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Desmatamento na Amazônia atingiu 1.606 km² em agosto, a maior área da década no mês

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Em agosto de 2021, o SAD detectou 1.606 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal, um aumento de 7% em relação a agosto de 2020, quando o desmatamento somou 1.499 quilômetros quadrados.

É a maior taxa para o mês em 10 anos. Com isso, o acumulado desde janeiro também foi o pior da década.

O desmatamento detectado em agosto de 2021 ocorreu no Pará (40%), Amazonas (26%), Acre (15%), Rondônia (10%) e Mato Grosso (9%).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 18 quilômetros quadrados em agosto de 2021, o que representa uma redução de 97% em relação a agosto de 2020, quando a degradação detectada foi de 659 quilômetros quadrados.

Em agosto de 2021 a degradação foi detectada no Pará (44%), Mato Grosso (33%), Rondônia (17%) e Amazonas (6%).

Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento do Imazon ( SAD ), que monitora a floresta por meio de imagens de satélite desde 2008.

Geografia do desmatamento

Em agosto de 2021, a maioria (62%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos (26%), Unidades de Conservação (9%) e Terras Indígenas (3%).

Neste ano, agosto foi o quinto mês em que o desmatamento atingiu a maior área desde 2012. Março, abril, maio e julho também tiveram a maior área de floresta destruída em 10 anos.

Na comparação com agosto de 2020, a área desmatada neste ano é 7% maior. E o acumulado de janeiro a agosto, de 7.715 km², é 48% maior que no mesmo período do ano passado.

“Se quisermos evitar que o ano termine com a maior área desmatada da década, precisamos urgentemente adotar ações mais efetivas”, disse Antônio Fonseca, pesquisador do Imazon.

Em agosto, assim como nos meses anteriores, apenas dois dos nove estados da Amazônia Legal registraram mais da metade do desmatamento na região: Pará e Amazonas. Ambas somaram 1.050 km² (66%) de área desmatada no período.

Com informações do Portal do Instituto do Homem e Meio Ambiente (Imazon).

Cotidiano

No Juruá, Gladson diz que iniciativa privada na saúde afasta burocracia no setor público

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Enquanto vistoriava a instalação do tomógrafo de Cruzeiro do Sul nesta segunda-feira, 25, o governador Gladson Cameli disse que a culpa pela demora desse processo iniciado em fevereiro é da burocracia, que causa demora em vários processos. Ele defendeu que, na oferta de serviços de saúde, a iniciativa privada deve atuar para garantir agilidade.

“O difícil desse tomógrafo, entregue em fevereiro, não foi comprar, mas a burocracia para fazer sala, instalar. A iniciativa privada está começando a investir nessa área em Cruzeiro do Sul e eu sou a favor porque, no poder público tem a ‘crisipa’ (dificuldade) da burocracia que atrasa tudo e que dá prejuízo para os cofres públicos. Para salvar vidas não podemos esperar pela burocracia “, relatou, lembrando que no Vale do Juruá, cerca de 200 mil pessoas têm uma grande dependência do Tratamento Fora do Domicílio (TFD).

Nesses oito meses em que o novo tomógrafo esteve encaixotado, a população de Cruzeiro do Sul e demais cidades da região contaram com um tomógrafo com mais de 10 anos de uso, que já não realiza exames de crânio. ” Esse novo aparelho veio na hora certa “, conclui a diretora clínica do Hospital do Juruá, médica Raiane Araújo. O tomógrafo deverá entrar em funcionamento no dia 3 de novembro.

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Cotidiano

“Assim como críticas petistas, Moisés vai bater em Gladson também”, afirma Duarte

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No Boa Conversa, exibido pelo ac24horas, na noite desta segunda-feira, 25, o deputado estadual, Roberto Duarte (MDB), criticou a postura do atual aliado do governador Gladson Cameli, o secretário-adjunto de Educação, Moisés Diniz.

As críticas ocorreram em um contexto de questionamentos acerca de servidores que já trabalharam no governo do PT, mas que integram posições de destaque do governo Gladson Cameli (Progressistas).

“Se for competente, trabalharia e que fosse técnico. Eu vou dar um exemplo, eu não chamaria o Moisés Diniz para integrar o governo em hipótese nenhuma. Ele foi líder dos governos do PT e vem pro Governo Gladson e começa a bater nos antigos aliados e bate nos aliados e o que ele vai fazer com o Gladson lá na frente?. Eu estou dando apenas um exemplo, ele é uma pessoa muito educada, mas eu não iria querer do meu lado”, afirmou.

Assista a entrevista completa:

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Cotidiano

Duarte diz que Rocha descumpriu palavra e sugere que saída honrosa era a renuncia

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O deputado Roberto Duarte (MDB), comentou sobre a ruptura política entre o governador Gladson Cameli (Progressistas) e o seu vice-governador Major Rocha (PSL).

Na entrevista, Duarte tentou amenizar a briga entre os dois, mas destacou que seria mais ‘honroso’ Rocha pedir a renúncia do cargo de vice-governador do Acre, já que segundo o vice, o governo estaria atolado em casos de corrupção.

“Quem perdeu nessa briga foi o povo e depois o próprio Rocha que é vice-governador. Ele poderia não concordar com tudo que o governador faz, mas poderia se manter ao seu lado. Eu mesmo que não concordasse com o governador, eu me manteria até ao final, porque eu sou um cara de palavra e quando eu dou vou com ela até o final. Se o Rocha deu a palavra de se manter fiel até o final, ele descumpriu com o governador. Seria mais honroso pedir a renúncia”, destacou.

Assista a entrevista completa:

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Cotidiano

PL que concede bônus para auditores fiscais pode entrar em pauta na Câmara nesta terça

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O Projeto de Lei Complementar (PLC) enviado pelo prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas), que concede um bônus de 5,4% para os auditores fiscais de tributos, pode entrar em pauta nesta terça-feira (26) na Câmara de Vereadores de Rio Branco.

Com a iminência de uma greve na saúde de médicos para novembro, o PLC que já foi retirado de pauta uma vez por falta de quórum, tem opiniões contrárias como a do vereador e presidente da CCJ, Adailton Cruz (PSB), que destacou que uma bonificação de 5,4% para uma categoria que ganha bons salários, seria injustiça com as demais.

“Considerando o atual cenário econômico do estado, do país, de Rio Branco, e a situação dos servidores municipais, da saúde e educação, que amargam a quase seis anos, achatamento de salário e sem perspectiva de reajuste, inclusive, com indicativo de greve para o próximo mês, será um absurdo, conceder aos auditores, uma bonificação de 5,4% o salário de cada um, que já possuem salário bons, não que eles não mereçam, mas seria muita injustiça com todos”, afirmou Adailton.

O PLC prevê uma bonificação salarial, ou seja, um bônus pago para um incentivo associado ao cumprimento de metas organizacionais colocado em R$ 131 milhões pela Secretaria de Finanças (Sefin). O bônus será em cima do vencimento básico referente da Letra M, Nível II, do cargo de auditor fiscal de tributos, pertencente ao quadro de pessoal efetivo de Rio Branco.

No documento enviado aos vereadores, o secretário de finanças, Antônio Cid, afirmou que o Projeto de Lei não causará aumento de despesas com pagamento de pessoal para o município, uma vez que mantém os patamares da bonificação já estabelecidos nos exercícios anteriores.

Segundo o PLC, fará jus ao valor integral da bonificação o servidor que efetivamente tiver trabalhado durante os 12 meses no período de apuração dos resultados, considerando o período de gozo de férias. A bonificação será paga a partir de 2022, e é de aproximadamente R$ 1,1 milhão, o que corresponde a menos de 1% do montante que se pretende arrecadar.

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