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Após denúncia do ac24horas, PM vai apurar maus tratos de soldados no curso de formação

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Após o ac24horas expor denúncia de supostos excessos e maus tratos a alunos do curso de formação da Polícia Militar do Acre, o comando geral da PM no estado emitiu uma nota nesta segunda-feira, 13, para se pronunciar a respeito do caso que teria envolvido o desligamento do aluno do Curso de Formação de Soldados 2021 da Polícia Militar do Acre, Reginaldo Ribeiro.

Segundo a PM, a Diretoria de Ensino da instituição instaurou um procedimento administrativo interno no dia 8 de setembro de 2021, a fim de averiguar os fatos relatados por Reginaldo Ribeiro. “Insta esclarecer que em nossas formações, a instituição preza pela observância das normas vigentes no país, com respeito aos direitos e garantias fundamentais”, destacou.

De acordo com a nota assinada pela assessoria de comunicação da Polícia Militar, a instituição garante a todos os alunos um tratamento igualitário. “Não compactuando com qualquer procedimento degradante que ofenda a dignidade da pessoa humana”, concluiu.

Acre 01

Primeiro campeonato de Free Fire do Acre chega as finais com transmissão no ac24horas

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Esqueça aquela história de que todo jovem quer ser jogador de futebol. Isso pode até ter sido uma verdade algumas décadas atrás. Hoje, no mundo da tecnologia, pode ser que a resposta seja: “eu quero ser jogador de Free Fire”.

O Free Fire faz parte dos chamados e-sports e se tornou uma febre desde que foi criado por uma empresa do sudeste asiático em 2017. O jogo é disputado em equipes e hoje alguns times de primeira linha contam com centros de treinamento, comissão técnica e profissionais de apoio. Inclusive, há contratações de jogadores de uma equipe por outra.

Neste final de semana, sábado e domingo, 22 e 23, respectivamente, o Acre mostra que também faz parte do mundo dos games e realiza a final do primeiro campeonato de Free Fire, organizado pela Liga Acreana.

Desde o início da competição, 36 equipes participaram das disputas. Agora, somente as 12 melhores brigam pelo título.

A boa notícia para os amantes do jogo e para quem é curioso sobre o fenômeno dos games, o ac24horas vai transmitir ao vivo os dois de final pelas suas redes sociais (Youtube, Instagram e Facebook). Tanto no sábado, quanto no domingo, as disputas começam às 19 horas.

Ao contrário de outros estados do país, Alessandro Veloso, um dos organizadores do campeonato, afirma que não conhece ninguém do Acre que viva do jogo, mas que a competição pode começar a mudar essa realidade. “Ate o momento não tem nenhuma pessoa vivendo do game por falta de oportunidade. É essa realidade que queremos mudar com a criação da competição e as ações da Liga Acreana de Free Fire”, explica.

O game possui o número extraordinário de R$ 150 milhões de jogadores diários.

Uma das principais inspirações quem joga Free Fire é Bruno Góes, conhecido na web como Nobru, é um dos jogadores profissionais de Free Fire mais populares do Brasil. O jovem faz lives e coleciona mais de dois milhões de seguidores no Instagram. Em uma entrevista para uma revist especializada, Nobru afirmou que ganha cerca de R$ 1, 5 milhões de reais por mês.

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Acre 01

Ex-chefe de gabinete da senadora Mailza Gomes será o novo secretário de Turismo no Acre

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O escolhido para ocupar o cargo de secretário Estadual de Empreendedorismo e Turismo, no lugar de Eliane Sinhasique, é o ex-chefe de gabinete da senadora Mailza Gomes (Progressistas), Jhon Douglas, 27 anos.

Ele assume o cargo após Sinhasique pedir demissão da pasta por motivos familiares. Sinhasique anunciou a saída da pasta no dia 7 de setembro, dia em que se celebrou a independência do país, mas estava no cargo para o período de transição. Oficialmente, ela entregou o pedido de exoneração na semana passada.

O ac24horas apurou que a única certeza na nova montagem com saída de Sinhasique é que o MDB não seria o beneficiado devido o staff do governo entender que a sigla já está contemplada, segundo interlocutores palacianos.

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Acre 01

Índios do Acre denunciam que dinheiro ganho em programa da Globo nunca chegou na aldeia

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Lideranças da etnia Shawãdawa, os Arara, da cidade de Porto Walter, no interior do Acre, foram nesta quinta-feira, 21, à Polícia Federal, ao Ministério Público Federal e à Funai fazer denúncias contra indígenas e não indígenas, que estão ganhando dinheiro de forma fraudulenta utilizando o nome deles.

Um das denúncias e contra o casal, Txãdá Shawã e Daosha, ele índio e ela branca. A dupla foi ao Programa Caldeirão do Huck, da rede Globo, em abril deste ano, ganhou mais de R$ 100 mil, que nunca beneficiou a etnia e nem foi empregado em projeto de calçados ecológicos. Segundo Anchieta Arara , um dos denunciantes, o casal do programa comprou duas terras e criou falsas aldeias com o objetivo de atrair turistas de outros Estados e países.

“Ele mora em São Paulo com essa mulher não indígena e ganham dinheiro usando o nome e tradição indígena Shawandawa. Fazem pajelança. E o dinheiro que ganharam na Globo dizendo que beneficiaria famílias, nunca apareceu. Eles abandonaram o grupo a que se referiram no programa e já formaram outro grupo em uma segunda aldeia falsa”, relatou Anchieta, que afirma existirem apenas as aldeias Shawandawa, do Rio Cruzeiro do Vale . “O restante é aldeia falsa”, ressalta.

O cacique geral dos Shawandawa, José Maria, cita ainda que uma empresa do Rio de Janeiro está utilizando o nome da etnia como marca de produtos medicinais. “Uma empresa está patenteando o nome Shawadawa para vender produtos como rapé”, pontua o cacique.

Na Globo

No dia 17 de abril deste ano, Evandro Shawãdawa Txãdá Shawã e Daosha, ganharam R$ 102 mil no quadro “The Wall”, do Programa Caldeirão do Huck, exibido pela Rede Globo. Com o dinheiro conquistado no programa, o casal disse que iria fortalecer e ampliar o projeto de artesanato ‘Ararinha Encantada’, que envolve as mulheres Arara.

Foto: Reprodução/Globo

Segundo Daosha, as mulheres faziam calçados com Folha Defumada Líquida (FDL), do látex e materiais da floresta usando corantes naturais que são vendidos em São Paulo e outros Estados.

Na época, ela contou que conheceu Txãdá e foi a São Paulo para um evento ligado à cultura indígena. De acordo com o relato dela no programa global, o projeto com os calçados começou há 3 anos.

“O projeto empodera mulheres e ajuda a gerar renda. O mais importante é que deixa a floresta em pé. Com esse dinheiro ganho aqui vamos melhorar as casas de borracha e transporte dos produtos. Nós vamos levar adiante esse projeto que melhora a vida das famílias. Essa é nossa caminhada, como guardiões da floresta. E que a gente tenha força para nunca desistir, nunca deixar esse projeto de lado.”, falou Daosha em rede nacional.

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Acre 01

Morte de cantor carbonizado vai completar dois anos sem assassinos identificados

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No próximo dia 19 de novembro, completa dois anos do assassinato do cantor sertanejo Ruan da Silva Lima, que tinha 33 anos. O músico foi encontrado carbonizado dentro de seu próprio veículo, em frente à Chácara Modelo, localizada na Estrada do Amapá.

A partir das investigações, a morte de Ruan se tornou um grande mistério. Tanto que passados quase dois anos, ainda não há conclusão do inquérito que corre na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A demora é motivo de preocupação e reclamação de familiares. Como a morte de Ruan é cercada de mistérios, integrantes da própria família cobram a resolução do caso, mas com medo, pedem anonimato. “A impressão que a gente tem é que não estão nem aí, que deixaram pra lá. Toda vez que vamos na delegacia, dizem que estão atrás, mas não falam mais nada. A mãe e uma irmã do Ruan tiveram que ir embora, não sabemos se foi alguém próximo ou se estamos ou não correndo riscos”, diz um familiar da vítima.

O ac24horas procurou a Polícia Civil para saber sobre o andamento do inquérito. O delegado responsável pelo caso, Ricardo Casas, que está de férias, pediu que a reportagem procurasse o delegado Cristiano Bastos, que garantiu que o inquérito não está parado.

“O caso está na condução do delegado Ricardo que tem feito diligências e o inquérito está sim sendo impulsionado. Como tem questões sigilosas, é preciso cautela. O que posso dizer é que não desistimos de nenhum inquérito, mas na investigação é assim, em alguns casos conseguimos avançar mais rápidos, em outros, há uma demora um pouco maior”, afirma.

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