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Mailza viabiliza R$ 1,7 milhão para projeto de bioeconomia às mulheres indígenas

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Projeto Fortalecendo Mulheres Indígenas no Pós-Pandemia da Covid-19 tem objetivo de promover estratégias de produção e comercialização de produtos indígenas e garantir renda às comunidades

A senadora Mailza Gomes (Progressistas-AC), apoiadora das políticas para mulheres, destinou uma emenda de R$ 1,7 (um milhão e setecentos mil reais) para fortalecer o empreendedorismo e autonomia das mulheres indígenas no Acre.

Nesta segunda, 25, a parlamentar se reuniu com a primeira-dama Ana Paula Cameli e a secretária de Estado de Assistência Social, Direitos Humanos e Políticas para Mulheres – SEASDHM – Ana Paula Lima, a diretora de Políticas Públicas para Mulheres e coordenadora do projeto, Isnailda Gondim e equipe no Palácio Rio Branco para tratar sobre os recursos e as atividades que serão elaboradas neste projeto.

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A proposta do projeto “Fortalecendo Mulheres Indígenas no Pós-Pandemia da Covid-19 no Acre” que será executado pela SEASDHM é garantir renda, principalmente às mulheres indígenas que estão em vulnerabilidade social e alcançar sua independência e autonomia financeira, com a utilização de emendas da parlamentar. O projeto beneficiará mais de 400 mulheres indígenas de 10 etnias e suas famílias, tanto as que moram na cidade quanto as que vivem nas aldeias do interior do Acre.

“Quando conheci o projeto, logo me comprometi, pois temos o mesmo desejo: levar a iniciativa para vários municípios do estado, capacitando mulheres indígenas, mostrando os caminhos que podem ser seguidos para que tenham não só um negócio, uma vida melhor e sintam-se valorizadas e capazes de manter um empreendimento”, explicou a senadora Mailza.

A primeira-dama destacou o apoio. “Com o recurso garantido pela senadora, vamos potencializar o empreendedorismo feminino, reunir vários negócios idealizados e comandados por várias mulheres indígenas”, disse Ana Paula Cameli.

Isnailda Gondim, coordenadora do projeto destaca “Nosso principal objetivo é levar conhecimento e mentoria para executar estratégias de produção, negociação, comunicação e comercialização de artesanato, alimentos, bem como artes indígenas e cultura, garantindo a autonomia e fortalecimento econômico dos povos”, disse.

Desenvolvido pela SEASDHM e CDSA, conta com o apoio do gabinete da primeira-dama do Acre. Participaram da reunião a coordenadora do Comitê Regional e Global para Povos Indígenas e Populações Tradicionais do GCF Brasil, Francisca de Oliveira e a coordenadora da Companhia de Desenvolvimento dos Serviços Ambientais do Acre, Rosangela Silva de Oliveira.

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