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Mãe pede doação de 1 real para comprar cadeira de rodas ao filho com encefalopatia

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Daiana Barroso, mãe do pequeno João Paulo, de 2 anos e 10 meses, veio a público nesta segunda-feira, 2, pedir a doação de uma cadeira de rodas para o bebê que foi diagnosticado, logo ao nascer, com ECNE – Encefalopatia crônica não progressiva.

“João nasceu no dia 22 de setembro de 2018, em Ipixuna, no Amazonas, e desde os seus primeiros dias de vida já começou a enfrentar o ambiente hospitalar”, relatou. Segundo ela, com alguns dias de internação, João foi transferido para o município de Cruzeiro do Sul, no Acre, e logo após para o Hospital da Criança, na capital do estado. “Ele ficou internado por cerca de um ano, tendo alta no dia 09 de agosto de 2020”.

A mãe pede ajuda para comprar uma cadeira de rodas, pois o bebê está em fase de crescimento e ela já não consegue mais carregar o pequeno João no colo para levá-lo ao médico. Além disso, a cadeira é muito importante, haja visto que dará mais qualidade de vida para ele, pois poderá vivenciar uma nova postura, visto que o mesmo sempre esteve acamado, ajudará também no melhor funcionamento do seu intestino, auxilia na melhora hemodinâmica, melhora o esquema corporal, entre outras melhorias.

Dayanna, que não tem condições de comprar a cadeira e de manter os custos, propôs o desafio “Todos pelo João”, onde ela pede a doação no valor de R$ 1,00 real para arrecadar o valor necessário para a compra da cadeira de rodas. “Contamos com você para nos ajudar doando e divulgando para que esse anúncio chegue a muitas pessoas e possamos arrecadar o valor para ajudar o João!”, complementou. O pix para a transferência é o número de telefone celular 68 999013124, em nome de Dayanna Barroso.

Cotidiano

Paralisação do transporte coletivo deve durar toda a segunda; terça segue indefinida

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A paralisação do transporte coletivo que ocorre desde das 5 horas da manhã deverá perdurar toda esta segunda-feira (20). As informações foram repassadas pelos próprios motoristas de ônibus das empresas Floresta, Via Verde e São Judas Tadeu, esta última que operaram parcialmente até às 9 horas.

De acordo com os profissionais, a paralisação ocorre devido a falta de pagamento de seus respectivos salários, férias e 13º que se encontram em atraso desde o início da pandemia.

Eles não souberam informar se irão repetir o ato nesta terça-feira, 21, mas ao que tudo indica, existe a possibilidade caso não ocorra uma conversa entre representantes da prefeitura, Câmara de Vereadores e empresas do transporte coletivo.

Os motoristas alegam que as empresas se comprometeram em pagar os respectivos salários somente se o Projeto de Lei (PL) enviado pelo prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, que prevê um aporte de R$ 2,4 milhões fosse aprovado pela Câmara de Vereadores de Rio Branco. Atualmente, o PL foi devolvido à Prefeitura após os vereadores encontrarem entraves.

A categoria alega que as empresas vem arrecadando desde o início da pandemia e que durante esse tempo todo nenhum pagamento de salário foi feito, deixando os salários dos trabalhadores todos na conta do programa de Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda do Governo Federal, que encerrou mês passado.

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Cotidiano

Cidadania protocola repúdio à Câmara de Vereadores por viagens com diárias na pandemia

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O presidente estadual do partido Cidadania, David Hall e o pré-candidato ao Senado pelo partido, Leandro Costa, protocolaram nesta segunda-feira, 20, uma nota de repúdio acerca das viagens com gordas diárias que os vereadores da Câmara de Rio Branco vêm realizando neste momento de pandemia.

Na nota, Hall e Leandro Costa lamentaram a postura dos vereadores e ressaltaram que muitos cidadãos estão passando fome enquanto os parlamentares gastam dinheiro em ações não prioritárias.

“Sabemos que os vereadores da capital ganham em torno de R$ 12 mil de salário, sem contar com as verbas de assessoria, combustível, material gráfico e aluguel de carros. O Cidadania apoia a busca por qualificação, mas sugere que os vereadores realizem cursos online ou presenciais em instituições educacionais com sede em Rio Branco ou que custeie as viagens com seus próprios salários”, diz trecho da nota.

Dos 17 vereadores da atual legislatura, a metade já viajou neste ano para realizar curso de capacitação fora do Estado com diárias, estão entre eles: Antônio Morais (PSB), Raimundo Neném (PSB), Hildegard Pascoal (PSL), Célio Gadelha (MDB), Fábio Araújo (PDT), Lene Petecão (PSD) e dentre outros.

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Cotidiano

EUA suspenderão restrições à entrada de estrangeiros vacinados contra Covid em novembro

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Os Estados Unidos vão suspender todas as restrições de viagens internacionais, a partir de novembro, para adultos estrangeiros que estiverem totalmente vacinados contra a Covid-19, anunciou o governo do presidente Joe Biden nesta segunda-feira (20).

A medida vale para todos os países, inclusive o Brasil, e substitui o atual sistema, que restringe o voo de estrangeiros de determinados países e impõe outras restrições, como quarentenas obrigatórias.

A Casa Branca informou que ela entra em vigor “a partir do início de novembro”, sem especificar a data exata. Não foi informado até o momento quais vacinas serão aceitas.

Segundo o comunicado, os estrangeiros que viajarem aos EUA deverão estar totalmente imunizados e apresentar o comprovante de vacinação antes de embarcar.

Além disso, o país vai manter a exigência de que o passageiro apresente um teste negativo de Covid-19 feito até 3 dias antes do embarque.

Vacinas aprovadas nos EUA

Segundo a Casa Branca, o CDC (sigla em inglês pra Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) será consultado para orientar quais imunizantes serão aceitos.

Atualmente, o CDC considera “totalmente vacinado” contra a Covid-19 quem tomou os imunizantes aprovados para uso emergencial no país: da Pfizer, da Moderna e da Janssen (vacina em dose única da Johnson& Johnson).

2 semanas após a segunda dose das vacinas da Pfizer e da Moderna;

2 semanas após a dose única da vacina da Janssen.

O site do CDC sobre viagens internacionais faz uma ressalva e diz que “a orientação também pode ser aplicada a vacinas contra a Covid-19 que foram listadas para uso emergencial pela Organização Mundial de Saúde (por exemplo, a vacina de Oxford/AstraZeneca)”.

Entre os imunizantes aprovados pela OMS está a CoronaVac, vacina da fabricante chinesa Sinovac que no Brasil é produzida e distribuída em parceria com o Instituto Butantan. Mas no site do CDC não há qualquer menção à CoronaVac ou a outras vacinas além da AstraZeneca.

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Cotidiano

Bolsonaro é único dos líderes do G20 sem vacina na Assembleia Geral da ONU

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O presidente Jair Bolsonaro embarcou para Nova York no domingo (19), para participar da 76ª Assembleia Geral da ONU, sem ter tomado qualquer vacina contra a Covid-19.

Entre os 19 líderes do G20 (composto pelas 19 principais economias mais a União Europeia) presentes no encontro, Bolsonaro é o único que declarou que não tomou e não iria tomar a vacina para ir ao evento anual da Organização das Nações Unidas.

Não houve divulgação oficial sobre o status vacinal de outros três líderes que vão representar seus países na assembleia: dois ministros das Relações Exteriores (da China e da Arábia Saudita) e o primeiro-ministro da Rússia, Mikhail Mishustin.

No entanto, tanto o rei da Arábia Saudita, Salman Bin Abdulaziz Al-Saud, quanto o presidente da Rússia, Vladmir Putin, tomaram suas vacinas. Já a situação vacinal do presidente da China, Xi Jinping, é um mistério: o país não divulgou se o presidente se vacinou ou não. Ele não participará do encontro de forma presencial.

Houve uma grande discussão sobre se os líderes e suas comitivas diplomáticas teriam que apresentar seus atestados de vacinação para entrar em Nova York – a cidade exige comprovação de vacinação para circular em espaços públicos fechados. Mas a ONU acabou informando às comitivas que haveria uma exceção diplomática e a entidade não iria cobrar os atestados.

Exemplo para população

Não se vacinar ou mesmo não divulgar o status vacinal de seus líderes é exceção entre as principais economias do mundo.

Na grande maioria dos países, os líderes não só tomaram alguma das diversas vacinas contra a Covid-19 disponíveis, mas fizeram grande publicidade de suas vacinações para incentivar a população.

O presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, por exemplo, tomou a primeira dose da vacina da AstraZeneca em abril deste ano. É ele quem vai representar o país na ONU. A primeira-ministra alemã Angela Merkel, que não estará em Nova York neste ano, também se vacinou publicamente. Ela tomou a primeira dose da AstraZeneca e a segunda da Moderna.

Apesar do país ser muito estrito quanto ao direito à privacidade médica, a divulgação da vacinação dos líderes é considerada um exemplo para a população.

“E agora ela talvez tenha afastado o medo das pessoas, que estavam ou estão preocupadas com essa chamada vacinação cruzada (tomar doses de vacinas diferentes, como recomendou o Ministério da Saúde do país)”, afirmou na época o porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert.

O presidente do Canadá, Justin Trudeau, também tomou a primeira dose da AstraZeneca e a segunda da Moderna, completando sua imunização em julho. O país também recomendou que quem recebeu a primeira dose de AstraZeneca tomasse a segunda dose de outra vacina de RNA – da Pfizer ou da Moderna.

Já o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, tomou ambas as doses da vacina da AstraZeneca. Em junho, quando tomou a segunda dose, publicou uma foto nas suas redes sociais dizendo “segunda dose tomada! Quando for sua vez, tome a vacina!”.

O presidente dos EUA, Joe Biden, tomou a primeira dose da vacina da Pfizer ainda em dezembro de 2020, quando já tinha sido eleito mas ainda não tinha assumido. Sua vacinação foi exibida ao vivo na televisão.

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