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Weverton envia mensagem a palmeirense acreano que está no Into com Covid-19

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Francisco Botelho Rodrigues, de 57 anos, é deficiente visual e está internado com Covid-19 desde o dia 6 no Hospital de Campanha de Rio Branco. Recentemente, teve uma das maiores surpresas da vida dele. Torcedor do Palmeiras e da Seleção Brasileira, Francisco conseguiu se comunicar com o jogador acreano Weverton Pereira por meio de mensagens de vídeo, dentro da unidade hospitalar.

“Weverton segura esse gol aí pra gente ser campeão de novo da Libertadores, Copa do Brasil e Brasileirão”, pediu o torcedor. Nessa quarta-feira, 9, o jogador acreano foi convocado oficialmente pelo técnico da Seleção brasileira para jogar na Copa América.

A comunicação entre seu Francisco, que segue internado, e o jogador foi intermediada pelo fisioterapeuta Railton Gomes, que atua no INTO e Hospital de Campanha e é amigo de infância do goleiro. Ele já jogou com Weverton no Juventus em Rio Branco e na Taça São Paulo de Juniores.

Seu Francisco desejou boa sorte para Weverton e recebeu dele desejo de boa recuperação. “Obrigada pelo carinho seu Francisco. Que Deus lhe abençoe e estamos aqui na luta pra defender esse verdão e lhe dar muitas alegrias”, agradeceu o atleta.

Railton contou ao ac24horas que seu Francisco queria um rádio para ouvir o jogo do Palmeiras e disse que era fã de Weverton. Ele então mandou uma mensagem de vídeo do paciente para o atleta, que prontamente respondeu.

“Eu e Weverton somos parceiros desde a infância e já jogamos juntos. Vi que seu Francisco é muito fã dele, mandei o vídeo e ele respondeu imediatamente. Depois seu Francisco chorou e o Weverton prometeu uma camisa autografada pro seu Francisco”, contou o fisioterapeuta, que cita a motivação que o vídeo deu ao paciente. “Ele sentiu emoção e isso o motivou a querer ir pra casa logo. E é bom ver que mesmo de longe e no auge da carreira o Weverton não mudou a essência dele, de se importar com as pessoas, seus conterrâneos do Acre”, conclui.

Veja o vídeo:

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Policiais Penais ameaçam fechar ruas e queimar pneus por falta de diálogo com o governo

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Foto: Whidy Melo/ac24horas.com

Policiais penais realizaram na manhã desta quarta-feira, 16, em frente ao Palácio Rio Branco, uma manifestação pedindo uma série de melhorias para a categoria.

Na ocasião, os servidores ergueram faixas reivindicando do governo a aprovação do subsídio salarial do policial penal, aprovação da lei orgânica da polícia e concurso público efetivo ainda nesse ano de 2021.

O presidente da Associação dos Policiais Penais, Joelinson Ramos, informou que o protesto tem por objetivo mostrar a insatisfação da classe, já que não houve nenhum avanço nas tratativas com a atual gestão.

“Estamos dando uma chance de ele nos atender e se ele não atender, é rua, é fechar rua, queimar pneu e é acampar aqui sem data pra sair. Vamos agir com tranquilidade. Nós não podemos grevar de maneira alguma, mas podemos fazer apenas o que está previsto em lei e se fizermos isso, os presídios param. Estamos fazendo mais do que nossas obrigações e o Estado precisa fazer esse reconhecimento aos policiais penais. A nossa categoria é a que tem o salário base mais baixo da segurança”, afirmou Joelison Ramos ao ac24horas.

Em setembro do ano de 2020, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio da Promotoria de Justiça Especializada de Tutela do Direito Difuso à Segurança Pública, ingressou com Ação Civil Pública (ACP), que visa à realização de um novo concurso da Polícia Penal AC.

O pedido, com tutela de urgência, exige que sejam abertas, no mínimo, 454 vagas em 2022. O prazo considera a Lei Complementar 173/2020, que restringe a realização de concursos para a criação de novos cargos até 31 de dezembro de 2021.

 

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Acre 01

Servidores fazem terceiro dia de protesto na Sesacre e exigem contraproposta do governo

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Servidores do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac) estão reunidos nesta quarta-feira, 16, em frente à Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) em seu terceiro dia de manifestação. A categoria busca o reajuste salarial, plano de carreira e melhores condições de trabalho.

De acordo com Adailton Cruz, presidente do Sintesac, a mobilização pelas pautas da categoria ocorre nos 22 municípios. “A mobilização é para chamar atenção do governo quanto às condições de trabalho”, ressaltou.

Cruz destacou que o déficit de servidores da saúde está para mais de mil pessoas e pede realização de concurso público. “Os trabalhadores estão em condições subumanas, faltam leitos e medicamentos”, contou.

Já o presidente Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), Guilherme Pulici, disse que todas as pautas da categoria foram postas ao governo desde o mês de maio, porém, não houve sinalização positiva. Guilherme adiantou que os servidores não recebem adicional noturno.

O comando de greve da saúde está reunido com o secretário de saúde, Alysson Bestene, em busca de receber a contraproposta do governo. Caso recebam e aceitem, a greve pode ser encerrada.

Dentre as pautas do movimento está a reposição de perdas salariais de 55% a todos os servidores ativos e inativos; correção anual da tabela do PCCR conforme índice inflacionário; adicional Covid retroativo a dezembro de 2020; insalubridade no índice de 20% do piso salarial até regularização do novo LTCAT; concurso público em 2021 para início da atividade profissional em 2022; aposentadoria especial – regulamentação da lei; regularizar a situação dos servidores irregulares.

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Governo recua e estádio voltará a ser Arena da Floresta e caixa d’água será prata ou bronze 

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Após receber centenas de críticas, o governador Gladson Cameli decidiu voltar atrás em algumas decisões sobre o uso das cores em prédios e monumentos públicos, assim como a nomenclatura que haviam sido alteradas em sua gestão.  Neste domingo, 13, o governo anunciou por meio da assessoria nas redes sociais que erros devem ser reconhecidos, referindo-se à pintura na cor azul da caixa d’água da Seis de Agosto, ao nome do estádio Arena Acreana e entre outros.

Diante da repercussão negativa, Cameli disse: tenho acompanhado as reclamações das pessoas por conta da pintura azul em alguns prédios públicos. O uso dessa cor tem dado margem para que alguns digam que é usada porque é a cor do partido ao qual sou filiado. Aliás, acho uma bobagem alguém se achar dono de alguma cor. Como o povo do Acre e eu mesmo criticamos o uso de símbolos e cores partidárias em prédio e até em helicóptero públicos, tenho que tomar uma decisão”, anunciou ao jornalista Altino Machado.

Gladson reclama que qualquer cor que seja usada resulta em críticas à sua gestão. “Sendo assim,  o estádio Arena da Floresta vai continuar sendo Arena da Floresta e não Arena Acreana. A caixa d’água do bairro 6 de Agosto terá a pintura na cor prata original ou na cor bronze dos últimos anos”, garante.

O governo informou que também irá recuperar a pintura original do Colégio Estadual Barão do Rio Branco. “O que tem que prevalecer é o bom gosto, a sobriedade no uso de cores, que deve levar em conta valores estéticos e históricos. Asseguro que os pórticos de parques e o Palácio Rio Branco não serão pintados de azul, conforme chegaram a sugerir em redes sociais”, disse.

Por fim, Cameli assegurou ser autêntico, com capacidade de recuar e reconhecer eventuais erros de sua gestão. “Já fiz isso várias vezes e farei quantas forem necessárias. Minha preocupação é evitar o erro daqueles que perderam a capacidade de ver e ouvir e jamais recuaram ou admitiram as suas falhas. Não carrego esse peso”, concluiu.

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Pazuello ignorou por três dias pedidos de oxigênio para o Acre

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O general Eduardo Pazuello, quando esteve à frente do Ministério da Saúde (MS) ignorou por três dias um pedido da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) para que fossem enviados cilindros de oxigênio ao Estado. A solicitação, feita no dia 12 de março, só foi respondida no dia 15, depois de Pazuello deixar o cargo. As informações constam de documentos entregues pelo próprio Ministério da Saúde à CPI da Covid-19 no Senado.

O pedido foi feito por e-mail pela Secretaria de Saúde do Acre que necessitava de ajuda para não ficar sem estoque de oxigênio, como já havia acontecido em Manaus, no Amazonas, também durante a gestão de Pazuello.

“Prezados, encaminho o Ofício no. 634/2021/SE/GAB/SE/MS, que trata do risco iminente de desabastecimento de oxigênio nos municípios do Estado do Acre. Solicito confirmação de recebimento”, escreveu a secretaria da saúde do Acre.

Uma funcionária de apoio do Ministério da Saúde respondeu, depois de três dias: “Boa tarde! Acuso recebimento. Desculpe a demora“. A pasta se comprometeu a enviar para o Acre 300 cilindros de oxigênio. A primeira leva, com 60 cilindros, foi entregue no dia 17.

Na CPI, os senadores se mostraram estupefatos com o fato de o Ministério levar três dias para responder a um e-mail que pedia regime de urgência e por se tratar de risco de falta de oxigênio necessário para salvar vidas.

De acordo com informações da CPI, o Acre não chegou a ficar sem oxigênio, mas precisou adotar um plano de contingência. Ao menos duas empresas privadas, Oxiacre e Oxivida, chegaram a anunciar que não tinham mais o produto para fornecer na época.

Na capital Rio Branco há três hospitais particulares e somente um deles tem usina própria de distribuição de oxigênio. Os três hospitais públicos do Estado têm usinas próprias de distribuição.

Como as unidades da capital sofriam colapso pela alta demanda de pacientes, somados ao risco eminente de acabar o oxigênio, alguns precisaram ser transferidos para Manaus no dia 13 de março.

Pelo visto, faz parte do talento do especialista em logística do governo Bolsonaro ignorar informações e mensagens direcionadas a ele quando se tratam de situações da pandemia. Além da crise de abastecimento no Amazonas e da ameaça de falta de oxigênio no Acre, Pazuello também ignorou repetidas ofertas de vacina tanto da Pfizer quanto do Instituto Butantan para a imunização dos brasileiros.

Em seu depoimento na CPI, no entanto, o general disse aos senadores que saiu do ministério com o sentimento de “missão cumprida”.

Fonte: Hora do Povo

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