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Sindicato pede apoio da bancada federal do Acre contra privatização dos Correios

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Nesta quinta-feira, 5, o Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect-AC) divulgou carta direcionada aos deputados federais e senadores apresentando os motivos para a adesão à campanha contra a venda dos Correios.

O órgão mostrou também descontentamento contra o posicionamento adotado pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria, que fez um pronunciamento defendendo a privatização da estatal.

Segunda a entidade, a meta é conscientizar os políticos para a necessidade de evitar que a empresa de mais de 350 anos seja entregue para a iniciativa privada, resultando no fechamento de agências, como as instaladas no interior do Acre, ocasionando a falta de serviços para os moradores de localidades que não garantem a geração de lucro.

A presidente do Sintect-AC, Suzy Cristiny, disse que a afirmação do ministro é errônea, pois, com a privatização, trabalhadores serão demitidos devido ao fechamento das agências.

“Hoje, às localidades mais lucrativas garantem a existência do sistema e isso é devido a função social. É uma estatal que garante o envio das provas do Enem e das urnas eletrônicas para os locais mais distantes”, argumentou Suzy Cristiny.

Suzy reiterou que os Correios vem dando lucro, enquanto transporta encomendas de outras empresas, como Fedex, DHL, Jadlog, UPS, Azul Cargo, Express por apresentar o menor custo de transporte e qualidade na entrega. “Até as empresas privadas que oferecem o serviço de transporte acabam se aproveitando da estrutura dos Correios, porque, para elas, não é lucrativo abrir um estabelecimento em uma cidade pequena”, concluiu.

Cotidiano

Bolsonaro discute com AGU possibilidade de não cumprir decisão de Moraes

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) discute com a Advocacia-Geral da União (AGU) a possibilidade de não cumprir a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e não comparecer para prestar depoimento no inquérito que apura o vazamento de documentos sigilosos. A CNN apurou que o pano de fundo dessa decisão é a delegada Denisse Ribeiro, responsável pela condução dos principais inquéritos que miram o presidente, alguns de seus familiares e apoiadores.

Aliados de Bolsonaro disseram à CNN, em caráter reservado, que o presidente se recusa a ser ouvido por Denisse —que, além de conduzir a apuração sobre o suposto vazamento de documentos sigilosos, também cuida do inquérito das fake news, das milícias digitais e da live em que o presidente atacou a segurança das urnas eletrônicas.

Nesta quinta-feira (27), Moraes determinou que Bolsonaro compareça pessoalmente à Superintendência da Polícia Federal (PF) no Distrito Federal nesta sexta (28), às 14h, para ser interrogado sobre a suspeita de vazamento de documentos sigilosos de uma investigação da PF a respeito de ataque hacker ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A CNN apurou que, no entendimento da AGU, Bolsonaro não é obrigado a comparecer e que, como investigado, poderia abrir mão de sua defesa. O entendimento, no entanto, é considerado controverso no meio jurídico. Em seu despacho, o próprio ministro Alexandre de Moraes destaca que “a Constituição consagra o direito ao silêncio e o privilégio contra a autoincriminação, mas não o direito de recusa prévia e genérica à observância de determinações legais”.

A decisão do ministro foi em resposta a um pedido da AGU para que Bolsonaro não comparecesse ao depoimento, cujo prazo venceria nesta sexta-feira, dia 28. Moraes havia dado ao presidente a prerrogativa de escolher data, horário e local para o interrogatório, mas a AGU apenas apresentou, na véspera do fim do prazo, um pedido de dispensa.

No entendimento da Advocacia-Geral da União, os artigos 1º e 5º da Constituição Federal, que tratam dos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos brasileiros, o artigo 8º da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, sobre garantias judiciais, e a decisão do próprio Supremo que, em 2018, proibiu a condução coercitiva, ato no qual um juiz manda a polícia levar um investigado ou réu para depor num interrogatório.

Na decisão desta quinta, no entanto, Moraes disse que Bolsonaro já havia concordado com o depoimento e que, a pedido da AGU, estendeu o prazo –por 60 dias– para que o presidente indicasse o local, dia e horário para ser ouvido e, assim, “exercer real, efetiva e concretamente seu direito de defesa, como fator legitimador do processo penal em busca da verdade real e esclarecimento de importantes fatos”.

“Será o investigado quem escolherá o “direito de falar no momento adequado” ou o “direito ao silêncio parcial ou total”; mas não é o investigado que decidirá prévia e genericamente pela possibilidade ou não da realização de atos procedimentais ou processuais durante a investigação criminal ou a instrução processual penal”, escreveu Moraes.

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Cotidiano

Desemprego cai a 11,6% no trimestre até novembro; rendimento é o menor da década

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A taxa de desemprego recuou para 11,6% no trimestre que foi de setembro a novembro, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No trimestre móvel anterior, de julho a setembro, a taxa havia sido de 12,6%.

O número de desempregados diminuiu 10,6% nesse período, o que equivale a 1,5 milhão de pessoas a menos nesse grupo, que totaliza agora 12,4 milhões.

Em relação ao mesmo período de 2020, a queda é de 14,5% (2,1 milhões a menos em busca de trabalho).

Já na comparação com o trimestre encerrado em agosto, o número de pessoas ocupadas aumentou 3,5%, o que corresponde a 3,2 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho, diz o IBGE.

O nível de ocupação, que corresponde ao percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, avançou 1,7 ponto percentual de um trimestre móvel para o outro, a 55,1%.

Os números indicam uma trajetória de recuperação do mercado de trabalho nos últimos trimestres, destaca o instituto, mas também refletem a “sazonalidade dos meses do fim de ano, período em que as atividades relacionadas principalmente a comércio e serviços tendem a aumentar as contratações”, diz a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, em nota.

O comércio foi o grande responsável por esse avanço, destaca o estudo. O setor absorveu 719 mil pessoas a mais nos três meses até novembro em relação ao período anterior, uma alta de 4,1%.

A indústria também contribuiu, com crescimento de 3,7% nas contratações no período, o que representa um acréscimo de 439 mil pessoas.

Já o segmento de alojamento e alimentação, destacado pelo IBGE como um dos mais prejudicados desde o início da pandemia de Covid-19, mostrou alta de 9,3% no contingente de trabalhadores, ou 438 mil empregados a mais.

Carteira assinada avança

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado aumentou 4% no período (acréscimo de 1,3 milhão de pessoas), seguindo tendência dos trimestres anteriores.

“No setor privado, os segmentos de comércio, indústria, saúde e educação e de tecnologia da informação e comunicação foram os que mais expandiram a sua ocupação com trabalhadores com carteira assinada”, diz a pesquisadora.

O número de pessoas empregadas sem carteira no setor privado também subiu, com aumento de 7,4% (adição de 838 mil pessoas). Frente ao mesmo período do ano anterior, o aumento foi de 18,7%.

O número de trabalhadores por conta própria também cresceu: o aumento foi de 588 mil pessoas (2,3%) em relação ao último trimestre e de 3,2 milhões (14,3%) frente ao trimestre encerrado em novembro de 2020. Na categoria dos trabalhadores domésticos, o aumento na ocupação foi de 6,0% frente ao trimestre anterior e de 22,5% em relação ao mesmo trimestre de 2020.

Rendimento menor

Apesar do aumento no contingente de trabalhadores, a pesquisa mostra que as pessoas estão ganhando menos. O estudo destaca que, mesmo com a massa de rendimento real habitual estável em R$ 227 bilhões, o rendimento real habitual caiu 4,5% frente ao trimestre anterior, para R$ 2.444, o menor já registrado pela série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.

Na comparação anual, a queda é de 11,4%.

“Isso significa que, apesar de haver um aumento expressivo na ocupação, as pessoas que estão sendo inseridas no mercado de trabalho ganham menos. Além disso, há o efeito inflacionário, que influencia na queda do rendimento real recebido pelos trabalhadores”, explica Beringuy.

Enquanto isso, a taxa de informalidade se manteve estável na comparação com o trimestre móvel anterior, em 40,6%, apesar do aumento no número de trabalhadores informais.

A especialista destaca que, do crescimento de 3,2 milhões de trabalhadores no número de pessoas ocupadas, 43% vieram do trabalho informal.

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Cotidiano

Com crise no atendimento, Xapuri faz bloqueio químico para conter dengue

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A Secretaria Municipal de Saúde de Xapuri (Semusa), por meio do Setor de Endemias do Departamento de Vigilância em Saúde, intensificou nos últimos dias as ações de bloqueio químico contra o mosquito Aedes aegypti, causador de diversas doenças, sendo a mais comum a dengue.

As ações de combate à dengue em Xapuri começaram a ser intensificadas em agosto do ano passado, em parceria com a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra), na retirada de entulhos, e envolveu o programa Saúde na Escola com ações de conscientização.

As ações de bloqueio químico – procedimento que ficou conhecido como fumacê, apesar de hoje o produto usado não ser mais o mesmo – são realizadas em pontos estratégicos, após a Vigilância em Saúde identificar a localização dos focos e o s

Setor de Endemias deslocar a equipe para evitar a proliferação.

“A Semusa tem feito apelos à população para que evite água parada, estamos no período sazonal de dengue, e enfrentamos diversas outras doenças ao mesmo tempo. Então vamos agir juntos, para reduzirmos a sobrecarga no sistema de saúde”, diz a secretaria por meio de nota.

Risco de epidemia

Xapuri está entre os municípios acreanos com risco elevado para epidemias de arboviroses, que são as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Os demais são: Brasiléia, Bujari, Capixaba, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Plácido de Castro, Porto Acre, Rio Branco, Rodrigues Alves, Sena Madureira.

Acrelândia, Assis Brasil, Mâncio Lima, Manoel Urbano, Senador Guiomard e Tarauacá também precisam reforçar ações de controle dos focos de reprodução do mosquito. Em casos como os desses municípios, o estado intensifica as ações de orientação para combate e prevenção das arboviroses.

Situação no país

O Brasil registrou queda 42,6% no número de casos prováveis de dengue entre 2020 e 2021. No ano passado, foram notificadas 543.647 infecções, contra 947.192 em 2020. Os dados são da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Entre os casos de zika, houve uma pequena redução de 15%, passando de 7.235 notificações em 2020 para 6.143 em 2021. Já a chikungunya registrou aumento de 32,66% dos casos, com 72.584 em 2020 e 96.288 no ano passado.

O sanitarista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Brasília, Cláudio Maierovitch, destaca em publicação do portal Brasil 61 que 2020 foi um ano de muitos casos e, por isso, não se deve relaxar com a queda de contágios que ocorreu em 2021.

“Mesmo não tendo havido aumento de um ano para o outro, essa não é boa comparação, uma vez que o ano anterior foi de números altos”, alerta o cientista.

Cuidados necessários

Para estimular essa prevenção mecânica feita pela sociedade, o Ministério da Saúde desenvolveu a atual campanha de combate à dengue. É um chamado para que cada cidadão coloque em sua rotina semanal uma ronda de até 10 minutos direcionada para a eliminação de locais que possam ser foco do mosquito.

– Vire garrafas, baldes e vasilhas para não acumularem água.

– Coloque areia nos pratos e vasos de plantas.

– Feche bem os sacos e lixo.

– Guarde os pneus em locais cobertos.

– Tampe bem a caixa-d’água.

– Limpe as calhas.

“A grande importância de combater o mosquito é que não teremos pessoas doentes. Portanto, cada um deve assumir a responsabilidade dentro de sua casa, do seu local de trabalho”, incentiva o coordenador geral de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde, Cássio Peterka.

O mosquito da dengue é um vetor muito adaptado ao meio urbano. Cerca de 80% dos focos do Aedes aegypti estão dentro das casas e podem ser controlados com considerável facilidade com a tomada contínua e permanente das medidas recomendadas pelo Ministério da Saúde.

“Colocar areia nos pratinhos de planta é uma boa alternativa. Se precisar guardar potes e garrafas, vire-os de cabeça para baixo. É importante que os ralos tenham telas de proteção ou sejam fechados quando não estiverem em uso. O lixo também deve ser bem fechado para evitar o acúmulo de água”.

Com colaboração do portal Brasil 61.

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Cotidiano

Ifac abre seleção com 520 vagas de cursos superiores em cinco municípios do Acre

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Já estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo 2022 de cursos superiores do Instituto Federal do Acre (Ifac). São 520 vagas para os campus de Cruzeiro do Sul, Rio Branco, Sena Madureira, Tarauacá e Xapuri.

Para se inscrever, basta acessar o site https://web.ifac.edu.br/processoseletivo/, clicar em “Inscreva-se Aqui” e depois selecionar o item referente aos cursos de graduação. A seletiva será realizada com base nos resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), dos anos 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020 ou 2021. As inscrições seguem até o dia 18 de fevereiro.

De acordo com edital, a classificação dos candidatos será realizada com base na soma das notas obtidas nas áreas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; e Redação, do Enem informado pelo candidato, no momento da inscrição.

O resultado preliminar está previsto para ser divulgado no dia 21 de fevereiro, após às 17h. Os candidatos que tiverem interesse em interpor recurso deverão apresentar documentação no dia 22 de fevereiro. O resultado final e a convocação para matrícula serão publicados em 24 de fevereiro.

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