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Oposição acusa Gladson de “estelionato” e base se cala

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A sessão desta terça-feira, 17, da Assembleia Legislativa do Acre foi marcada por cobranças em torno do Cadastro de Reserva da Polícia Civil e o silêncio da base do governo no parlamento sobre o assunto.

Primeiro a abrir o debate, o deputado Roberto Duarte (MDB) afirmou que nos últimos dias houve uma discussão se existia ou não cadastro da reserva no concurso da Polícia Civil e pediu posicionamento dos demais parlamentares se são favoráveis com o gasto de uma novo concurso público já que existe um concurso ainda em validade. “O que se deve discutir nesta Casa é se são favoráveis com gasto de uma novo concurso da polícia civil que ainda está em validade. Eu estou falando de economia para o Estado. Estou sendo claro e objetivo. Nós temos um concurso em validade. Seria antieconômico para a policia civil. Imagine só a realização de um novo concurso. Eu acredito que isso seja corrigido pelo governo do Estado e o parlamento pode sair muito grande para essa discussão”, diss o emedebista, informando ainda que existem mais de 500 candidatos aptos a serem convocados e que a validade do concurso deve ser respeitada pelo governo do Estado.

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Já o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) levantou a questão de o governador Gladson Cameli ter cometido estelionato eleitoral com os candidatos do cadastro de reserva. “A minha posição continua a mesma. Eu não quero ser filho de Jacamim para ser dono de uma bandeira que não me pertence. Preciso dizer que o governador está cometendo um estelionato eleitoral. Ele assinou um documento com a testemunha do senador Márcio Bittar, Petecão, Roberto Duarte. Depois da eleição a conversa começou a mudar. Governador, pare de potoca, cumpra a sua palavra’, cobrou o parlamentar comunista.

O líder do governo, deputado Pedro Longo (PV), e os demais deputados da base decidiram não rebater as falas da bancada independente e da oposição. Longo focou sua participação na sessão de hoje ao pregar consenso no projeto de lei que trata da extinção do Instituto de Gestão de Saúde do Acre (Igesac), defendendo que a proposta que chegou ao parlamento é consenso entre sindicato e trabalhadores do Instituto.

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