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A política muda como as nuvens

O EX-SENADOR Jorge Kalume (PDS), de saudosa memória, grafou uma frase que ficou marcada no anedotário da política acreana: “previsão eleitoral no Acre, antes de 24 horas da votação, nunca acerta”. 


Tem a sua lógica. Nem entramos no ano eleitoral, ninguém sabe como estarão as composições em outubro de 2022; que cenário de popularidade se encontrará o governo estadual, ou seja, toda a afirmação que se fizer hoje sobre a disputa do Palácio Rio Branco no próximo ano, não vai passar de uma ejaculação precoce sobre quem ganhará a eleição. 


Pesquisa este ano para governador tem a mesma credibilidade da venda de terrenos na lua. O máximo que os candidatos a governar o Acre poderão fazer este ano é conversar, buscar alianças, refazer pontes quebradas, porque ninguém sabe o que acontecerá até a data da votação. 


Por isso, vamos devagar com o andor, que o santo é de barro, e pode quebrar antes de chegar ao Palácio Rio Branco. “A política é dinâmica”, já dizia o saudoso filósofo do Abunã, Rapirã e cercanias, ex-prefeito de Plácido Castro, Luiz Pereira.


CRIA OS FILHOS


TODO candidato a prefeito sabia na campanha que, pegaria prefeituras endividadas. Sem motivo, pois, do lamento do prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Lopes, por herdar dívida de 50 milhões de reais. Quem casa com a viúva, cria os filhos, diz o velho e sempre atual ditado.


NENHUMA DÚVIDA


CLARO QUE, o PT não vai anunciar este ano qual o futuro político do Jorge Viana, vai embromar entre disputar o governo e o Senado. Anotem: JV só tem foco no Senado.


NÃO TINHA JUSTIFICATIVA


O PREFEITO TIÃO BOCALOM agiu certo em brecar uma dispensa de licitação para uma contratação sem sentido, de uma empresa do interior do Pará, por 7 milhões de reais, para dar assessoria técnica e de gestão à SEMEIA.


FEIJÃO COM ARROZ


VOLTO a comentar que, primeiro o prefeito Tião Bocalom tem de fazer o feijão com arroz de tapar os buracos, deixar a cidade limpa, coletar o lixo, remédios e médicos nas unidades de saúde, deixando de lado projetos faraônicos. O primeiro mês do “engenheiro verão” se foi


ENCONTROU O CHAPÉU


 O deputado federal Léo de Brito (PT), ao dar um tranco duro no deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), nada mais fez do que cumprir o seu papel de parlamentar da oposição não se calar. Na política, só não cabe o muro, tem de ter lado.


NÃO CONCORDO, MAS RESPEITO


NÃO CONCORDO com as posições ideológicas do deputado federal Léo de Brito (PT), mas o respeito porque não se esconde e defende as suas convicções.


FIM DA LAVA JATO


O STF conseguiu ontem o objetivo por qual boa parte dos seus ministros trabalhou: acabar com a Lava Jato. O Juiz Sérgio Moro pagou caro por demolir poderosos e o velho ditado de que, no país, só preto, pobre puta eram presos.


PASSAPORTE PARA DISPUTA


COM a decisão de decretar a suspeição do Juiz Sérgio Moro sobre os processos em que o ex-presidente Lula foi condenado, o STF deu o passaporte para o petista disputar a presidência no próximo ano. Assim é o Brasil.


O DUALISMO DAS SEITAS


Pelo andar da carruagem, o eleitor terá que optar na eleição presidencial, entre votar no candidato da seita lulista e o candidato da seita bolsonarista. Triste opção.


CONFIRMADA NO PL


A DEPUTADA FEDERAL Mara Rocha (PSDB) aguarda a abertura da janela de transferência partidária, para se filiar no PL. Já está montando o novo diretório da sigla.


NÃO DÁ COMO PERDIDO


O VICE-GOVERNADOR Major Rocha não dá por perdido o PSL, cuja atual direção anunciou apoio à reeleição do governador Gladson. No momento certo vou agir, diz ele.


ERA ESPERADO


A DECISÃO do governo peruano de colocar uma pedra na abertura da estrada Pucallpa-Cruzeiro do Sul, já era algo esperado. Posição que se consolidará ainda mais com a eleição do esquerdista Pedro Castillo para a presidência.


COLOCAR NO BORNAL


O SENADOR Márcio Bittar (MDB) fez o que achou que era correto na defesa do seu projeto, mas sabia de antemão que os obstáculos ambientais para brecar a estrada eram muito fortes. A tendência natural é arquivar sua iniciativa.


VIROU BRINCADEIRA


VIROU brincadeira na cidade o furto de fios de cobre de bens públicos. Enquanto não prender os receptadores, os furtos vão continuar, embalados pela impunidade certa.


NÃO TEM OUTRO FOCO


O senador Petecão (PSD) foge de discussão no momento, sobre quem será o vice e o candidato ao Senado na sua chapa para o governo. Diz que, em 2021 só tem um foco, o de formar chapas fortes a deputado federal e ALEAC.


QUESTÃO DECIDIDA


SOBRE a candidatura do senador Sérgio Petecão (PSD) ao governo em 2022, é uma questão decidida e sem volta.


QUANDO 2022 CHEGAR


O GOVERNADOR Gladson tem dito sempre que o seu candidato a senador em 2022, será quem se “viabilizar” eleitoralmente. Traduzindo: estar bem nas pesquisas e conseguir aglutinar alianças. Ou seja, fica para 2022.


NÃO TEM QUE TER PRESSA


NA VERDADE, o governador Gladson não tem que ter pressa nesta decisão da escolha do seu vice e do candidato a senador, antecipar o anúncio será correr o risco de optar por um nome sem o respaldo popular.


FANTASMAS DOS PARTIDOS


O GRANDE FANTASMA dos dirigentes partidários, mantida a atual regra eleitoral, é conseguir formar chapas viáveis para eleger deputados estadual e federal. Formar chapa apenas no sentido figurativo, de qualquer uma forma.


O CERTO E O DUVIDOSO


O DEPUTADO Roberto Duarte (MDB) é um bom deputado, não se discute ser atuante. Seria competitivo para a reeleição, para Federal é uma dúvida. Melhor ter cuidado com a picada da mosca azul e seu vírus da ilusão.


FORA DO CIRCUITO


A SAÍDA da ex-prefeita Socorro Neri do PSB, é porque sabe que a sigla descartou apoiar a reeleição do Gladson, optando pelo palanque do bloco de esquerda em 2022.


NADA MAIS JUSTO


Nada mais coerente que ela tenha decidido ficar no palanque do Gladson, que trombou com todos os aliados da sua eleição, para ficar ao seu lado na disputa da PMRB.


OUTRO CENÁRIO


2022 é outro cenário bem distinto da eleição municipal, quando Gladson e o PSB estiveram no mesmo palanque, o que só ocorreu porque, como prefeita, a Socorro era a figura de maior expressão do partido, e forçou a aliança.


FRASE MARCANTE


“Primeiro come-se; depois é que se lava a panela”. (Ditado espanhol)


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