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Faixa em frente ao Palácio Rio Branco pede o mesmo destino de Mussolini a Bolsonaro

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Na tarde deste sábado, 29, um grupo de manifestantes a favor do impeachment estenderam uma faixa na Praça do Palácio Rio Branco pedindo o mesmo fim do ditador Benito Mussolini ao presidente da República Jair Messias Bolsonaro.

Mussolini é creditado como um dos criadores do movimento fascista. Depois de morto, ele teve seu corpo desmembrado e exibido em praça pública, onde uma multidão se reuniu para esbravejar palavras de ordem e atirar dejetos em seus restos mortais.

Benito Mussolini foi um líder fascista italiano tido como um dos maiores nomes da extrema-direita na história. Nos últimos dias de sua vida, ele foi preso pela Resistência italiana e executado, em 1945.

Participantes do protesto também carregavam faixas e cartazes com palavras de ordem como ‘Fora Bolsonaro’ e ‘Vacina Já’. O uso de máscaras foi quase unânime.

Manifestantes afirmaram terem ido às ruas por causa da gestão do governo Bolsonaro em relação à pandemia. Contudo, outras questões entraram na pauta, como privatização de estatais, auxílio emergencial e cortes de recursos para educação.

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Réplica do caça F-39 Gripen é exposta no centro de Rio Branco

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Uma réplica em tamanho real do F-39 Gripen, umas das aeronaves que compõem a Força Aérea Brasileira (FAB), está em exposição ao lado do Memorial dos Autonomistas, no centro de Rio Branco. 

O videomaker do ac24horas, Whidy Melo, captou imagens do caça, mas no entanto, não tinha ninguém da FAB para falar acerca da aeronave.  Muitos populares estavam presentes no local.  O Gripen é uma aeronave com tecnologia de ponta, que equipará a Força Aérea Brasileira a partir deste ano. Os visitantes poderão olhar de longe o cockpit da aeronave. 

 

Segundo informações repassadas ao ac24horas, a presença do Gripen ocorre devido a programação de aniversário de 59 anos de elevação do Acre à categoria de Estado.  A primeira solenidade está marcada para terça-feira, 15, às 9h, no Mastro da Bandeira, na Gameleira, em Rio Branco. O governador Gladson Cameli irá acompanhar a substituição da bandeira do estado ao lado das tropas militares. No mesmo dia, às 16h, será realizada a abertura da exposição “1936: A trajetória – Um voo pela história da aviação no Acre”, no Memorial dos Autonomistas.

No mesmo período, serão exibidos, a partir das 17h, no Teatro Hélio Melo, compondo as comemorações, um documentário sobre a história da aviação no Acre e curtas sobre a história do cinema acreano.

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Após críticas, Governo pinta caixa d’água da Seis de Agosto com a cor metálica

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Após o anúncio do governador Gladson Cameli, equipes do Governo do Acre realizaram na tarde deste domingo, 13, uma nova pintura na caixa d’água da Seis de Agosto, localizada no Segundo Distrito de Rio Branco. A nova cor metálica ocorre após críticas da sociedade civil em geral em relação à pintura de azul feita no mês passado pelo Governo.

Mais cedo, o Cameli afirmou que restauraria as cores dos patrimônios públicos pintados de azul ou os que tiveram troca de nomenclatura, por exemplo, o Arena Acreana, que voltará a ser chamado de Arena da Floresta.

Diante da repercussão negativa, Cameli disse: tenho acompanhado as reclamações das pessoas por conta da pintura azul em alguns prédios públicos. O uso dessa cor tem dado margem para que alguns digam que é usada porque é a cor do partido ao qual sou filiado. Aliás, acho uma bobagem alguém se achar dono de alguma cor. Como o povo do Acre e eu mesmo criticamos o uso de símbolos e cores partidárias em prédio e até em helicóptero públicos, tenho que tomar uma decisão”, anunciou ao jornalista Altino Machado.

Cameli informou que também irá recuperar a pintura original do Colégio Estadual Barão do Rio Branco. “O que tem que prevalecer é o bom gosto, a sobriedade no uso de cores, que deve levar em conta valores estéticos e históricos. Asseguro que os pórticos de parques e o Palácio Rio Branco não serão pintados de azul, conforme chegaram a sugerir em redes sociais”, destacou.

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Governo recua e estádio voltará a ser Arena da Floresta e caixa d’água será prata ou bronze 

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Após receber centenas de críticas, o governador Gladson Cameli decidiu voltar atrás em algumas decisões sobre o uso das cores em prédios e monumentos públicos, assim como a nomenclatura que haviam sido alteradas em sua gestão.  Neste domingo, 13, o governo anunciou por meio da assessoria nas redes sociais que erros devem ser reconhecidos, referindo-se à pintura na cor azul da caixa d’água da Seis de Agosto, ao nome do estádio Arena Acreana e entre outros.

Diante da repercussão negativa, Cameli disse: tenho acompanhado as reclamações das pessoas por conta da pintura azul em alguns prédios públicos. O uso dessa cor tem dado margem para que alguns digam que é usada porque é a cor do partido ao qual sou filiado. Aliás, acho uma bobagem alguém se achar dono de alguma cor. Como o povo do Acre e eu mesmo criticamos o uso de símbolos e cores partidárias em prédio e até em helicóptero públicos, tenho que tomar uma decisão”, anunciou ao jornalista Altino Machado.

Gladson reclama que qualquer cor que seja usada resulta em críticas à sua gestão. “Sendo assim,  o estádio Arena da Floresta vai continuar sendo Arena da Floresta e não Arena Acreana. A caixa d’água do bairro 6 de Agosto terá a pintura na cor prata original ou na cor bronze dos últimos anos”, garante.

O governo informou que também irá recuperar a pintura original do Colégio Estadual Barão do Rio Branco. “O que tem que prevalecer é o bom gosto, a sobriedade no uso de cores, que deve levar em conta valores estéticos e históricos. Asseguro que os pórticos de parques e o Palácio Rio Branco não serão pintados de azul, conforme chegaram a sugerir em redes sociais”, disse.

Por fim, Cameli assegurou ser autêntico, com capacidade de recuar e reconhecer eventuais erros de sua gestão. “Já fiz isso várias vezes e farei quantas forem necessárias. Minha preocupação é evitar o erro daqueles que perderam a capacidade de ver e ouvir e jamais recuaram ou admitiram as suas falhas. Não carrego esse peso”, concluiu.

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Pazuello ignorou por três dias pedidos de oxigênio para o Acre

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O general Eduardo Pazuello, quando esteve à frente do Ministério da Saúde (MS) ignorou por três dias um pedido da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) para que fossem enviados cilindros de oxigênio ao Estado. A solicitação, feita no dia 12 de março, só foi respondida no dia 15, depois de Pazuello deixar o cargo. As informações constam de documentos entregues pelo próprio Ministério da Saúde à CPI da Covid-19 no Senado.

O pedido foi feito por e-mail pela Secretaria de Saúde do Acre que necessitava de ajuda para não ficar sem estoque de oxigênio, como já havia acontecido em Manaus, no Amazonas, também durante a gestão de Pazuello.

“Prezados, encaminho o Ofício no. 634/2021/SE/GAB/SE/MS, que trata do risco iminente de desabastecimento de oxigênio nos municípios do Estado do Acre. Solicito confirmação de recebimento”, escreveu a secretaria da saúde do Acre.

Uma funcionária de apoio do Ministério da Saúde respondeu, depois de três dias: “Boa tarde! Acuso recebimento. Desculpe a demora“. A pasta se comprometeu a enviar para o Acre 300 cilindros de oxigênio. A primeira leva, com 60 cilindros, foi entregue no dia 17.

Na CPI, os senadores se mostraram estupefatos com o fato de o Ministério levar três dias para responder a um e-mail que pedia regime de urgência e por se tratar de risco de falta de oxigênio necessário para salvar vidas.

De acordo com informações da CPI, o Acre não chegou a ficar sem oxigênio, mas precisou adotar um plano de contingência. Ao menos duas empresas privadas, Oxiacre e Oxivida, chegaram a anunciar que não tinham mais o produto para fornecer na época.

Na capital Rio Branco há três hospitais particulares e somente um deles tem usina própria de distribuição de oxigênio. Os três hospitais públicos do Estado têm usinas próprias de distribuição.

Como as unidades da capital sofriam colapso pela alta demanda de pacientes, somados ao risco eminente de acabar o oxigênio, alguns precisaram ser transferidos para Manaus no dia 13 de março.

Pelo visto, faz parte do talento do especialista em logística do governo Bolsonaro ignorar informações e mensagens direcionadas a ele quando se tratam de situações da pandemia. Além da crise de abastecimento no Amazonas e da ameaça de falta de oxigênio no Acre, Pazuello também ignorou repetidas ofertas de vacina tanto da Pfizer quanto do Instituto Butantan para a imunização dos brasileiros.

Em seu depoimento na CPI, no entanto, o general disse aos senadores que saiu do ministério com o sentimento de “missão cumprida”.

Fonte: Hora do Povo

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