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Sindicatos da Saúde cobram promessas e podem fazer greve

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Em entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira, 24, membros de diversos sindicatos da saúde no Acre, comunicaram que essa semana será marcada uma Assembleia Geral para ouvir os associados acerca de uma possível greve na saúde. Caso o indicativo seja aprovado, a greve geral começará no dia 14 de junho. Ao todo, nove sindicatos participaram da reunião.

A reunião teve a presença do presidente do sindicato dos médicos (Sindmed), Guilherme Pulici e do presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde (Sintesac), Adailton Cruz.

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Entre as pautas de reivindicação da categoria estão: realização de concurso público, reposição de perdas dos últimos 10 anos de 55% acumulados, aposentadoria especial e insalubridade.

Além disso, desde 19 de Fevereiro de 2015, 2.100 servidores estão fora do plano e com direitos suspensos (férias, progressão salarial, sexta parte, licença prêmio, reajustes). A categoria alega que o governador Gladson teria prometido a reposição dos direitos durante a campanha, mas não cumpriu.

“Das propostas que fizemos e apresentamos no dia 04 deste mês, 16 dias depois, nenhuma delas tinha sequer sido apreciada pelo Governo do Acre, então nós esperamos que isso seja agilizado e que sejamos convencidos que o nosso movimento não tem sentido, mas até agora, o que eu posso dizer é que estamos firmes nas nossas propostas. Nós prevemos uma paralisação em geral e estamos bem conscientes que temos que manter intacto o atendimento ao covid-19 porque sabemos da responsabilidade que temos com a saúde e com a nossa população”, destacou Guilherme Pulici, presidente do Sindmed.

“Nós deixamos bem claro para o Governo que os trabalhadores precisam de apoio, mas é preciso deixar bem claro, que o Governo nunca atendeu nenhuma demanda de qualquer categoria. Daqui para o dia 14, nós estamos abertos para negociar e ouvir o governo. Eles já sabem o que queremos e levamos essas pautas várias vezes. A paralisação será geral, por tempo indeterminado e vai ser um dos movimentos mais uniformes e impactantes que iremos fazer. É tudo ou nada”, afirmou o presidente do Sintesac, Adailton Cruz, presidente do Sintesac.

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