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Monitorado é executado com 3 tiros na cabeça e morador fica ferido com um tiro, no Santa Inês

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O presidiário monitorado Rachide Albuquerque da Silva, de 27 anos, foi morto e um outro homem identificado como Washington Santos da Silva, de 22 anos, foi atingido com um tiro em via pública na tarde desta quinta-feira, 10. O crime aconteceu na travessa 12 de Junho, no bairro Santa Inês, no Segundo Distrito de Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, Rachide é morador do bairro Vila Acre e tinha ido visitar uma amiga em um apartamento na região, na saída, enquanto aguardava um mototáxi, um membro da facção Bonde dos 13, se aproximou em uma bicicleta e efetuou vários tiros na direção do monitorado. Rachide foi atingido com três tiros na cabeça. Já Washington, que é um morador em um dos apartamentos, foi ferido com um tiro no abdômen.

A ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada, mas o monitorado por tornozeleira já se encontrava morto. Populares colocaram Washington dentro de um carro e o encaminharam a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito. Uma ambulância do SAMU encaminhou a vítima ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde grave

Policiais Militares do 2° Batalhão fizeram patrulhamento na região em busca de prender o autor do crime, mas ele não foi encontrado.

O corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos. O segue sob investigação dos Agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A polícia acredita que o crime foi motivado pela guerra entre facções.

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Governo recua e estádio voltará a ser Arena da Floresta e caixa d’água será prata ou bronze 

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Após receber centenas de críticas, o governador Gladson Cameli decidiu voltar atrás em algumas decisões sobre o uso das cores em prédios e monumentos públicos, assim como a nomenclatura que haviam sido alteradas em sua gestão.  Neste domingo, 13, o governo anunciou por meio da assessoria nas redes sociais que erros devem ser reconhecidos, referindo-se à pintura na cor azul da caixa d’água da Seis de Agosto, ao nome do estádio Arena Acreana e entre outros.

Diante da repercussão negativa, Cameli disse: tenho acompanhado as reclamações das pessoas por conta da pintura azul em alguns prédios públicos. O uso dessa cor tem dado margem para que alguns digam que é usada porque é a cor do partido ao qual sou filiado. Aliás, acho uma bobagem alguém se achar dono de alguma cor. Como o povo do Acre e eu mesmo criticamos o uso de símbolos e cores partidárias em prédio e até em helicóptero públicos, tenho que tomar uma decisão”, anunciou ao jornalista Altino Machado.

Gladson reclama que qualquer cor que seja usada resulta em críticas à sua gestão. “Sendo assim,  o estádio Arena da Floresta vai continuar sendo Arena da Floresta e não Arena Acreana. A caixa d’água do bairro 6 de Agosto terá a pintura na cor prata original ou na cor bronze dos últimos anos”, garante.

O governo informou que também irá recuperar a pintura original do Colégio Estadual Barão do Rio Branco. “O que tem que prevalecer é o bom gosto, a sobriedade no uso de cores, que deve levar em conta valores estéticos e históricos. Asseguro que os pórticos de parques e o Palácio Rio Branco não serão pintados de azul, conforme chegaram a sugerir em redes sociais”, disse.

Por fim, Cameli assegurou ser autêntico, com capacidade de recuar e reconhecer eventuais erros de sua gestão. “Já fiz isso várias vezes e farei quantas forem necessárias. Minha preocupação é evitar o erro daqueles que perderam a capacidade de ver e ouvir e jamais recuaram ou admitiram as suas falhas. Não carrego esse peso”, concluiu.

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Toda forma de amor

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Nada melhor que o Dia dos Namorados para falar sobre todas as formas de amar. O ac24horas apresenta neste sábado, 12 de junho, a história de casais homoafetivos, um casal de idosos e um trisal, que provam que o diferente também pode ser normal e que todas as formas de amar são válidas. O videomaker Kennedy Santos visitou a casa onde o casal Maria Meirelles e Thays Cavalcante contaram sobre o romance homoafetivo para ambas.

As duas comentam sobre a curiosidade das pessoas que desconhecem essa forma de amar e tendem a sexualizar a relação, esquecendo-se que trata-se muito mais de afeto, amizade e amor. Para Maria, o sentimento também provocou uma diversidade de sensações. Medo do novo, crises, dúvidas, uma verdadeira reviravolta na vida.

O dilema para o casal de idosos Jora e Luíz é outro. São quase 50 anos de casados e tentam até os dias de hoje manter o fogo da paixão vibrante, como antigamente. Para isso, sempre que podem relembram, com ajuda de fotografias, dos momentos mais marcantes da vida que levam juntos. Depois de tantos anos, seguem profundamente apaixonados.

Luana namora a distância e descobriu que o amor também pode esperar. Sem imaginar que isso seria possível, conheceu a parceira, Gisele, através das redes sociais, e desde então sonha com o dia de ver a amada pessoalmente pela primeira vez e, claro, com o casamento.

Outra história de apaixonados apresentada é a do trisal mais famoso do Acre. Desde que assumiram o romance nas redes sociais têm sido alvo de muitos elogios e também de críticas. A relação consensual entre Alda, Nery e Darlene vem atraindo milhares de curiosos. “Não é comum, mas é normal”, afirmam, reconhecendo que ao mesmo tempo em que despertam o amo, também acabam sendo alvo de ódio gratuito.

 

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Pazuello ignorou por três dias pedidos de oxigênio para o Acre

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O general Eduardo Pazuello, quando esteve à frente do Ministério da Saúde (MS) ignorou por três dias um pedido da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) para que fossem enviados cilindros de oxigênio ao Estado. A solicitação, feita no dia 12 de março, só foi respondida no dia 15, depois de Pazuello deixar o cargo. As informações constam de documentos entregues pelo próprio Ministério da Saúde à CPI da Covid-19 no Senado.

O pedido foi feito por e-mail pela Secretaria de Saúde do Acre que necessitava de ajuda para não ficar sem estoque de oxigênio, como já havia acontecido em Manaus, no Amazonas, também durante a gestão de Pazuello.

“Prezados, encaminho o Ofício no. 634/2021/SE/GAB/SE/MS, que trata do risco iminente de desabastecimento de oxigênio nos municípios do Estado do Acre. Solicito confirmação de recebimento”, escreveu a secretaria da saúde do Acre.

Uma funcionária de apoio do Ministério da Saúde respondeu, depois de três dias: “Boa tarde! Acuso recebimento. Desculpe a demora“. A pasta se comprometeu a enviar para o Acre 300 cilindros de oxigênio. A primeira leva, com 60 cilindros, foi entregue no dia 17.

Na CPI, os senadores se mostraram estupefatos com o fato de o Ministério levar três dias para responder a um e-mail que pedia regime de urgência e por se tratar de risco de falta de oxigênio necessário para salvar vidas.

De acordo com informações da CPI, o Acre não chegou a ficar sem oxigênio, mas precisou adotar um plano de contingência. Ao menos duas empresas privadas, Oxiacre e Oxivida, chegaram a anunciar que não tinham mais o produto para fornecer na época.

Na capital Rio Branco há três hospitais particulares e somente um deles tem usina própria de distribuição de oxigênio. Os três hospitais públicos do Estado têm usinas próprias de distribuição.

Como as unidades da capital sofriam colapso pela alta demanda de pacientes, somados ao risco eminente de acabar o oxigênio, alguns precisaram ser transferidos para Manaus no dia 13 de março.

Pelo visto, faz parte do talento do especialista em logística do governo Bolsonaro ignorar informações e mensagens direcionadas a ele quando se tratam de situações da pandemia. Além da crise de abastecimento no Amazonas e da ameaça de falta de oxigênio no Acre, Pazuello também ignorou repetidas ofertas de vacina tanto da Pfizer quanto do Instituto Butantan para a imunização dos brasileiros.

Em seu depoimento na CPI, no entanto, o general disse aos senadores que saiu do ministério com o sentimento de “missão cumprida”.

Fonte: Hora do Povo

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Sanderson diz que Bolsonaro é a pior coisa que aconteceu, mas afirma ser contra impeachment

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Durante entrevista ao programa Boa Conversa transmitido pelo ac24horas nesta sexta-feira, 11, o advogado criminalista Sanderson Moura, conhecido por não ter papas na língua, provou que sua opinião fica ainda mais sincera quando o assunto é o presidente Jair Bolsonaro. Moura faz questão de afirmar que é contrário às ideias e ao modo de governar do atual presidente.

“Bolsonaro é a pior coisa que aconteceu no Brasil junto com esse vírus. É um dos principais males do nosso país. Quer destruir a educação, o sistema público de saúde, é o grande responsável por essa pandemia porque negou a compra da vacina”, diz Sanderson.

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Moura comentou ainda sobre o ex-presidente Lula, apontado nas últimas pesquisas, na liderança. “Lula é a solução se for uma disputa entre ele e o Bolsonaro. Neste caso, sem dúvida, Lula é melhor que Bolsonaro. Não só sou eu que digo isso. O Fernando Henrique diz isso, o Rodrigo Maia diz isso, eu acho que até quem votou no Bolsonaro não vota mais”, afirma Sanderson.

O pré-candidato ao senado pelo PSOL nas eleições do ano que vem concorda que uma terceira via seria importante se conseguisse se viabilizar. “Eu tenho acompanhado muito o Ciro Gomes, é um pensador de boas ideias para o país, mas precisa se viabilizar. Até agora não aconteceu, mas como as coisas mudam na política, pode ser que ainda aconteça”, explica.

Apesar de contrário ao governo Bolsonaro, Sanderson conta que acha inviável um impeachment. “Impeachment não é viável. Não é possível fazer um todo dia, é um desgaste muito grande para a nação. Eu vivi dois, com o Collor e a Dilma, mas eram contextos diferentes”, afirma.

Assista ao vídeo:

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