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“A conta dos 500 mil mortos é do Bolsonaro”, afirmam manifestantes contra o presidente

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Cerca de 200 manifestantes protestaram contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) neste sábado (3) em Rio Branco. A concentração começou às 16h, em frente ao Palácio Rio Branco.

Com faixas e cartazes, o grupo protesta em defesa da vacina, contra privatizações, reforma administrativa, cortes na Educação, contra o projeto de lei que modifica a demarcação de terras e escândalo no Ministério do Meio Ambiente.

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Durante o ato, a autônoma Nara Jucá, contou que os manifestantes não podem ser julgados pelo ato em meio a pandemia do coronavírus. “Nosso ato é em favor da ciência, certo? Então, a conta dos 500 mil mortos não é do ato, é do Bolsonaro”, disse.

De acordo com a organizadora do movimento, Iwlly Cristina, a manifestação segue os protocolos de saúde exigidos pela saúde. “Está na rua é normal, estando todos de máscaras, cumprindo distanciamento social. O nosso presidente é contra o uso de máscara, faz corte de investimento na saúde. Temos que perguntar porque não temos vacina no braço da população”, declarou.

Evandro, do movimento negro Unificado, disse que o ato tem a função simbólica em não distanciar dos direitos. “Queremos a mudança desse país. A questão racial foi implantada e é alimentada pelo presidente. Esse posicionamento dele causa distanciamento das pessoas. Ele nega as cotas, por exemplo”, ressaltou.

O ato foi convocado por partidos políticos, sindicatos e movimentos estudantis e ocorre simultaneamente em Epitaciolândia, no interior do Acre.

Fotos: Sérgio Vale/ac24horas.com (PROIBIDA A REPRODUÇÃO)

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