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Ex-prefeito Zezinho Barbary nega trabalho escravo e diz ser alvo de perseguição política

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O ex-vereador e ex-prefeito de Porto Walter, Zezinho Barbary, investigado por trabalho escravo pela Polícia Federal, negou neste sábado, 12, que tenha cometido o crime e fala que o caso o fez virar alvo de perseguição política, pelo fato de ter se lançado candidato a deputado estadual.

O secretário de Obras do município, José Maria Branco, que foi preso em flagrante pela PF na fazenda de Barbary na quinta-feira, 10, já foi liberado. Um sobrinho de Branco, que estava na fazenda, seria o trabalhador explorado, segundo denúncia recebida pela Polícia Federal.

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Barbary conta que a fazenda onde a Polícia Federal foiestá cedida para o secretário José Maria, que é seu compadre. “Eu não tenho funcionário nesta propriedade. O rapaz que estava no local é sobrinho do Zé Maria e é funcionário da prefeitura e pelo que eu sei, não foi regularizado por falta de documentação”, relata.

Barbary afirma que respeita o trabalho da Polícia Federal e que se coloca a disposição dos órgãos de fiscalização. “Minha candidatura tem incomodado caciques”, contou, sem dar maiores detalhes. O secretário de Obras, segundo seu advogado, Jonathan Donadoni, foi solto à meia noite desta sexta-feira, sem pagamento de fiança.

Em nota, a prefeitura de Porto Walter explica que a Polícia Federal não esteve em nenhum órgão público municipal e que a investigação não diz respeito à gestão do prefeito Cézar Andrade. A Polícia Federal não divulgou Nota sobre a investigação e a prisão em flagrante.

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