o responsável da prefeitura e me disseram que só poderão vir amanhã, porque já foram liberados do trabalho. E nós vamos dormir aonde?”, disse.

O corpo de Bombeiros foi até o local para prestar as assistências necessárias e a via continua bloqueada.

ASSISTA AO VÍDEO:

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Rua Amoty Pascoal é a grande vencedora na 2ª fase do concurso “Minha Rua é Louca pelo Brasil”

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Foto: Paulo Murilo

Nesta quinta-feira, 1°, véspera do jogo do Brasil contra Camarões – válido pela 3° rodada da Copa do Mundo, os moradores da rua Amoty Pascoal, no bairro Wanderley Dantas, levaram 339,70 pontos, o prêmio de 60kg de carne para churrasco e dentre outros prêmios, na 2ª fase do Concurso Minha Rua é Louca pelo Brasil.

Na segunda e terceira colocação, ficaram, respectivamente, a rua Railson Nascimento, na Cidade do Povo com 323,40 pontos, e a Avenida Eugênio Bezerra, no Condomínio Green Garden que obteve 288,30 pontos.

Foto: Paulo Murilo

A rua Amoty Pascoal conquistou os jurados com a decoração ao tema copa, sendo avaliado pelas categorias criatividade e originalidade, alegria e interação dos moradores, a utilização da marca dos promotores do concurso na decoração e respeito à natureza, ao bem público e limpeza.

O concurso é realizado pela Acisa, Federacre, Governo do Estado e Prefeitura de Rio Branco. A comissão de jurados é composta pelos representantes do realizadores: Governo do Estado do Acre, Prefeitura de Rio Branco, Acisa e Federacre e dos apoiadores: Caldeirão Cores e Tintas, Simão Festas e Grupo Star.

Foto: Paulo Murilo

Os prêmios, contudo, só serão entregues na manhã de sexta, 2, para que os campeões aproveitem o jogo do Brasil contra Camarões nos respectivos bairros.

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