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Gladson cria conselho que fiscalizará aplicação dos recursos do Fundeb

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) instituiu nesta quinta-feira, 01, o Conselho Estadual de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O ato foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta (01).

O Conselho terá como trabalho acompanhar, controlar a distribuição, a transferência e a aplicação dos recursos do Fundeb; supervisionar o censo escolar anual e a elaboração da proposta orçamentária anual, com o objetivo de concorrer para o regular e tempestivo tratamento e encaminhamento dos dados estatísticos e financeiros que alicerçam a operacionalização do FUNDEB; examinar os registros contábeis e demonstrativos gerenciais mensais e atualizados relativos aos recursos repassados ou retidos à conta do Fundo; emitir parecer sobre as prestações de contas dos recursos do FUNDEB, que deverão ser disponibilizadas mensalmente pelo Poder Executivo estadual e outras atribuições que legislação específica eventualmente estabeleça.

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Em até trinta dias antes do vencimento do prazo para a apresentação da prestação de contas do Poder Executivo junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), o Conselho Estadual do (FUNDEB), deverá emitir parecer conclusivo sobre as contas do Poder Executivo.

Os membros do Conselho não receberão nenhuma remuneração para integrá-lo. O Conselho será constituído por dezesseis membros titulares e seus respectivos suplentes, na forma a seguir:

I – três representantes do Poder Executivo, dos quais pelo menos um do órgão estadual responsável pela educação básica;

II – dois representantes dos poderes executivos municipais;

III – dois representantes do Conselho Estadual de Educação – CEE;

IV – um representante da seccional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – Undime;

V – um representante da seccional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE;

VI – dois representantes dos pais de alunos da educação básica pública;

VII – dois representantes dos estudantes da educação básica pública, dos quais um indicado pela entidade estadual de estudantes secundaristas;

VIII – dois representantes de organizações da sociedade civil a que se refere a Lei Federal nº 13.019, de 31 de julho de 2014; e

IX – um representante das escolas indígenas.

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