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Confusão em conveniência termina com chave de fenda enfiada no olho de músico

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O músico Pedro Lucas Lima, de 20 anos, corre o risco de perder a visão de um olho após ser agredido em uma conveniência no Auto Posto Machado, localizado na Avenida Getúlio Vargas, durante uma confusão na sexta-feira da semana passada, dia 28.

A confusão teria ocorrido por um motivo banal. Um dos homens que estava na mesa do agressor teria reclamado com um amigo de Pedro por conta da porta aberta de um banheiro. A partir daí, teria começado a confusão que resultou no grave ferimento no olho do músico.

O caso veio à tona a partir de publicações nas redes sociais de familiares de Pedro e de seu companheiro, Sérgio Carvalho, ex-presidente da Fundação Garibaldi Brasil.

Carvalho escreveu em um longo relato em suas redes sociais que nada justifica uma pessoa enfiar uma chave de fenda no olho do outro.

Apesar do agressor já ter sido identificado, Sérgio e a família preferem não divulgar o nome para que as investigações não sejam prejudicadas de alguma forma, até porque de acordo com o que foi apurado pela reportagem, um dos homens chegou a sacar uma arma durante a confusão e se identificou como policial. Há ainda, o relato de que um dos envolvidos teria atirado para cima após a briga.

Carvalho deixa claro que crê que a homofobia possa ter sido um dos motivos para o ataque.  “Acho que ainda não voltei do trauma de ver alguém que eu amo tanto sofrer tamanha agressão. Crime de ódio. Espero que, de alguma maneira, o agressor tenha consciência do mal e da dor que ele provocou. Não pode haver impunidade. Pois ele anda por aí, como se nada tivesse acontecido, falando de carros antigos, ao lado de aposentados armados. Louvando a Ditadura Militar e o genocida em suas redes. Enquanto o menino de alma de artista não sabe se voltará a enxergar de um olho”, explica.

A mãe de Pedro também fez um texto emocionante nas redes sociais ao afirmar que o episódio de violência roubou a alegria de toda a família e ainda mandou um recado ao agressor. “Quero justiça para o meu filho, ele só tem 20 anos, estava começando a vida. Estou muito triste por conta do que esse meliante fez, principalmente por ter deixado tanta gente que eu amo destruídos. Roubou a alegria de toda minha família, e destruiu os sonhos do meu filho. Todos nós estamos sofrendo pela sua covardia, espero que você pelo menos se arrependa do seu ato criminoso. Isso tudo que aconteceu com meu filho é culpa sua! se lembre disso”, escreveu.

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Vacinação para indústria avança em Rio Branco com apoio da FIEAC e do SESI

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A vacinação contra a covid-19 para industriários segue em ritmo avançado em Rio Branco. Após atingir a meta de imunização no Parque e Distrito Industrial, a imunização nesta quarta-feira, 16 de junho, está concentrada em um único ponto de vacinação, o Ginásio do SESI, localizado no bairro Manoel Julião.

Além da vacinação prioritária à indústria, o Ginásio do SESI abriu espaço hoje também para a imunização do público em geral, com idade a partir de 50 anos. O local deve também receber um mutirão de vacinação neste fim de semana, com previsão de o atendimento ocorrer das 8h às 22h.

O presidente da FIEAC, José Adriano, e o secretário de Saúde de Rio Banco, Frank Lima, acompanharam nesta manhã a vacinação no Ginásio do SESI. “Somos gratos a essa parceria com a prefeitura de Rio Branco, ao prefeito Tião Bocalom e ao secretário Frank Lima por terem proporcionado a realização dessa campanha de Imunização da Força de Trabalho do Setor Industrial. A FIEAC e o SESI estão empenhados para garantir que os industriários sejam todos vacinados na capital para que passemos a nos preocupar com a recuperação da economia”, tem declarado o presidente José Adriano, em postagens nas redes sociais.

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Maior produtor de milho do Acre também denuncia ação truculenta do Mapa com Exército

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Após ver no jornal ac24horas a repercussão de uma ação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com o apoio do Exército, na propriedade do maior produtor de soja do Acre, Jorge Moura, em uma operação denominada Vigia, um outro nome de peso na agricultura do estado também relatou ter sido alvo de uma fiscalização considerada por ele como truculenta.

Henrique Cardoso, da fazenda Nictheroy, no município de Senador Guiomard, conta que os servidores e os militares fortemente armados chegaram à propriedade por volta das 8 horas da manhã da última segunda-feira, 14, quando havia no local apenas funcionários. Segundo ele, as circunstâncias foram semelhantes ao episódio desta terça-feira, 15, na fazenda de Jorge Moura.

Dono de uma produção de 7.500 toneladas de milho por safra, o fazendeiro informa que emprega 120 funcionários e diz que a ação dos órgãos estadual e federal não se justifica. De acordo com ele, a situação de intimidação e constrangimento que considera ter sofrido é um estímulo a se retirar do estado, onde avalia que quem trabalha e produz sofre perseguição dos governos.

LEIA MAIS: Exército e Mapa fazem operação na fazenda de Jorge Moura e pecuarista se revolta 

Mapa diz que presença do Exército é necessária, mas que não há intenção de intimidar

“Essa atitude do Mapa e do Idaf de entrar dessa maneira na nossa fazenda, fechando a porteira e não deixando ninguém sair e ninguém entrar, como se fosse uma ditadura, me deixou indignado e eu faço minhas as palavras do Jorge Moura. Então é com muito pesar que eu estou pensando seriamente em ir embora desse estado porque não é possível aceitar isso”, disse o produtor.

Ao ac24horas o presidente do Idaf, Francisco Thum, disse que o trabalho da operação Vigia é coordenado pelo Mapa, com acompanhamento do órgão de defesa estadual, e voltado para o combate ao contrabando de produtos veterinários e o comércio de animais, mas também relacionado a ilícitos como roubo de gado na região da fronteira acreana.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre (FAEAC), Assuero Veronez, lamentou os episódios envolvendo a operação e afirmou que a entidade vai fazer denúncia ao Ministério da Agricultura e ao governo do Acre a respeito dos incidentes. Para ele, não há nenhuma contestação à fiscalização, mas à maneira como os órgãos fizeram o procedimento.

“O que nos assusta é essa truculência toda, essa demonstração de força, com um caminhão de soldados do Exército muito bem armados, claramente com o objetivo de intimidar e de constranger, numa atitude desnecessária porque não estava havendo nenhuma posição do proprietário de impedir qualquer ação do Poder Público, que tem legitimidade para tal”, disse Veronez.

Em nota, o Ministério da Agricultura informou que as fiscalizações no estado estão ocorrendo de maneira simultânea, com apoio do IDAF, da Polícia Civil e do Exército Brasileiro, e que se trata de uma ação rotineira com o objetivo de coibir o comércio de animais silvestres e uso de defensivos agrícolas e produtos veterinários irregulares contrabandeados dos países vizinhos.

Quanto à presença do Exército nos trabalhos de fiscalização, o Ministério da Agricultura diz que a medida é necessária por se tratar de região de fronteira, onde há a possibilidade de conflitos e a presença do tráfico de drogas e armas, esclarecendo que não há o objetivo intimidar produtores rurais, sendo isso explicado aos proprietários na chegada da fiscalização.

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Troca de bandeiras e homenagem às vítimas da Covid-19 marcam os 59 anos do Acre

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O estado do Acre completa 59 anos de emancipação política nesta terça-feira (15). A data é celebrada pelo governo do estado com a troca de bandeiras no mastro que fica no Calçadão da Gameleira, no Segundo Distrito de Rio Branco.

O início da solenidade teve  um minuto de silêncio em homenagem às vítimas da Covid-19. O Acre foi elevado à categoria de Estado em 1962, quando o então presidente do Brasil, João Goulart, assinou em Brasília (DF) a lei que elevou o território federal do Acre ao estado. A lei foi criada pelo deputado federal José Guiomard dos Santos.

O governador Gladson Cameli disse que os 59 anos devem ser comemorados por toda a população. Segundo ele, em breve,
toda a população do Acre será imunizada. “Vamos ser imunizados, tenho fé em Deus”, ressaltou.

A solenidade contou com a presença de diversas autoridades do Acre, dentre elas, o deputado federal Alan Rick (DEM), a primeira-dama Ana Paula Cameli, a presidente do Tribunal de Justiça, Valdirene Cardoso, a presidente do Ministério Público, Kátia Rejane, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nicolau Júnior e o presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, N Lima, ambos do Progressistas.

Fotos: Sérgio Vale/ac24horas.com (PROIBIDA A REPRODUÇÃO).

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História da Bandeira do Acre

A bandeira do Acre foi feita durante o período da Revolução Acreana, durante o governo de Luís Galvez Rodrigues de Arias, de 1899 a 1900.

Nesse período em que foi proclamado o estado independente do Acre, que era uma república cujo presidente era o Espanhol Luís Galvez, ele criou essa bandeira. A bandeira originalmente foi criada representando os tratados de limites.

A bandeira tinha a diagonal invertida, em relação ao que é hoje. Tinha a inclinação da direita em cima e da esquerda embaixo, porque era a representação do tratado de Madri, de 1750; tratado de Ayacucho, de 1867. E depois, o que viria a ser o Tratado de Petrópolis, a nova configuração da fronteira depois da Revolução Acreana. Então, essas três fronteiras faziam uma linha horizontal, uma diagonal descendo da esquerda para a direita e a outra horizontal embaixo.

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Rosa Weber mantém ação do “Orçamento Paralelo” e Bittar terá 5 dias para informações

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A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de desistência apresentado pelo Cidadania para tentar barrar o andamento da ação sobre o chamado “orçamento secreto” do governo federal.

Rosa afirmou que, no tipo de ação apresentada, é “inadmissível a desistência” e, então, determinou que o presidente Jair Bolsonaro, o Senado, a Câmara e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, prestem informações em um prazo de cinco dias.

A ação do Cidadania se baseou na série de reportagens do Estadão, que demonstrou a engrenagem usada pelo governo para a distribuição de verbas extras para parlamentares da base de apoio, indo muito além das emendas individuais e de bancada.

O mecanismo é a emenda de relator-geral, que tinha papel secundário na distribuição de recursos até o fim de 2019, quando o Congresso e o governo articularam a criação da versão turbinada deste tipo de emenda, chamada no jargão orçamentário de “RP 9”, emendas que são destinadas pelo relator Márcio Bittar.

O esquema encobre os verdadeiros autores das indicações de milhões de reais em obras e compras de máquinas, por exemplo, muitas vezes com preços acima da tabela de referência do Ministério do Desenvolvimento Regional.

A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou indícios de irregularidades na distribuição das verbas de emenda de relator-geral pelo governo, como mostrou o Estadão. O ministro do TCU Walton Alencar Rodrigues determinou que o Palácio do Planalto e o Ministério da Economia enviassem à Corte informações e os arquivos que detêm, como ofícios encaminhados por deputados e senadores com indicações para repasses.

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