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Jenilson critica Bolsonaro e diz que PSB pode ter candidato majoritário em 2022

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O médico infectologista, deputado Jenilson Leite (PSB), teme uma 3ª onda da Covid-19 no Acre. Segundo ele, o baixo índice de vacinação em todo o país, inclusive no Acre, pode levar a uma nova propagação do vírus em larga escala com uma alta taxa de mortalidade. A declaração foi feita ao jornalista Astério Moreira no programa Boa Conversa do ac24horas. Segundo ele, o presidente Jair Bolsonaro faz tudo ao contrário das medidas sanitárias para conter a pandemia. “Ele deveria ser um exemplo como um pai e um professor”.

Segundo Leite, sua principal preocupação é dedicar o mandato integralmente à assistência às pessoas e instituições afetadas com a Covid-19, mas o debate político acontece naturalmente com vistas às eleições de 2022. Revelou que o PSB discute candidatura própria a presidente ou unir-se à esquerda numa frente ampla de apoio à candidatura do ex-presidente Lula.

No Acre, segundo ele, o PSB continua conversando com lideranças do PCdoB e do PT, seu mais antigo aliado. A então prefeita Socorro Neri levou o PSB a romper com o PT depois da eleição de 2018. “A ida da ex-prefeita para a Secretaria de Educação não é indicação partidária”, disse, deixando claro que é oposição ao Palácio Rio Branco. Sobre 2022 reafirmou que poderá sim disputar cargo majoritário.

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Valor Bruto da Produção do Acre passa dos R$ 2,6 bilhões com destaque para boi e mandioca

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O Ministério da Agricultura divulgou nesta terça-feira (14) o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de maio deste ano, que atingiu o valor de R$ 1,11 trilhão no Brasil.

A cifra é 11,8% superior ao obtido em 2020, que foi de R$ 993,9 bilhões. As maiores contribuições para o crescimento são observadas em arroz, milho, soja e carne bovina, que tiveram dois anos consecutivos de forte aumento de preços reais.

As lavouras tiveram um aumento do VBP de 15,8%. A pecuária, 3,8%. Essas duas atividades obtiveram neste ano o mais elevado valor em 32 anos.

Os produtos que tiveram os maiores acréscimos do VBP foram arroz (5,7%), milho (20,3%), soja (31,9%) e trigo (35,1%). Com crescimento mais modesto, encontram-se cacau e cana de açúcar.

Mas, e no Acre, quais produtos se destacam?

Usando os dados regionais do VPB, o ac24horas produziu um gráfico pelo qual é possível constatar a distância brutal da criação de bovinos em relação a outras culturas quando se leva em conta o valor de cada uma delas.

Mas também é possível observar que depois da bovinocultura, o cultivo de mandioca é o que mais agrega valor no Acre. A mandioca tem valor de R$ 598 milhões, considerável pelos padrões amazônicos -e é a 2ª produção mais valorizada no Estado, perdendo apenas para a criação de bois.

Milho e banana estão quase empatados em VPB no Acre e são perseguidos pela soja. Destacam-se com menor VPB o café, a criação de suínos, leite, feijão e ovos.

Na soma, o VPB do Acre ficou em R$ 2,6 bilhões e está crescendo. Em 2021, é maior que o de seis estados (Sergipe, Paraíba, DF, Rio Grande do Norte, Roraima e Amapá).

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Destaque 2

Gladson deve reunir pecuaristas que se sentiram intimidados em reunião extraordinária no Palácio

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O governador Gladson Cameli deve se reunir na tarde desta quarta-feira, 16, com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre (Faeac), Assuero Veronez, e o pecuarista Jorge Moura, que teve sua propriedade alvo de uma operação de fiscalização do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Instituto Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf) com o apoio do exército brasileiro. O fazendeiro teria reclamando da truculência da operação em trazer homens armados.

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Exército e Mapa fazem operação na fazenda de Jorge Moura e pecuarista se revolta 

Maior produtor de milho do Acre também denuncia ação truculenta do Mapa com apoio do Exército

Ao ac24horas, Cameli afirmou que soube do assunto apenas pela imprensa já que estava participando das agenda oficiais do aniversário de 59 anos do Estado do Acre, comemorado nesta terça-feira, 15. “Eu sei o que vocês sabem. O Assuero me solicitou uma reunião que deve ocorrer na parte da tarde onde trataremos da operação. De antemão, eu não sou a favor de truculência e excessos. Vamos analisar os casos e vermos em como podemos auxiliar”, explicou o governador.

O presidente do Idaf, Francisco Thum, disse que o trabalho da operação Vigia é coordenado pelo Mapa, com acompanhamento do órgão de defesa estadual, e voltado para o combate ao contrabando de produtos veterinários e o comércio de animais, mas também relacionado a ilícitos como roubo de gado na região da fronteira acreana.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre (FAEAC), Assuero Veronez, lamentou os episódios envolvendo a operação e afirmou que a entidade vai fazer denúncia ao Ministério da Agricultura e ao governo do Acre a respeito dos incidentes. Para ele, não há nenhuma contestação à fiscalização, mas à maneira como os órgãos fizeram o procedimento. “O que nos assusta é essa truculência toda, essa demonstração de força, com um caminhão de soldados do Exército muito bem armados, claramente com o objetivo de intimidar e de constranger, numa atitude desnecessária porque não estava havendo nenhuma posição do proprietário de impedir qualquer ação do Poder Público, que tem legitimidade para tal”, disse Veronez.

Em nota, o Ministério da Agricultura informou que as fiscalizações no estado estão ocorrendo de maneira simultânea, com apoio do IDAF, da Polícia Civil e do Exército Brasileiro, e que se trata de uma ação rotineira com o objetivo de coibir o comércio de animais silvestres e uso de defensivos agrícolas e produtos veterinários irregulares contrabandeados dos países vizinhos. Quanto à presença do Exército nos trabalhos de fiscalização, o Ministério da Agricultura diz que a medida é necessária por se tratar de região de fronteira, onde há a possibilidade de conflitos e a presença do tráfico de drogas e armas, esclarecendo que não há o objetivo intimidar produtores rurais, sendo isso explicado aos proprietários na chegada da fiscalização.

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Destaque 6

Ao ser “culpada” por equipe perder prova, acreana Gleici é eliminada do ‘No Limite’ com três votos

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No sexto episódio de “No Limite”, na noite de hoje, a tribo calango perdeu a prova de imunidade pela segunda vez seguida e Gleici Damasceno acabou se tornando a sexta eliminada do reality show da Rede Globo.

No portal da eliminação, a vencedora do “BBB 18” recebeu um total de três votos – Jéssica Mueller levou os outros dois votos – e deu adeus a disputa do prêmio de R$ 500 mil.

Em sua despedida, Gleici aconselhou os colegas da tribo calango a aproveitar ao máximo a experiência no reality show de sobrevivência no meio do mato.

Esse sonho acaba para mim, mas espero que vocês aproveitem ao máximo. Não vou esquecer de nada, vivi com muita intensidade e verdade. Saio do No Limite muito mais confiante em mim. Sei da força que está no meu coração e da vontade de ir até o final.

Situação dos grupos do ‘No Limite’
A tribo calango perdeu o seu quarto competidor com a saída de Gleici Damasceno. A equipe agora é formada por quatro membros: André Martinelli, Carol Peixinho, Jéssica Mueller e Kaysar Dadour. Mahmoud Baydoun, Angélica Ramos e Arcrebiano são os outros eliminados do jogo que pertenciam ao grupo.

Vencedores da prova de imunidade do 6º episódio, a tribo carcará tem seis participantes (Elana Valenaria, Gui Napolitano, Íris Stefanelli, Marcelo Zulu, Paula Amorim e Viegas) no jogo. O grupo perdeu os integrantes Lucas Chumbo e Ariadna Arantes.

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Cotidiano

Dono do Bartô crítica indignação de políticos por ação na fazenda de Jorge Moura

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Um dos proprietários do bar Bartô, Leôncio Castro, usou as redes sociais nesta terça-feira, 15, para criticar a indignação seletiva de políticos do Acre. A publicação ocorreu após parlamentares manifestarem apoio a Jorge Moura, um dos maiores produtores de soja, que foi alvo de fiscalização de órgãos ambientais nesta terça, em Capixaba, interior do Acre.

Leôncio afirma que a sua categoria de serviços que inclui bares e restaurantes recebem a mesma fiscalização que o fazendeiro, mas que nenhum político se manifesta ou presta solidariedade à categoria.

“Fiscalização foi na fazenda do Jorge Moura, todos os políticos influentes saíram em defesa, os BARES e RESTAURANTES estão sendo perseguidos como bandidos, recebendo fiscalização diariamente na porta e nunca nenhum político se manifestou a respeito, mesmo o setor sendo responsável por 4% do PIB nacional. Ano que vem tem eleição, geramos milhares de empregos e vamos saber usar isso!!”, escreveu.

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