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Funai diz que já investiu R$ 11 milhões na proteção de índios isolados contra a Covid-19

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A Fundação Nacional do Índio (Funai) diz que já investiu quase R$ 11 milhões em medidas de proteção de povos isolados e de recente contato durante a pandemia do novo coronavírus. As ações são fundamentais para evitar o contágio dessas populações pela covid-19 e garantir a segurança das diferentes comunidades.


No ano de 2020, por meio da Coordenação-Geral de Índios Isolados e de Recente Contato (CGIIRC), a Funai destinou cerca de R$ 8,9 milhões para enfrentamento da pandemia junto a esses grupos. Em 2021, a fundação já investiu quase R$ 2 milhões em ações de fiscalização em Terras Indígenas onde vivem povos isolados e recém contatados.

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Ao todo, desde o início da pandemia, já foram realizadas cerca de 150 ações de fiscalização territorial no âmbito da CGIIRC. As atividades ocorrem por meio de 11 Frentes de Proteção Etnoambiental (FPEs) presentes na Amazônia Legal. Cada FPE conta com Bases de Proteção Etnoambiental (Bapes), alocadas estrategicamente no interior das Terras Indígenas, atuando como barreiras sanitárias para conter o avanço da covid-19 junto às comunidades.


Entre outras ações desempenhadas pela CGIIRC durante a pandemia, destaca-se a construção dos Planos de Contingência para povos indígenas isolados e de recente contato; o recebimento de equipamentos de proteção individual (EPIs) e testes rápidos para detecção da Covid-19; o aumento do tempo das escalas dos servidores em campo, passando de 60 para 90 dias (tempo da quarentena sanitária no interior da Terra Indígena); a realização de reuniões semanais com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) para alinhamento das ações de proteção; e a elaboração de novos planos de barreiras sanitárias.


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