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Servidores denunciam gerente de enfermagem do Hosmac que não cumpre carga horária

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No Hospital de Saúde Mental do Acre (Hosmac), referência no atendimento à pessoas que precisam de atendimento psiquiátrico, a relação entre os grupos que apoiam e que são contra a atual gestão só piora. Enquanto a Secretaria de Saúde não se posiciona de forma veemente, surgem mais denúncias.

A mais nova denúncia diz respeito ao gerente de enfermagem do hospital, José Maria Mendes. De acordo com denúncias de parte dos próprios servidores que com medo de retaliação não querem se identificar, Zé Maria, como é conhecido, não cumpre as 40 horas semanais que o cargo exige. “O enfermeiro que deveria cumprir 08 horas diárias, só cumpre seis. Isso porque nas tardes de segunda a sexta o enfermeiro tem outros compromissos em uma unidade básica de saúde de Rio Branco, onde possui contrato com a secretaria de Saúde do município. Além disso, ele também é contratado pelo hospital Santa Juliana. O problema não é o acúmulo de cargos na esfera pública e privada. O problema é que ele não está cumprindo a carga horária como gerente de enfermagem no Hosmac no qual foi nomeado”, dizem os servidores em carta.

No documento, os servidores alegam que a complementação das 40 horas semanais é feito por meio de plantões noturnos, o que seria ilegal. “Ele diz que faz a complementação das 10 horas em plantões noturnos na unidade. O que é proibido por lei. Queremos saber se a Sesacre sabe disso e se vai tomar alguma providência. Caso contrário, vamos procurar o Ministério Público”, diz.

A reportagem do ac24horas, procurou Zé Maria. O gerente de enfermagem do Hosmac confirmou que não cumpre as 40 horas semanais como gerente de enfermagem e que o restante da carga horária com plantões noturnos como enfermeiro na unidade. “Essa situação já tem mais de dois anos e só agora alguém resolveu denunciar para me prejudicar. Eu não ganho sem trabalhar, eu complemento minhas horas trabalhando em plantão noturna. Mas isso não é problema, é só a Sesacre me dizer que é ilegal, que eu não posso, que eu largo o trabalho e vou cumprir apenas as seis horas que sou concursado como enfermeiro. É preciso lembrar que há outras pessoas que estão na mesma situação que eu, que cumprem parte da carga horária e complementam à noite”, diz Zé Maria.

O ac24horas procurou a Secretaria de Saúde que agiu como tem feito ultimamente em relação às denúncias, mesmo se tratando de recursos públicos, e respondeu de forma pouco objetiva, limitando-se a dizer que vai apurar a situação do servidor e volta a entrar em contato.

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Acre pode sofrer temporais em nova queda de temperatura neste domingo, diz Davi Friale

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

Uma mudança brusca na temperatura de Rio Branco e na maior parte do Acre está prevista pelo pesquisador Davi Friale para este domingo (24). Uma forte onda de frio polar poderá chegar ao estado e às áreas próximas com ventos intensos da direção sudeste, cujas rajadas poderão passar de 60km/h.

Temporais, com chuvas fortes, raios e ventanias, deverão ocorrer na maioria dos municípios do leste e do sul do Acre, garante a previsão do portal O Tempo Aqui. A segunda-feira deve ser com chuvas desde as primeiras horas do dia e o tempo instável.

Nesta segunda-feira, a máxima deverá ficar abaixo de 23ºC, em Rio Branco, Brasileia e demais municípios desta parte do estado. As mínimas, ao amanhecer dos próximos três dias, deverão oscilar entre 16 e 19ºC.

Friale alerta ainda que é importante a população e as autoridades fiquem atentas, pois poderão ocorrer sérios transtornos, como inundação de ruas, queda de galhos e árvores, danos às edificações e destelhamentos, além do perigo potencial dos raios.

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Venda de Rosa do Deserto vira febre em Rio Branco e atrai floristas no cultivo da planta

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Um trabalho que começou por acaso e acabou se tornando a principal fonte de renda de alguns produtores de Rio Branco. O cultivo da flor Rosa do Deserto vem atraindo muitos adeptos e admiradores na capital acreana.

Numa propriedade rural localizada no quilômetro 32 da BR-364, 11 quilômetros adentro no ramal Nova Aldeia, dona Márcia já conta com ajuda da nora, Nayara, para comercializar a planta.

Dois pontos de produção com viveiros que cultivam a Rosa do Deserto têm se destacado atualmente. Nos últimos tempos, se tornou febre a comercialização da espécie entre os amantes das flores raras.

O preço varia de acordo com o tamanho e variedade. O videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, conheceu como planta tem mudado a vida de pessoas e se tornado fonte de renda, além da criação de animais.

No vídeo, é possível conhecer ainda a história de Izao, que começou sem muitas expectativas nesse ramo e hoje já possui mais de 6 mil pés da rosa. Por lá, a maioria dos clientes é composta pelo público masculino.

Veja o vídeo:

video

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Acre 01

Índios do Acre denunciam que dinheiro ganho em programa da Globo nunca chegou na aldeia

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Lideranças da etnia Shawãdawa, os Arara, da cidade de Porto Walter, no interior do Acre, foram nesta quinta-feira, 21, à Polícia Federal, ao Ministério Público Federal e à Funai fazer denúncias contra indígenas e não indígenas, que estão ganhando dinheiro de forma fraudulenta utilizando o nome deles.

Um das denúncias e contra o casal, Txãdá Shawã e Daosha, ele índio e ela branca. A dupla foi ao Programa Caldeirão do Huck, da rede Globo, em abril deste ano, ganhou mais de R$ 100 mil, que nunca beneficiou a etnia e nem foi empregado em projeto de calçados ecológicos. Segundo Anchieta Arara , um dos denunciantes, o casal do programa comprou duas terras e criou falsas aldeias com o objetivo de atrair turistas de outros Estados e países.

“Ele mora em São Paulo com essa mulher não indígena e ganham dinheiro usando o nome e tradição indígena Shawandawa. Fazem pajelança. E o dinheiro que ganharam na Globo dizendo que beneficiaria famílias, nunca apareceu. Eles abandonaram o grupo a que se referiram no programa e já formaram outro grupo em uma segunda aldeia falsa”, relatou Anchieta, que afirma existirem apenas as aldeias Shawandawa, do Rio Cruzeiro do Vale . “O restante é aldeia falsa”, ressalta.

O cacique geral dos Shawandawa, José Maria, cita ainda que uma empresa do Rio de Janeiro está utilizando o nome da etnia como marca de produtos medicinais. “Uma empresa está patenteando o nome Shawadawa para vender produtos como rapé”, pontua o cacique.

Na Globo

No dia 17 de abril deste ano, Evandro Shawãdawa Txãdá Shawã e Daosha, ganharam R$ 102 mil no quadro “The Wall”, do Programa Caldeirão do Huck, exibido pela Rede Globo. Com o dinheiro conquistado no programa, o casal disse que iria fortalecer e ampliar o projeto de artesanato ‘Ararinha Encantada’, que envolve as mulheres Arara.

Foto: Reprodução/Globo

Segundo Daosha, as mulheres faziam calçados com Folha Defumada Líquida (FDL), do látex e materiais da floresta usando corantes naturais que são vendidos em São Paulo e outros Estados.

Na época, ela contou que conheceu Txãdá e foi a São Paulo para um evento ligado à cultura indígena. De acordo com o relato dela no programa global, o projeto com os calçados começou há 3 anos.

“O projeto empodera mulheres e ajuda a gerar renda. O mais importante é que deixa a floresta em pé. Com esse dinheiro ganho aqui vamos melhorar as casas de borracha e transporte dos produtos. Nós vamos levar adiante esse projeto que melhora a vida das famílias. Essa é nossa caminhada, como guardiões da floresta. E que a gente tenha força para nunca desistir, nunca deixar esse projeto de lado.”, falou Daosha em rede nacional.

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Acre 01

Morte de cantor carbonizado vai completar dois anos sem assassinos identificados

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No próximo dia 19 de novembro, completa dois anos do assassinato do cantor sertanejo Ruan da Silva Lima, que tinha 33 anos. O músico foi encontrado carbonizado dentro de seu próprio veículo, em frente à Chácara Modelo, localizada na Estrada do Amapá.

A partir das investigações, a morte de Ruan se tornou um grande mistério. Tanto que passados quase dois anos, ainda não há conclusão do inquérito que corre na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A demora é motivo de preocupação e reclamação de familiares. Como a morte de Ruan é cercada de mistérios, integrantes da própria família cobram a resolução do caso, mas com medo, pedem anonimato. “A impressão que a gente tem é que não estão nem aí, que deixaram pra lá. Toda vez que vamos na delegacia, dizem que estão atrás, mas não falam mais nada. A mãe e uma irmã do Ruan tiveram que ir embora, não sabemos se foi alguém próximo ou se estamos ou não correndo riscos”, diz um familiar da vítima.

O ac24horas procurou a Polícia Civil para saber sobre o andamento do inquérito. O delegado responsável pelo caso, Ricardo Casas, que está de férias, pediu que a reportagem procurasse o delegado Cristiano Bastos, que garantiu que o inquérito não está parado.

“O caso está na condução do delegado Ricardo que tem feito diligências e o inquérito está sim sendo impulsionado. Como tem questões sigilosas, é preciso cautela. O que posso dizer é que não desistimos de nenhum inquérito, mas na investigação é assim, em alguns casos conseguimos avançar mais rápidos, em outros, há uma demora um pouco maior”, afirma.

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