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Digital influencer acusa Marcelo Bimbi de assédio e humilhação

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O modelo acreano Marcelo Bimbi voltou a virar notícia após o colunista Léo Dias revelar o depoimento da influencer Larissa Marassi, de 26 anos, que afirmou que foi assediada moralmente, ameaçada e humilhada pelo ex de Nicole Bahls, na noite deste sábado (12). A influencer, que fala sobre lifestyle, estudos, moda e bem-estar, esteve na festa After Sunset com um amigo, que conhecia Bimbi, e acabou em um encontro que não terminou nada bem.

A menina de Maringá, atual residente de Foz do Iguaçu, contou em entrevista à coluna que estava com outros amigos na festa, que tinham um avião e ofereceram carona de volta para casa. Ao saber que a estudante iria pegar voo com outros homens, Marcelo começou a julgar Marassi e deixá-la constrangida.

“Como assim você vai abandonar a gente. Ah só porque os caras têm avião? Na próxima vez vou ter que vir de jatinho para ficar com você, então? E aí eu falei: “Não! Eles são meus amigos. E não é porque tem avião ou deixa de ter. Eu nem te conheço. E aí ele continuou: “ah, você é dessas, então? Bom saber. Ó o tipo da menina. Quanto é essa passagem? Eu compro para você ficar”, conta Larissa em depoimento.

Na ocasião, a estudante não gostou nem um pouco do dito, se estressou, e saiu de perto, mas Bimbi, mesmo ainda na festa, continuou mandando mensagem: “Vou arrumar um avião. Aí você fica comigo”, escreveu o modelo.

A influencer logo rebateu: “Nossa, que nada ver isso. Não preciso de avião para ficar com ninguém não. Não era a intenção você me julgar assim”. O empresário achou graça e finalizou a conversa com: “Boa trepa…Opa, boa viagem”.

Segundo Larissa, o ex-participante do Power Couple ainda voltou no camarote onde ela estava e ameaçou colocá-la na justiça.

“Eu me senti muito mal depois de tudo o que ele me disse. Então, quando ele voltou no camarote, eu peguei ele pelo braço e disse: “Você deveria ter cuidado com as coisas que você fala. Eu tenho os prints” e ele me disse: “print é crime”

“Ele começou a me menosprezar pelo fato de eu não ter dado moral para ele antes. E aí ele começou a me ofender. Ele dizia: ah, então precisava de avião para ficar com ela; ah, olha o tipo da mulher. Como se não se não bastassem as ofensas, mulher nenhuma precisava viu essas coisas. Mulher nenhuma precisava ouvir essas coisas. Fui julgada como puta, interesseira, pelo simples fato de não querer ficar com um cara que não tinha conteúdo nenhum”, disse a jovem em desabafo pelos seus stories do Instagram.

Nas redes sociais, o acreano Marcelo Bimbi negou todas as acusações de assédio e afirmou que tomará todas as medidas judiciais cabíveis. Segundo Bimbi, ele esteve no Paraguai realizando um trabalho.

Fonte: Coluna do Leo Dias

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Acre arrecadou R$ 1,8 bilhão em impostos com ICMS e IPVA

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Os dados do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) mostram que o Acre bateu recorde de arrecadação de tributos estaduais em 2021, em meio à pandemia. De 2018 a 2020 o Estado vinha arredando entre R$1,3 bilhão a R$1,4 bilhão, mas em 2021 houve um salto para R$1.799.142.828,00 – número que o Confaz arredonda para R$1,80 bilhão.

São quase 23% a mais em arrecadação entre 2020 e 2021. As receitas cresceram consideravelmente no 2º semestre do ano passado.

O ICMS é a principal fonte, mas há outros tributos, especialmente o IPVA, que contribuem com a melhor arrecadação do Acre.

O comércio atacadista e varejista é o principal pagador de impostos estaduais. Empreendimentos ligados ao petróleo e a energia elétrica estão entre os que mais arrecadam também.

A alta na arrecadação não ocorreu somente no Acre ou com os Estados. O governo federal arrecadou R$ 1,879 trilhão no ano passado, crescimento de 17,36% em relação ao registrado em 2020, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), segundo a Receita Federal.

Impulsionou a arrecadação no ano passado o recolhimento extraordinário de R$ 40 bilhões em Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) em 2021. Isso ocorreu porque as empresas tiveram lucros maiores que o previsto no ano passado e tiveram de pagar impostos extras nas declarações de ajuste

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Governo decide exonerar indicado de Minoru Kinpara do IMC

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Não durou nem 24 horas a permanência do servidor do Poder Judiciário Antônio Jefferson Magalhães no primeiro escalão do governo do Acre. Ele foi nomeado ontem como diretor-presidente do Instituto de Mudanças Climáticas do Acre (IMC), por indicação do ex-reitor da UFAC, Minoru Kinpara, mas a sua exoneração foi publicada na edição desta quarta-feira, 26, do Diário Oficial do Estado, sendo o seu decreto tornado sem efeito. Jefferson havia sido escolhido para substituir Joice Nobre, que ocupava a chefia da autarquia desde novembro do ano passado. Por enquanto, o IMC segue sem comando.

LEIA TAMBÉM: Indicado de Minoru, novo presidente do IMC já foi preso

A demissão do “pupilo” de Minoru foi desencadeada após o ac24horas trazer a tona que Jefferson, que já presidiu a Câmara Municipal de Manuel Urbano, foi condenado pelo Tribunal de Cobras do Estado do Acre a devolver mais de R$ 20 mil em recursos públicos em relação às despesas ilegais com pagamento de diárias e fracionamento de Licitações, contrariando as regras legais e constitucionais pertinentes. A condenação do ex-vereador no TCE gerou uma Ação Civil Pública do Ministério Público contra o ex-chefe do IMC.

Além de problemas com TCE e Ministério Público, Antônio Jefferson, que é técnico judiciário do Poder Judiciário, foi preso em junho de 2019 pela Polícia Civil, suspeito da prática do crime de peculato. A prisão foi resultado de uma investigação do Ministério Público do Acre (MP-AC), que está em segredo de Justiça. Esse caso gerou um processo administrativo para apuração dos fatos dentro do TJAC.

Desde 2021, o Instituto está sob comando político do PSDB, em especial do ex-reitor da Universidade Federal do Acre, Minoru Kinpara, que antes de indicar Joice Nobre e Jefferson para comandar IMC, havia intervido para que a esposa, a professora aposentada Degmar Kinpara, fosse nomeada e ocupasse o cargo por alguns meses até sofrer uma questionamento público por parte do Ministério Público Federal. onde passou a ser investigada por suposta acumulação ilícita de aposentadoria por invalidez pela UFAC e o cargo comissionado do governo do Acre.

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Preço da banana dispara em Rio Branco com alta de 68%

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Além de estar em falta, o preço da banana disparou em Rio Branco e subiu, entre novembro e dezembro de 2021, nada menos que 68,66% na Ceasa, segundo o Boletim Hortifrutigranjeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Não se encontra, por exemplo, palma de banana a custo menor que R$5. Banana nanica pode ser comprada a R$9,98 o quilo em supermercados da capital -e assim é possível ver sacos do produto deixados nas bancas após a pesagem: os consumidores desistem de levar quando veem o preço que deu um punhado da fruta.

Divulgado na 3ª semana de janeiro, o boletim ressalta que as altas ocorreram na maioria das Ceasas, mas nada comparado com o reajuste registrado na capital do Acre. “Aconteceram altas na maioria dos entrepostos atacadistas, a saber: Ceagesp, em São Paulo (20,5%); CeasaMinas, em Belo Horizonte (56,48%), Ceasa do Rio de Janeiro (50,52%); Ceasa/SP – Campinas (21,13%), Ceasa/DF (29,02%); Ceasa Curitiba (38,78%). Queda aconteceu na Ceasa de Recife (13,45%) e estabilidade na Ceasa de Fortaleza”, diz o levantamento que é realizado regularmente pela Conab.

Diferentes versões explicam tamanho reajuste. No Mercado Elias Mansour os intermediários dizem que a maior parte da produção do Acre vai para Manaus e Porto Velho, onde o preço é melhor. Com isso, pouca banana e frutos de baixa qualidade é o que mais se vê nas bancas.

Versão mais técnica remonta à questão climática: “A queda da comercialização, devido à baixa produção nas principais regiões produtoras, foi o principal fator para essa alta de preços, principalmente para a banana prata. A produção reduzida dessa variedade foi resultado das variações no tempo, que afetaram a produtividade nas principais regiões produtoras (geadas, secas ou chuvas excessivas)”, justifica a Conab.

“Todo ano acontece isso. Essa fase é a de entressafra. Como os bananais não são irrigados, há uma perda significativa. A Bahia é quem segura e quando vê que está faltando coloca o preço lá em cima”, observa José Carlos Reis, produtor rural e ex-secretário de Produção do Acre.

Há outros obstáculos a um preço mais justo e diz respeito aos ramais, falta de financiamento ao produtor e outros incentivos.

Em nível de país, a produção do Acre não tem grande impacto, mas o fruto e seus subprodutos são fonte de renda para milhares de famílias em todo o Estado. Além disso, a banana tem um peso enorme no PIB agropecuário acreano e o valor fiscal da pauta está em discussão. Sobretudo, o Estado é o maior consumidor de banana-da-terra, chegando a 2,4 quilos por pessoa ao ano, de acordo com o portal especializado em segurança alimentar O Joio e o Trigo. Nos preços atuais e nas condições impostas pelo mercado e a falta de política pública para a banana, não à toa o produto anda sumido das prateleiras.

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No Acre, instituições financeiras estão proibidas de celebrar empréstimo por meio de ligação

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Preocupado com o super endividamento do servidor público, principalmente com a facilidade do empréstimo consignado, o governador do Acre sancionou um projeto de lei de autoria do deputado Jenilson Leite (PSB) que proíbe as instituições financeiras, seus representantes ou prepostos proibidos de, por meio de ligação ou qualquer comunicação telefônica não presencial, celebrar contrato, oferecer serviço ou produto na modalidade de consignação, mediante desconto em proventos de aposentadorias, pensões, pecúlios, poupanças, contas-correntes, tais como empréstimos, financiamentos, arrendamentos, hipotecas, seguros, aplicações financeiras, investimentos ou qualquer outro tipo de operação que tenha natureza de crédito.

Os termos desta lei são aplicáveis aos cidadãos enquadrados como hiper vulneráveis: idosos; deficientes mentais; analfabetos e semianalfabetos.

Em caso de descumprimento da lei, as empresas serão advertidas, multadas no valor de um salário mínimo por dia de descumprimento, em caso de reiteração, a multa será aplicada em dobro.

Os valores obtidos pela aplicação de multa diária, serão direcionados ao Fundo Estadual de Defesa do Consumidor – FEDC. A fiscalização do disposto nesta lei será feita pelos órgãos públicos nos respectivos âmbitos de suas atribuições, cabendo a esses órgãos a responsabilidade pelas sanções decorrentes de infrações às normas nela contidas, mediante procedimento administrativo, assegurada ampla defesa.

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