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Justiça determina reintegração de aluno desligado do curso de formação da PM no Acre

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Na tarde desta quinta-feira, 30, a Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), obteve decisão favorável na ação de tutela provisória de urgência, para que o ato administrativo que desligou o aluno soldado Reginaldo Ribeiro do Curso de Formação da Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC) seja declarado ilegal.

A decisão da juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), Isabelle Sacramento, destaca que a Polícia Militar deverá determinar a imediata reintegração do aluno ao curso de formação.

LEIA MAIS: >>>Aluno soldado da PM que foi desligado do curso após desmaios denuncia abuso

Após as denúncias de maus tratos, o aluno ingressou com um requerimento solicitando o cancelamento da assinatura de desligamento do curso ocorrida na última sexta-feira, 3 de setembro, em Rio Branco. O documento foi protocolado no Centro Integrado de Ensino e Pesquisa de Segurança e Justiça Francisco Mangabeira – CIEPS, situado na Via Verde, BR 364, Km 2, Jardim Europa.

A juíza determinou ainda, que seja extraída cópia integral dos autos e encaminhada à Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Acre, bem como ao Ministério Público Estadual, através da Promotoria responsável pelo controle externo da atividade policial.

A ação foi requerida pelo defensor público, Celso Araújo, juntamente com a defensora pública Flávia do Nascimento, coordenadora do Subnúcleo de Direitos Humanos 2 (SDH2).

Relatos de agressões no curso

Ribeiro contou que, no período da tarde, em meio ao sol quente, somente ele teve que ficar sem a chamada ‘cobertura’ da cabeça, conhecida por gorro, por conta de uma ordem do Sargento PM Batista responsável pelo 2° pelotão da primeira companhia do CFSD 2021, não ter permitido o uso durante as atividades. “Situação diferente dos demais alunos do curso, pois todos estavam usando suas coberturas, sofri dois desmaios com vômitos e os alunos do meu pelotão são testemunhas de tal fato, me sentindo tonto”, declarou.

No processo, o aluno relata que foi coagido a assinar o termo de desistência do curso, mediante violência e grave ameaça, bem como, alega que estava desorientado, vomitando e chorando, sem conseguir se movimentar e sem ter sido socorrido por atendimento médico.

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Mãe de Gladson diz que não entende o que passa na cabeça de quem não toma vacina

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A mãe do governador Gladson Cameli, Linda Cameli, usou as redes sociais nesta terça-feira, 30, para falar da situação daqueles que ainda não se imunizaram contra a Covid-19.

Na publicação, Linda afirma que não entende o que passa na cabeça do cidadão que não tomou o imunizante contra o vírus, que ceifou a vida de mais de 1.800 acreanos até o presente momento.

“Eu acho muita falta de responsabilidade de quem não quer tomar a vacina, vivendo o que estamos vivendo a 2 anos, com tantas perdas. Eu não entendo o que passa na cabeça dessas pessoas”, escreveu Linda no Facebook.

No início desta semana, o governador Gladson Cameli (Progressistas) decretou a instituição de um passaporte vacinal como medida para evitar o contágio da Covid-19.

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Recebendo mais de R$ 7 mil para participar de curso, vereador é flagrado em praia de Fortaleza

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Na tarde desta terça-feira, 30, o vereador Raimundo Castro (PSDB) foi flagrado na Praia do Futuro, em Fortaleza, no Ceará, enquanto deveria estar participando de um curso de capacitação autorizado pela Câmara Municipal de Rio Branco.

De acordo com o decreto, os custos das diárias que vai ser pago para o parlamentar, será de R$ 5.167,47 (cinco mil, cento e sessenta e sete e quarenta e sete centavos), somando com as passagens, o valor chegará a R$7.278,57 (sete mil, duzentos e setenta e oito e cinquenta e sete centavos).

Nas imagens postadas nas redes sociais, o vereador aparece de óculos escuros e bastante bronzeado ao lado de um amigo. O curso de Gestão Pública vai ocorrer entre os dias 30 de novembro e 04 de dezembro.

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Após escolha de Lovisaro para chefia do MP, Kátia deixa de seguir Gladson no Instagram

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A procuradora-geral de justiça, Kátia Rejane Araújo, que deve deixar o cargo de chefe do Ministério Público do Acre em janeiro de 2022, não segue mais o governador Gladson Cameli no Instagram. O ato ocorreu após o chefe do executivo nomear o também procurador de justiça Danilo Lovisaro para ocupar o lugar da atual titular pelo biênio 2022-2024. Cameli segue procuradora normalmente nas redes sociais.

O ac24horas apurou que Kátia apoiava a candidatura de seu braço direito na gestão, o promotor Rodrigo Curti, mas este acabou sendo apenas o segundo mais votado na lista tríplice com 41 votos. Lovisaro ficou em primeiro com 48 votos e foi escolhido pelo critério democrático da maioria.

Nos bastidores, Rejane sugeria que o governador havia prometido que a chefia seria de Curti, bastando apenas ele está entre os três mais votados, o que aconteceu na última sexta-feira, 26, porém a suposta promessa não teria sido cumprida, pois Lovisaro foi nomeado.

Tudo indica que os bastidores da escolha do novo chefe do MPAC arranhou as boas relações entre o governador e atual chefe do Ministério Público, tanto que Gladson incumbiu ao secretário da Casa CivIL, Rômulo Grandidier, a informá-la oficialmente sobre a sua decisão de escolher Lovisaro.

Ao ac24horas, Kátia se manifestou sobre o assunto. “A escolha do governador Gladson Cameli foi democrática e não afeta a relação institucional entre o Ministério Público e o Poder Executivo, bem como o respeito e a gratidão que tenho pelo governador”.

*Atualização às 14:00 – após a publicação da matéria no ac24horas, Kátia Rejane voltou a seguir o governador

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Operação contra tráfico de drogas no Acre prende 6 pessoas e sequestra R$ 90 mil em bens

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A Polícia Federal no Estado do Acre deflagrou no início da manhã desta terça-feira, 30, a Operação Delivery, que visa desarticular organização criminosa voltada ao tráfico de drogas. Os trabalhos contam com apoio das Polícias Civil e Militar.

A operação cumpriu 16 mandados de busca e apreensão, realizou 6 prisões preventivas e 02 mandados de sequestro de bens, no valor aproximado de R$ 90.000,00. Os trabalhos contam com a participação de 50 agentes de segurança, entre Policiais Federais, Civis e Militares.

As investigações se iniciaram em abril de 2021, após um trabalho conjunto entre as polícias, que resultou na prisão em flagrante de três indivíduos integrantes de organização criminosa voltada ao tráfico de drogas na região do Juruá. Após as prisões, foi possível identificar outras pessoas envolvidas com o tráfico.

A “Operação Delivery” leva este nome em referência a conduta de partes dos investigados, que se utilizavam dos serviços de transporte privado urbano para fazerem o transporte de drogas, bem como para o transporte do numerário utilizado no pagamento dos entorpecentes.

Os envolvidos estão sendo investigados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, além do crime de integrar organização criminosa. Somadas, as penas podem chegar até 32 anos de prisão mais multa.

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