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Acre aguarda nota técnica do Ministério da Saúde para vacinar adolescentes contra Covid-19

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O início da vacinação contra Covid-19 para adolescentes que tenham entre 12 a 17 anos poderá ocorrer nas próximas semanas. As informações são da Secretária Estadual de Saúde, Paula Mariano, e do secretário municipal de saúde, Frank Lima.

Em entrevista ao Gazeta Alerta nesta terça-feira, 27, os gestores afirmaram que a vacinação depende apenas de uma Nota Técnica do Ministério da Saúde (MS).

A secretária de saúde do Estado, Paula Mariano, afirmou que a vacinação desse grupo ocorrerá após autorização do MS e o cumprimento da meta dos vacinados acima de 18 anos.

“A gente precisa da liberação do Ministério da Saúde e estamos em conversa com o Ministério. Pra eu falar isso, a gente tem que cumprir a meta acima de 18 anos”, afirmou.

O secretário de saúde de Rio Branco, Frank Lima, afirmou que a vacinação contra covid-19 de adolescentes a partir de 12 anos deverá começar com aqueles com comorbidades ou deficiência permanente.

“Sexta e sábado eu recebi o secretário nacional do Ministério da Saúde em Rio Branco e eles visitaram conosco os pontos de vacinação, e foi aventado que o Ministério da Saúde está pensando em fazer a vacinação de pessoas com 12 anos ou mais com comorbidades. E aí nós pedimos a ele que liberasse Rio Branco para que descesse na idade, mas tem uma singularidade do Brasil. Ele não pode fazer uma nota técnica somente para Rio Branco e a medida que iremos tomar assim que a nota técnica chegar, a gente vai pedir uma reunião de CIBS e não só Rio Branco, mas todos os municípios poderão iniciar a vacinação pelos 17 anos”, afirmou.

Acre 01

Tesouro mantém nota B para o Acre e empréstimos seguem avalizados pela União

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Em 2020, estados e municípios, incluindo estatais, tiveram um superávit de R$ 42,9 bilhões, o maior resultado primário da série histórica iniciada em 2000, e terminaram o ano com um acréscimo de R$ 31,1 bilhões no estoque de caixa e equivalente de caixa.

Para o Acre, segundo o Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais divulgado nesta 3ª semana de setembro pelo Tesouro Nacional, uma boa notícia é que o Estado conseguiu manter, em 2021, nota B na Capacidade de Pagamento, feito que vem desde 2019.

A maioria dos Estados tem nota B. Dois estão em situação difícil, com nota C. Roraima e Rondônia estão entre os melhores, com nota A. Tendo em vista os tempos difíceis da pandemia da Covid-19, a nota foi bem recebida no governo. Em entrevista ao ac24horas, o secretário de Fazenda, Rômulo Grandidier, comemorou a nota:

“Mais uma vez apresentamos o bom resultado dos trabalhos que estamos realizando aqui na Secretaria da Fazenda. Dessa vez, em mais uma avaliação nos mantemos nossa capacidade de pagamento na nota B. O que consideramos ótimo, visto que, mesmo diante do cenário pandêmico, o Estado demonstra, mais uma vez, o seu compromisso em manter o cumprimento das regras de responsabilidade fiscal, além de honrar seus pagamentos”.

O diretor de Contabilidade da Sefaz, Eduardo Maia, a Capacidade de Pagamento do Estado realizada pela Secretaria do Tesouro Nacional visa apresentar de forma simples e transparente se um novo endividamento representa risco de crédito para o Tesouro Nacional. “A atribuição dessa nota indica que o Estado do Acre está apto para captar novos recursos de Operações de Créditos com a garantia da União e indica também a plena capacidade que o Estado tem de honrá-los”, disse Maia.

No agregado, os estados e o Distrito Federal apresentaram uma melhora de R$ 19,8 bilhões no resultado primário em relação ao exercício anterior, com um superavit de R$ 53,2 bilhões em 2020, o maior da série histórica. Esse resultado reflete um aumento de 6,8% das receitas primárias, enquanto as despesas cresceram 4,7% no período.

Já o resultado orçamentário, que é calculado pela diferença entre as receitas arrecadadas e todas as despesas empenhadas no exercício, manteve-se positivo em R$ 33,1 bilhões, um acréscimo significativo em relação ao resultado de 2019, de R$ 1,1 bilhão. Com isso, a necessidade de financiamento dos entes ficou negativa em R$ 17 bilhões, resultado inédito desde o início da publicação, em 2016.

Pelo lado da despesa, o destaque fica por conta da diminuição do ritmo do aumento do gasto com pessoal em 2020, ano em que 13 estados apresentaram redução real nessa rubrica. As maiores quedas foram observadas em Goiás (-7,9%) e Rio Grande do Sul (-5,2%), enquanto Alagoas e Paraíba apresentaram aumentos de 10,1% e 9,6%, respectivamente. De acordo com o documento, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Acre, Paraíba, Rio Grande do Sul, Amapá, Paraná e Sergipe apresentam alto comprometimento de suas receitas correntes líquidas (superior a 57%) com despesas com pessoal.

A melhoria nas contas dos Estados se reflete também no resultado da análise da capacidade de pagamento (Capag), classificação feita pelo Tesouro Nacional a partir da verificação de indicadores econômico-financeiros que refletem o grau de solvência e a saúde fiscal dos entes que querem contratar empréstimos com garantia da União. Para 2021, 20 estados receberam notas A ou B, que permitem ao ente receber garantias da União para novos empréstimos, contra apenas 10 em 2020.

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Acre 01

Gladson pede que setores passem a exigir carteira de vacinação: “Não precisa de decreto”

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) solicitou nesta sexta-feira, 17, que os órgãos públicos privados passem a exigir a obrigatoriedade da carteira de vacinação.

De acordo com Cameli, não há necessidade do Poder Executivo ter que tomar uma atitude drástica nesse sentido. “Eu quero fazer um apelo, naturalmente, para que o Estado não tenha que decretar, os donos de bar, restaurantes, cinema e todas as áreas passem a cobrar a carteira de vacinação, vamos fazer isso juntos para que não seja preciso decretar, determinar ou tipo uma ditadura, pois eu não quero isso”, ressaltou.

Cameli destacou que o apelo é devido ao baixo índice de cobertura vacinal do público que precisa tomar a 2° dose. “Eu quero que as pessoas naturalmente se conscientizem das suas obrigações”, concluiu.

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Acre 01

Utilidade pública: Acre manterá vacinação para adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades

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Na última quarta-feira, 15, o Ministério da Saúde, em nota, recomendou a suspensão da imunização de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades. Na nota, a pasta pede que sejam vacinados só os adolescentes com comorbidades ou privados de liberdade

Com tom negacionista, o governo federal afirmou ainda que a “maioria dos adolescentes sem comorbidades” não sofre de casos graves da doença e que “os benefícios da vacinação em adolescentes sem comorbidades ainda não estão claramente definidos”.

Apesar da orientação do Ministério da Saúde, a vacinação deve continuar em todo o Acre. Ao ac24horas, tanto a Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) e a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) de Rio Branco informaram em nota nesta sexta-feira, 17, que a pasta não seguirá a recomendação do Ministério da Saúde (MS).

“Essa nota técnica vale para estados e municípios em atraso no esquema vacinal. O que não é nosso caso e há pelo menos 2 meses, foi pactuado em reunião da Comissão Intergestores Bipartite que seguiríamos vacinando adolescentes de 12 anos e acima com ou sem comorbidades”, explicou a Semsa.

“Seria um retrocesso e acima de tudo estamos na iminência do retorno das aulas presenciais e precisamos garantir um ambiente sanitário seguro para todos. Sem contar que somos um estado de fronteira, inclusive, com o Peru, onde a variante Delta toma proporções preocupantes naquele país”, acrescentou a pasta municipal de Rio Branco.

Nas redes sociais, o médico infectologista e referência no combate ao vírus no Acre, Thor Dantas, fez coro à nota da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM).

Na nota, a SBIM discorda da decisão em suspender a vacinação de adolescentes sem comorbidade após o início da vacinação desse grupo.”A medida gera receio na população e abre espaço para fake news”, diz a SBIM.

“Técnica, precisa, sóbria, assertiva, embasada como convém à ciência de boa qualidade!”, acrescentou Thor Dantas ao comentar a nota da SBIM.

O Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed) manifestou-se nesta sexta, assim como outras instituições da área, pela manutenção da vacina aos adolescentes.

“A campanha pela vacinação de adolescentes deve continuar! A vacina contra Covid-19 fabricada pela Pfizer-BioNTech, conhecida como Cominarty, foi aprovada pelo órgão regulatório estadunidense (FDA) em 23 de agosto deste ano para aplicação em adolescentes a partir dos 12 anos de idade e de acordo com o Ministério da Saúde foram registrados eventos adversos em apenas 0,043% dos casos, incluindo os eventos graves, como miocardite, responsável por 16 casos por milhão de vacinados, índice inferior ao risco da própria Covid”, salientou o presidente do Sindimed, Guilherme Pulici.

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Acre 01

Policial diz que redução de mortes no Acre ocorreu devido a trégua de facções

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O advogado e policial civil, Leandro Costa, um dos pré-candidato ao Senado em 2022 pelo Acre em entrevista ao Boa Conversa, exibido pelo ac24horas, na noite desta segunda-feira, 13, afirmou que a redução nos números de homicídio no governo Gladson Cameli (Progressistas) ocorreu em razão de uma trégua entre as facções.

Na entrevista, Leandro Costa disparou críticas e afirmou que a cúpula de Segurança do governo Gladson Cameli (Progressistas) é montada por ex-integrantes da Frente Popular do Acre (FPA).

“Houve uma redução dos homicídios, mas graças a trégua das facções e isso é fato e notório. O Gladson tentou primeiro com o especialista em Segurança [Major Rocha], mas não deu certo e depois ele buscou nos governos petistas pessoas para estarem na cúpula da segurança. Por exemplo, quem é o diretor da polícia civil hoje? É o ex-corregedor da época do PT e o diretor do Iapen? Foi candidato pelo PDT que indicou o vice Marcus Alexandre. Eu não tenho nada contra essas pessoas, mas a forma de estratégia é a do governo petista, que o povo acabou dando respostas às urnas”, afirmou.

Em outro trecho, Leandro afirmou que Gladson se preocupou somente em se eleger e que nos últimos três anos as pessoas vem perdendo a esperança e a vontade de viver no Acre.

“As pessoas estão ociosas e um levantamento do IBGE mostra que no Acre 40 mil pessoas estão desalentadas que são aquelas que estão sem esperança. São pessoas que têm currículo e têm vontade, mas que já desistiram de procurar emprego. Eu faço uma indagação aqui pra vocês, internautas: Sua vida melhorou depois do Bolsonaro e do governo Gladson? A sua vida melhorou?”, indagou.

“O governador se preocupou muito em se eleger e não está mais com a preocupação de resolver os problemas, principalmente, dos mais pobres em relação a geração de emprego e renda”, acrescentou.

Assista a entrevista completa:

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