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Nicolau Júnior destaca parceria no aniversário de Rodrigues Alves

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Apesar do aniversário de 29 anos de Rodrigues Alves, localizado no Vale do Juruá, ter acontecido na quarta-feira, o ponto alto da celebração foi nesta sexta-feira, 30, com o anúncio de investimentos por parte do Governo do Estado que somam mais de R$ 6 milhões de reais e beneficiam todas os municípios da região.

O encerramento das comemorações aconteceu com uma solenidade na quadra da escola Francisco Braga de Souza, onde o governador Gladson Cameli, junto com os prefeitos Jailson Amorim, de Rodrigues Alves, Isaac Lima, de Mâncio Lima e Zequinha Lima, de Cruzeiro do Sul, assinou convênios, termos de doação e ordens de serviço.

Convidado para o evento o presidente da Assembleia Legislativa do Acre, deputado Nicolau Júnior (Progressistas), destacou a importância da parceria entre estados e municípios para o desenvolvimento do Acre.

“Continue ajudando dessa forma os municípios. E assim que vamos avançar na melhora da qualidade de vida da nossa população. Precisamos dar as mãos seja governo, prefeituras e nós do Poder Legislativo que não medimos esforços para ajudar nas iniciativas que beneficiam a população”, disse.

Nicolau destacou ainda o fato do governo ter levado todos os secretários à região “isso é muito bom. Os secretários estão aqui vendo se perto as dificuldades dos municípios. Muitas vezes, o secretário não tem conhecimento porque está em Rio Branco. Esse novo modelo de gestão é maravilhoso porque aproxima ainda mais o governo dos municípios”, enfatizou.

Acre

Cresce número de bolivianos praticando comércio em Xapuri

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A presença de comerciantes ambulantes de nacionalidade boliviana – alguns com dupla nacionalidade – na região central de Xapuri, vendendo uma infinidade de produtos que são trazidos clandestinamente para o lado brasileiro, como eletrônicos chineses de pequeno porte a gêneros alimentícios como uva, batata, cebola e alho, principalmente, já remonta a mais de uma década.

Inicialmente, eles trabalhavam apenas sob as pequenas e bastante conhecidas bancas protegidas por guarda-sóis coloridos, que chegaram a se tornar parte da paisagem do centro da cidade, mas agora muitos deles já possuem prédios alugados e, aos poucos, estão chegando outros e se integrando ao comércio regularmente estabelecido a contragosto dos comerciantes tradicionais.

Escorchados pela dura política tributária do país, os comerciantes locais se sentem prejudicados com a situação e já fizeram, até o momento em vão, por meio da Associação Comercial de Xapuri, várias solicitações de providências às autoridades municipais e estaduais, assim como à Receita Federal, no que diz respeito à entrada ilegal de produtos importados no país.

Ouvindo alguns representantes do setor na cidade, percebe-se que a intenção, no entanto, não é a de se expulsar os vendedores bolivianos da cidade, mas apenas definir um local específico onde eles possam trabalhar e pagar tributos como os comerciantes formais, como é o caso de Celso Paraná, que já presidiu a Associação Comercial do município por dois mandatos.

“Temos dialogado com a prefeitura no sentido de buscar, junto às demais instituições responsáveis, como a Receita Federal e a Polícia Federal, uma solução para o problema, que precisa ser resolvido, mas com todo cuidado, com respeito e, acima de tudo, com a dignidade e a humanidade que essas pessoas merecem”, disse ao ac24horas em uma conversa ainda antes da pandemia.

De acordo com o Setor de Cadastro e Arrecadação da prefeitura, até 2019 existiam 13 ambulantes bolivianos, a maioria mulheres, cadastrados no município, com uma “permissão” para praticar o comércio na cidade com base em alguns critérios definidos em um acordo informal, mantido entre a municipalidade e a própria Associação Comercial, segundo explicou o fiscal Ronnivon da Silva.

“Há um acordo entre a prefeitura e a associação comercial para que eles trabalhem nas imediações do Mercado dos Colonos e em alguns outros pontos, em dias específicos, mas já estamos resolvendo a situação para eles saiam das ruas e procurem uma localização definitiva. A maioria tem CPF brasileiro e filhos no Brasil. Têm dupla nacionalidade”, afirmou.

A respeito do assunto, a Prefeitura de Xapuri acaba de anunciar em sua página na internet que vai dar início a um trabalho de fiscalização para enquadrar os empresários do setor do comércio em geral, sejam brasileiros ou bolivianos, nas exigências legais do município quanto ao usos dos espaços públicos, como as calçadas, por comerciantes.

“A Prefeitura de Xapuri intensifica a fiscalização e empresários terão que se enquadrar em exigências legais do município, como na obtenção de documentações específicas e pessoais para continuarem comercializando produtos e prestando serviços na cidade. Também será feita a regulamentação das dependências públicas, como calçadas e margens de ruas para fins comerciais”, diz um trecho do comunicado.

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Acre

Deracre recupera trechos da Estrada da Borracha, em Xapuri

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As obras consistem em serviços de tapa-buracos em toda a extensão da via, que tem estado geral bom, mas apresenta pontos críticos em alguns trechos, oferecendo risco ao tráfego de veículos. Os reparos estão sendo feitos em asfalto quente e correspondem a um compromisso feito pelo governador Gladson Cameli de manter a estrada em boas condições.

A reportagem entrou em contato com o diretor-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre), Petrônio Antunes, na tarde desta sexta-feira (24), para obter detalhes a respeito dos serviços que estão sendo executados na rodovia estadual, mas ele não respondeu até o fechamento desta nota.

A AC-485 possui 12 quilômetros de extensão nesse trecho entre a BR-317 e Xapuri, onde se chama Estrada da Borracha. O nome se deu em razão da localização da Fábrica de Preservativos Natex, instalada no km 6, no ano de 2008. No seu curso, nas duas margens, a estrada é circundada de seringueiras, plantadas quando a rodovia foi pavimentada, entre os anos 1999 e 2000.

BR-317

As obras na Estrada da Borracha ocorrem no momento em que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) avança com a recuperação da BR-317 entre Rio Branco e os municípios do Alto Acre. No trecho entre o trevo de Plácido de Castro e o Entroncamento de Xapuri, as condições da rodovia federal são muito boas, apesar de alguns problemas pontuais.

Na próxima semana, há a previsão de serem iniciados os serviços de recuperação de um rompimento ocorrido em março, nas proximidades de Epitaciolândia, além da recuperação do trecho urbano em Epitaciolândia e Brasiléia. Entre Brasiléia e Assis Brasil estão ocorrendo serviços de manutenção com tapa buracos e remendos profundos, segundo o DNIT.

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Acre

Sem registro de mortes, Acre contabiliza 3 casos de Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), registrou 3 novos casos de infecção por coronavírus nesta sexta-feira, 24. O número de infectados subiu para 87.937.

Com o avanço da vacinação, a saúde informou que nenhuma notificação de óbito foi registrada, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 permaneça em 1.836 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 248.049 notificações de contaminação pela doença, sendo que 160.087 casos foram descartados e 25 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 85.917 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 12 seguiam internadas até o fechamento deste boletim.

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Acre

Bocalom compra medicamentos para um ano em Rio Branco

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Em coletiva de imprensa realizada no fim da manhã desta sexta-feira, 24, no Departamento de Assistência Farmacêutica, a prefeitura de Rio Branco anunciou o recebimento de medicamentos a serem distribuídos às unidades de Saúde do município.

De acordo com o prefeito da capital, Tião Bocalom (Progressistas), a compra dos medicamentos custou aos cofres públicos R$13 milhões, dos R$ 33 milhões previstos inicialmente. Com a redução, houve uma economia de R$ 20 milhões na aquisição de medicamentos a serem dispensados para os pacientes.

O chefe do executivo municipal frisou que várias empresas do país acabaram vencendo a licitação. “Tem empresa de São Paulo, de Santa Catarina, Rio de Janeiro, do Acre e demais estados. A preocupação era essa de fazermos uma compra mais barata possível. Com a economia, vamos realizar mais investimentos na área de saúde”, ressaltou.

Já a secretária de Saúde, Sheila Andrade, disse que, na data, uma empresa de São Paulo deverá enviar uma parte dos medicamentos e já na próxima semana. “Houve uma demora devido a licitação de cotação de preços pedida pelo prefeito Tião Bocalom. Essa gestão está comprometida com a transparência e com o bem público”.

Andrade contou ainda que os medicamentos adquiridos são suficientes para abastecer a capital pelo período de um ano. Além disso, a gestora garantiu que a prefeitura está verificando os medicamentos que estão em falta para que seja feita a imediata reposição. “Até a próxima semana esses remédios vão estar nas unidades de atenção básica de saúde”, explicou.

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