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Rio Branco realiza vacinação de pessoas a partir de 52 anos com comorbidades em seis unidades

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

A prefeitura de Rio Branco continua com a aplicação da primeira dose da vacina contra covid-19 para pessoas com comorbidades a partir de 52 anos nesta sexta-feira (7). A vacinação ocorre das 8h até às 17h.

Quem for se imunizar deverá levar um documento oficial com foto além do cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

Veja os pontos de vacinação:

 

Destaque 4

Com terceirizados a mingua, deputado diz que Socorro Neri nem retorna mensagens

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Os terceirizados do Estado do Acre voltaram a viver dias de agonia. A Secretária de Estado de Educação, que chegou a anunciar como uma das onze medidas do Governo do Estado do Acre o pagamento dos débitos com os terceirizados, está devendo o pagamento referente a fevereiro para algumas empresas que hoje alegam não terem mais condições de arcar com o pagamento de seus trabalhadores.

O ac24horas apurou que os empresários de terceirizadas afirmam que a SEE age sem compromisso e responsabilidade com intuito de quebrar as empresas locais para trazer uma outra empresa terceirizada do Amazonas.

O deputado Fagner Calegário (Podemos) confirma o atraso nos repasses e afirma está decepcionado com a falta de retorno da secretária Socorro Neri. “Os atrasos dos pagamentos dos trabalhadores terceirizados são injustificáveis. Talvez ela responda alguma coisa quando alguém morrer de fome”, disse o deputado, que recentemente retirou sua assinatura da CPI da Educação temendo que os terceirizados fossem prejudicados.

O parlamentar reclamou que a Secretária Socorro Neri se quer da retorno as ligações e as mensagem enviadas via WhatsApp. “Será que se ela estivesse com salário atrasado, ela estaria trabalhando?”, questionou.

O ac24horas apurou que atualmente os trabalhadores das empresas Alicerce e Tecnews, no município de Senador Guiomard, reivindicam o pagamento de 4 meses de salário atrasado.

Sobre esse assunto, Calegário culpou a secretaria de Educação. “Aí são dois problemas, o primeiro é que não vejo nenhum esforço da SEE para resolver o problema dos trabalhadores que já deveriam ter recebido diretamente da secretaria. Dois, é que a SEE não paga as empresas e elas estão indo a falência”.

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Notícias

Sindicato dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários apoia Operação Vigifronteira

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Sobre a fiscalização do Ministério da Agricultura que causou polêmica entre produtores pela presença de soldados do Exército, o Sindicato dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (ANFFA Sindical) reiterou a importância da operação e reforçou a necessidade de proteção aos produtores fiscalizados, bem como dos profissionais envolvidos nessas ações.

Sobre a participação dos auditores fiscais federais agropecuários (affas) na operação realizada no estado do Acre (Vigifronteira), nesta semana (15/6), com apoio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (IDAF), da Polícia Civil e do Exército Brasileiro, o ANFFA Sindical destacou a importância de o Estado garantir segurança de produtores rurais e dos profissionais envolvidos na Operação

De acordo com a entidade, mesmo sob questionamento de produtores rurais da região, com relação à presença do Exército Brasileiro na operação, o ANFFA defende a necessidade desse reforço do Estado, com intuito de inibir comércio de animais, produtos veterinários, uso de defensivos agrícola irregulares, contrabandeados para países vizinhos.

De acordo com o presidente do ANFFA Sindical, Janus Pablo de Macedo, esse é o propósito dessas operações de rotina que são realizadas para garantir a segurança do alimento, bens e serviços de origem animal e vegetal, consumidos pela população brasileira. “Preservar a vida de todos os envolvidos nessas operações é um dever do Estado”, reforçou.

Insatisfeitos com a maneira como as equipes entraram nas fazendas, os produtores protestaram contra a ação, por meio da Federação de Agricultura e Pecuária do Acre (FAEAC. Nesta quarta-feira, 16, um grupo formado pelo presidente da entidade, Assuero Veronez, o fazendeiro Jorge Moura e familiares, conversaram com o governador Gladson Cameli sobre o assunto.

“Vou interceder junto ao governo federal para que ações como essa não possam voltar a ocorrer novamente”, declarou o governador. O fazendeiro Jorge Moura disse ao ac24horas que somente no Acre os produtores são desrespeitados. “Lá fora eles são valorizados, aqui somos tratados como bandidos, mas, já está mudando com a atual gestão”, ressaltou.

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Acre

Professora é roubada dentro do Pronto-Socorro de Rio Branco

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A professora Marlene Cândido, 58 anos, mais conhecida em Xapuri como Rosa, procurou a reportagem do ac24horas para relatar uma situação por qual passou dentro das dependências do Pronto Socorro de Rio Branco, no último sábado, 12, quando acompanhava o seu esposo, Sebastião Trajano, de 63 anos, que estava acometido de uma crise de vesícula biliar.

Ela conta que na manhã do dia anterior, sexta-feira, 11, seu esposo, foi levado às pressas para o hospital Epaminondas Jácome, em Xapuri, acometido de dores fortíssimas, de onde foi removido para o Pronto Socorro de Rio Branco. Enquanto ele passava pelo atendimento, ela diz que não pôde ficar, como acompanhante, nem mesmo nos corredores da unidade para aguardar.

Na manhã do sábado, após o atendimento de rotina, o marido da professora foi liberado para aguardar em casa um procedimento cirúrgico ao qual seria submetido. Enquanto aguardava a sua condução, na “sala de enfermaria” superlotada de pacientes e acompanhantes, ela foi surpreendida por um homem que lhe pediu o telefone celular emprestado para fazer uma ligação.

A professora disse que pensou em negar, mas diante daquela situação, em ato de solidariedade, imediatamente passou o celular a ele e ficou esperando que realizasse a ligação. Sentado e fingindo que fazia o telefonema, o indivíduo disfarçadamente se levantou e saiu correndo em disparada com o telefone da professora que, atônita, buscou ajuda na entrada do hospital.

Marlene disse que acionou o segurança da portaria e o policial que permanecia de plantão no local, mas eles nada puderam fazer a não ser ligar, sem sucesso, para o número do telefone, visto que o meliante já havia desligado o aparelho e se evadido do local. Diante do ocorrido, ela afirmou que ficou sem chão e sem condições de buscar saídas para a inusitada situação.

“Meu relato é simplesmente para expressar o constrangimento que passei em um dos momentos mais difíceis da vida. Não esperava que aquela segurança demonstrada pela equipe da portaria e da recepção fosse apenas para impressionar a população que tanto necessita dos serviços públicos e de segurança. Jamais imaginei passar por uma situação com essa dentro de um hospital”, afirmou.

Apesar do susto e do abalo psicológico, a professora disse que não procurou a direção do Pronto Socorro para relatar o fato, mas garante que o ocorrido foi testemunhado por servidores, tendo, inclusive, uma profissional de saúde visto o suspeito correndo e pulando um muro na parte dos fundos da unidade hospitalar. Ela também não registrou boletim de ocorrência na polícia.

A reportagem não conseguiu falar com nenhum representante da direção do Pronto Socorro de Rio Branco para questionar se casos parecidos têm sido registrados na unidade hospitalar e quais as medidas vigentes para garantir a segurança de pacientes e acompanhantes. O jornal se mantém à disposição para qualquer informação ou esclarecimento necessário.

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Cotidiano

Vereador de Acrelândia afirma que se Exército e o Mapa chegar sem mandado trocará tiros

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O vereador de Acrelândia, Marciano Bezerra da Silva (MDB), mais conhecido como “Tiririca”, usou a tribuna da Câmara na quarta-feira, 16, para dizer que vai trocar tiros com a polícia caso sua propriedade seja alvo de uma fiscalização do Exército e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), sem mandado judicial.

O comentário ocorreu após agentes do MAPA e do Exército realizarem uma fiscalização na propriedade do fazendeiro Jorge Moura, em Capixaba, interior do Acre.

O parlamentar faz críticas a ação de fiscalização e afirma que vai trocar tiros com a polícia se sua propriedade for alvo de alguma fiscalização.

“Eu vou dizer pra vocês, se lá em casa chega um cidadão do Mapa, do Exército, da Polícia Civil, do ‘raio que o parta’, ele vai ter que ter um mandado judicial pra entrar da porteira pra dentro, se não entra não, nós vamos trocar tiro, que lá dentro da minha propriedade não tem bandido não. Agora, se eles chegarem lá com o mandado e eu estiver errado que eles me punam”, afirmou.

Com informações de Acrelândia News

 

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Bombando

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