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Caldo grosso no Senado

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A DISPUTA do Senado na eleição do próximo ano pode ser uma das mais renhidas que o estado já presenciou, tal é a quantidade de nomes que se apresentaram até o momento. O que é bom para a democracia, além do grande número de candidaturas, é que os nomes que se lançaram são qualificados. 

Entre as novidades está o advogado Sanderson Moura (PSOL), que já confirmou ao BLOG DO CRICA, de que ele estará na campanha pela única vaga de senador. 

Sanderson, um destacado advogado criminalista, respeitado na sociedade, não é marinheiro de primeira viagem, tem militância na política desde os tempos estudantis, e pelas suas qualidades pode enriquecer muito o debate. A briga pelo Senado será uma briga de caldo grosso. Isso é bom.

OBSERVAÇÃO INTERESSANTE

UM leitor do BLOG mandou uma série de considerações interessantes e pertinentes. A questão não é só anunciar a liberação de recursos para o estado, existe todo um rito até chegar nas licitações, que muitas das vezes não são nem concluídas das verbas que dormitam há anos. Sintetizando, não é dizer que se destinou um valor do governo federal, que amanhã o dinheiro já estará liberado e a obra pode ser iniciada de imediato. Certo. 

ACUMULANDO DERROTAS

O PREFEITO Tião Bocalom vem acumulando derrotas políticas na Câmara Municipal de Rio Branco. Não ganha uma. O seu projeto que repassava recursos para as empresas do transporte público foi derrotado, e agora, sofre nova derrota com a derrubada do seu veto ao projeto que permitia marcar consultas por aplicativos.

ASSESSORIA LÚCIDA

O PREFEITO Bocalon precisa de uma assessoria mais lúcida, não existia argumento para vetar o projeto da vereadora Michelle Melo (PDT), de marcar consultas por aplicativos. Até porque, a medida ajudaria na gestão.

REUNIÃO CONSTRANGEDORA

A reunião do MDB, ontem, para dizer que entrou no governo, foi constrangedora. Se sentia isso nas feições do deputado federal Flaviano Melo (MDB) e do senador Márcio Bittar (MDB), por não ter um deputado da sigla apoiando a decisão. Pelo contrário, todos estão contra o governo, e são peças-chaves na manutenção da “CPI da Educação”, na ALEAC. Foi um espetáculo tristonho.

NÃO É ISSO, BITTAR!

A EMENDA foi pior que o soneto. Não é verdade a afirmação do senador Márcio Bittar (MDB) que os três deputados do MDB estão na CPI, porque o governador Gladson disse não ter nada contra. A verdade é que, os deputados Roberto Duarte (MDB), Meire Serafim (MDB) e Antonia Sales (MDB), não falam mais a língua do governo.

QUE MANIA!

NÃO deu para entender o desabafo, que o MDB não se sente dentro do governo Gladson. O Flaviano Melo (MDB) tem a mulher em cargo de confiança, indicou seu protegido Raimundo Sabonete para a Agricultura, o Márcio Bittar indicou o secretário da SEDUR, que junto com a Agricultura é área do partido, o Pádua Bruzugu tem uma diretoria, e o MDB está fora?

NÃO HÁ OUTRO CENÁRIO

O CENÁRIO verdadeiro é que os dirigentes do MDB apostavam que levariam a sigla em peso para dentro do governo, mas não convenceram parte importante do partido, o exemplo é a “CPI da Educação”, que só existe por causa do MDB. Contra fatos reais, não há argumento.

GONZAGUINHA, VIRADO NOS TRINTA!

O DEPUTADO Luiz Gonzaga (PSDB) é um dos mais ativos com sua presença em comunidades distantes do Juruá, ouvindo para dar soluções. Mas, não deve buscar um mandato na Câmara Federal, tende ir para a reeleição.

SERIA UM SUICÍDIO

COM O PSDB em dificuldades para montar uma chapa para a Câmara Federal, seria um suicídio deixar uma quase certa reeleição para a ALEAC, por uma aventura.

QUESTÃO DE CONFIANÇA

NADA a contestar, contra a escolha do Valtim José para a chefia do gabinete do prefeito Tião Bocalom. Para um cargo deste porte, se exige alguém de estrita confiança.

GANHAM OS PROFESSORES

QUANDO o governador Gladson Cameli esquece a ideologia, aceita sugestão do deputado Daniel Zen (PT), mandando para o Legislativo, projeto que garante o pagamento de bolsa de incentivo aos profissionais de Educação, atua como estadista. E, ganha o professor.

FORA DA POLÍTICA

O BLOG tem informação de que a secretária de Educação Socorro Neri não deve ser candidata a cargo eletivo, em 2022. Deve ficar na função até o fim do governo Gladson.

PARA CONFERIR

NÃO IMPORTANDO quem mais colaborou para a sua construção, a Ponte do Abunã- Madeira, deve ser festejada. Sobre os comentários de que baixará o preço dos produtos vindos para o Acre, quero ver para crer.

FOCAR NO TRIVIAL

PARA recuperar seu capital político perdido neste início de gestão, o prefeito Tião Bocalom tem que se dedicar ao feijão com arroz da cidade limpa, sem buracos, médicos nas unidades de saúde, o lixo coletado, e deixar em um plano ao longo prazo, as obras de grande porte. Sucede a uma ex-prefeita que saiu bem avaliada pela população.

FECHANDO DETALHES

O secretário de Saúde, Alysson Bestene, deve apenas fechar detalhes até o fim do mês, para vir atuar na coordenadoria política do governador Gladson Cameli.

CORRER SOLTO

COM a desistência do deputado Gerlen Diniz (PP) de disputar um mandato de deputado federal, caso se confirme a candidatura do prefeito Mazinho a Federal, este correrá solto no colégio eleitoral de Sena Madureira.

FORA DE ROTA

ENCONTRA-SE fora de foco uma aliança entre o senador o Petecão (PSD) e o ex-senador Jorge Viana (PT), aliança deste porte só num eventual segundo turno ao governo.

MEIA-BOCA

O EX-DEPUTADO Jairo Carvalho anunciou que, passa a se juntar ao grupo político do governador Gladson, e não apoiará a candidatura do senador Sérgio Petecão (PSD). É uma decisão meia-boca, porque o Jairo continua no PSD.

RESQUÍCIOS DA CAMPANHA

A SUA DECISÃO é um resquício da campanha para a prefeitura de Senador Guiomard, quando Petecão não apoiou seu candidato, mas a prefeita Rosana Gomes.

PEDRA CANTADA

CANTEI a pedra neste espaço que, o ex-vereador Helder Paiva fracassaria na tentativa de aproximar os vereadores da capital da prefeitura, por não haver interesse do prefeito Bocalon. Ele quer os vereadores lhe fiscalizando.

NÃO HÁ CLIMA

OS PROFESSORES são vão voltar para as aulas presenciais depois que a categoria estiver vacinada. E, estão certos. Não pode se exigir a exposição da categoria na pandemia 

SERIA CONVIDADO

O DEPUTADO Marcos Cavalcante deve deixar o PTB. Seria também convidado a sair, porque com a sua presença no partido, fica difícil montar uma chapa para a ALEAC.

CONSELHO DOS CARDEAIS

O PT montou um “conselho dos cardeais,” para definir os rumos do partido na eleição de 2022. É formado por Jorge Viana, Marcus Alexandre, Binho Marques e Raimundo Angelim. JV funciona como coordenador.

CAMINHO NATURAL

O CAMINHO natural é que os partidos de esquerda, como PT-PSB-PCdoB-PSOL, estejam juntos em torno de uma candidatura ao governo na eleição do próximo ano.

SEGUNDO TURNO

O CLIMA que vai se formando é que, a eleição para o governo no próximo ano venha a ser decidida num segundo turno, devido ao potencial das candidaturas.

CENÁRIO QUE SE DESENHA

PODEMOS ter em 2022, um cenário em que se tenha o Jorge Viana (PT), Gladson Cameli (PP), e o senador Sérgio Petecão (PSD), de candidatos a governador.

PRATICAMENTE EM CAMPANHA

DOS TRÊS NOMES acima, o senador Sérgio Petecão (PSD) já se encontra numa pré-campanha, girando direto pelos municípios do interior, montando chapa e alianças.

HOMEM DO LUPI

O DEPUTADO Luiz Tchê (PDT) é um nome certo do partido para disputar um mandato de deputado federal. Tchê é homem de confiança do cacique do PDT, Carlos Lupi.

FRASE MARCANTE

“Não é batendo com uma esponja que conseguimos pregar um prego na parede”. (Ditado uruguaio).

 

Blog do Crica

Uma situação de difícil equação

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A ENTRADA do presidente Jair Bolsonaro no PL criou uma situação intrincada no Acre. A candidata a senadora, Márcia Bittar, quer acompanhar o Bolsonaro e se filiar no PL, mas só que ela apoia a candidatura do governador Gladson Cameli. 

No estado, o comando do PL está com a deputada federal Mara Rocha (de saída do PSDB), que também é bolsonarista de raiz, mas é uma adversária ferrenha do governador Gladson Cameli, e é candidata a governadora. São posições incompatíveis de serem conciliadas. 

Por tudo isso, existem duas saídas: ou o senador Márcio Bittar (PSL) toma o comando do PL do grupo Rocha; ou então terá de levar a Márcia Bittar para se filiar em um outro partido. 

A terceira saída, não existe, que seria a deputada federal Mara Rocha não entrar no PL, deixar o partido nas mãos do grupo Bittar; desistir de ser candidata ao governo, disputar a reeleição e voltar a ser uma aliada do governador Gladson Cameli, aderindo à sua candidatura de reeleição. 

Na política, não existe o impossível, mas a deputada federal Mara Rocha puxar o bloco da reeleição do Gladson seria o fim da sua carreira, pois, o eleitor é muito criterioso quando analisa os fatos.

 A hipótese – que acho totalmente improvável – se acontecer, seria a desmoralização pública da deputada federal Mara Rocha, passaria a ser uma política desacreditada. Vamos aguardar os lances deste jogo.   

SEDIMENTAR RIO BRANCO

COM a situação política sedimentada no Juruá, o foco da deputada federal Jéssica Sales (MDB) a partir de agora, é a sedimentação no eleitorado de Rio Branco, onde deve passar mais tempo, para se tornar ainda mais conhecida.

A CAPITAL É DECISIVA

OS COORDENADORES da candidatura da deputada federal Jéssica Sales (MDB) ao Senado sabem que, os votos da capital serão decisivos para definir o vencedor.

APOSTANDO NO SEGUNDO TURNO

ASSESSORES do senador Sérgio Petecão (PSD) jogam com o cenário dele e o governador Gladson irem ao segundo turno, e os adversários do governador se unirem para lhe derrotar, em torno da candidatura do Petecão a governador.

PSQUISAS DE JUNHO

NENHUM candidato a senador ou a governador engrosse o pescoço, com o resultado das pesquisas que estão sendo realizadas neste período de final de ano. As pesquisas de junho é que darão maior clareza à disputa.

FISCAL CONSTANTE

DOS deputados estaduais, nenhum tem sido presença mais constante nas discussões sobre a destinação das verbas do FUNDEB ao magistério do que o deputado Daniel Zen (PT). Sua participação tem sido importante, por ser uma matéria que conhece com profundidade.

EMPLACA AS EMENDAS

O SENADOR Márcio Bittar (PSL) está certo de que, com o novo projeto tornando mais claras as destinações das emendas do relator; brecadas pelo STF, conseguirá empenhar todas as emendas de sua autoria para o estado. Na execução, terá problemas com a emenda da Santa Casa de Misericórdia, alvo de investigação do Ministério Público Federal.

QUE CONFUSÃO!

QUE confusão se tornou essa distribuição das sobras do FUNDEB, dentro da Educação! Os assessores do governador Gladson falharam feio na condução deste processo de seleção sobre quem tem direito a receber, o que não deixa de lhe causar um desgaste com a categoria. Deviam ter lhe entregue o projeto sem nenhum entrave jurídico, antes de ser enviado para votação na ALEAC.

FORMARÁ COM O BITTAR

O deputado Roberto Duarte (MDB) deve se integrar ao grupo do senador Márcio Bittar, com filiação em um dos partidos sob sua órbita. Tem de ter cuidado se optar por disputar uma vaga de deputado federal; avaliar o potencial da chapa onde se filiará, para não ficar sem mandato. Para a Câmara Federal, o jogo será bruto.

TÁ MUITO DIFÍCIL!

A EXCLAMAÇÃO acima é a que mais tenho escutado de dirigentes partidários, quando se trata da formação de chapas competitivas para a Câmara Federal. O fato de reduzir para nove o teto das candidaturas, dificultou a montagem.

EM QUALQUER CENÁRIO

DIRIGENTES do MDB têm dito que se for na chapa do governador Gladson Cameli, será melhor; mas se não for, também não vai brecar a candidatura da deputada federal Jéssica Sales (MDB) ao Senado. É uma decisão tomada.

LUTA ÁRDUA

A luta da deputada federal Vanda Milani (PROS) foi mais árdua em conseguir que a licitação para as obras do calçadão do 15 fosse aberta para viabilizar os recursos. É uma obra que vai dar nova vida ao bairro.

ARGUMENTO FORTE

OS prefeitos do PT podem usar como argumento para apoiar um candidato de outro partido ao governo, que a sigla não terá chapa com nome próprio para governador.

FECHADO COM MAZINHO

O EX-PREFEITO de Senador Guiomard, James Gomes, fechou apoio à candidatura do prefeito Mazinho a deputado federal. James disputará vaga na ALEAC.

EM HIPÓTESE ALGUMA

OUVI ontem de um dirigente do MDB que, se a deputada Meire Serafim (MDB) continuar no partido será para apoiar a reeleição do governador Gladson e da deputada federal Jéssica Sales (MDB) ao Senado. Será exigência.

OU UMA COTIA OU UM ELEFANTE

O EX-SENADOR Jorge Viana (PT) está mantendo sigilo absoluto sobre os nomes que comporão as chapas do partido a deputado estadual e deputado federal do PT. Da montanha poderá sair uma cotia ou um elefante.

É A MAIOR BOBAGEM

É a maior bobagem política se achar que, um candidato ao governo ou a senador quanto mais prefeitos tiver o apoiando, ele ampliará a sua candidatura. Um prefeito pode ajudar com a máquina um candidato a deputado, mas para uma candidatura majoritária a influência é pífia.

UM NOVATO NUM CIPOAL

O GOVERNADOR Gladson está centralizando as suas decisões políticas no chefe de gabinete, Rômulo Grandidier. A saber se dará conta do recado, porque nunca esteve à frente de uma articulação política complexa, como a de uma candidatura a governador. É um novato num cipoal fechado.

NÃO HÁ MUITO O QUE COMEMORAR

O GOVERNO tende a suspender as atividades do réveillon da virada do ano. Não há muito o que comemorar de 2021, com tantas mortes de acreanos na pandemia.

COMENTÁRIO DO LEITOR

“TER um grupo grande de partidos não quer dizer muita coisa numa eleição para o Senado ou o Governo; a ex-deputada Antônia Lúcia disputou a eleição com cinco partidos lhe apoiando, e nunca mais se reelegeu”. A observação é de um leitor.

QUEBRA O RANÇO

CASO o ex-governador Geraldo Alckmin venha a ser o vice  do Lula, vai quebrar o ranço radical da chapa petista e dará um ar mais liberal, para desespero da ala extremista.

SE ME CHAMAREM…

A SECRETÁRIA de Educação, Socorro Neri, está naquela do se me chamarem para ser vice do Gladson, eu aceito.

FRASE MARCANTE

“Cada qual em seu trabalho pode louvar a Deus”. Cervantes.

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Blog do Crica

Lei do Murici 

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O QUADRO formado com cinco candidatos ao Senado dentro do campo partidário do governador Gladson Cameli, indica na direção que juntar todos numa candidatura única para disputar a única vaga de senador, se mostra um sonho irrealizável. Nem o Gladson e nem ninguém conseguirá modificar este quadro. Dos cinco postulantes, no mínimo três vão manter a sua candidatura. E só cabe um na chapa do governador Gladson. Qual é o argumento para convencer o senador Márcio Bittar (PSL), para retirar a candidatura da Márcia Bittar? Quem vai convencer a deputada federal Vanda Milani (PROS) a fazer o mesmo? O MDB está fechado em torno da candidatura da deputada federal Jéssica Sales (MDB).

A senadora Mailza Gomes (PP) não mostra inclinação em desistir. O mesmo ocorre com o deputado federal Alan Rick (DEM). Isso é igual a uma panela na qual se prepara um quitute, em que muitas pessoas metem a colher. Ou sairá salgado ou sem sal. A unidade em torno de um nome do grupo palaciano para disputar o Senado, é uma palavra fora do dicionário do poder. Vai prevalecer a chamada Lei do Murici, em que cada um cuidará de si. 

E AGORA, SEU ZÉ?

NA entrevista de ontem do futuro presidente do União Brasil, Luciano Bivar, ficou claro que, a sigla não apoiará a reeleição do presidente Bolsonaro. Não esperem que o Acre seja uma ilha desgarrada do que decidir a nacional.

APOSTA DO PETECÃO

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD) joga todas as suas apostas de que o prefeito Mazinho Serafim, não será apenas o mais votado na chapa do PSD, mas o mais votado entre todos os candidatos a deputado federal.

NÃO TEM DO QUE RECLAMAR

UM ASSESSOR do senador Sérgio Petecão (PSD) comentou ao BLOG que, não há motivo para o deputado federal Flaviano Melo (MDB) ter mágoa do Petecão, por não ter apoiado a candidatura do deputado Roberto Duarte (MDB) para a PMRB. “Apoiamos a Eliane Sinhasique para prefeita, no meio da campanha lhe abandonaram, e ficamos só lhe apoiando até o fim. A mesma coisa ocorreu com o Fernando Melo”, observou.

ATÉ ABRIL

O DEPUTADO Roberto Duarte só vai deixar o MDB em abril do próximo ano, quando for aberta a janela para as trocas partidárias. Não quer correr o risco de perder o mandato sob acusação de infidelidade partidária.

SEGURO NO PINCEL

O PCdoB continua seguro no pincel. Até agora não for formalizada nenhuma federação com um outro partido. Se não ocorrer, terá de partir para a árdua tarefa de montar chapas próprias para Federal e ALEAC.

ACREDITAM QUE CONVENCEM

PETISTAS ainda acreditam que, poderão convencer o advogado Sanderson Moura (PSOL) a não ser candidato ao Senado, e apoiar a candidatura do Jorge Viana (PT).

MDB COM PALANQUE

O MDB lançará na próxima quarta-feira a senadora Simone Tebet (MDB), como candidata a presidente da República. O problema do MDB é que não tem unicidade nacional, cada um aponta o nariz para onde quiser.

MULHERES NA POLÍTICA

ÂNGELA Helosman (PSD), Lene Petecão (PSD), Vânia Pinheiro (PTB), Rosana Nascimento (PSD), Maria Antonia (sem partido), Leila Galvão (sem partido), Antonia Sales (MDB) e Meire Serafim (MDB), são até aqui as mulheres que disputarão vagas na ALEAC. Vanda Milani (PROS), Márcia Bittar (sem partido), Jéssica Sales (MDB), Mailza Gomes (PP), sairão candidatas ao Senado. E, Charlene Lima (PTB), Perpétua Almeida (PCdoB), Lana Vaz (PSL) e Michelle Melo (PDT), estarão na lida por uma cadeira na Câmara Federal. As mulheres estão com tudo e não estão prosa. Ainda tem vaga no barco do batom.

BRECADO PELA LEI

ESTE ano, o governador Gladson não poderá contratar os membros do cadastro de reserva da Polícia Civil, mesmo que queira. Furaria o teto da Lei de Responsabilidade Fiscal, e ele cometeria crime de responsabilidade.

DE PAI PARA FILHO

EM FIM DE CARREIRA, em 2022 será a última eleição que disputará, o deputado federal Flaviano Melo (MDB), trouxe o filho Leonardo Melo para ser candidato a uma vaga na ALEAC, e continuar a saga dos Melos na política.

JOGO BRUTO

O JOGO para ser escolhido ministro de uma pasta cobiçada como a do Desenvolvimento Regional, é bruto, porque há muitos interesses políticos grandes em jogo, mas se o senador Márcio Bittar (PSL) conseguir a façanha, a candidatura da Márcia Bittar ao Senado, ganhará um suporte poderoso para a sua candidatura. É aguardar!

NÓ CEGO

O GOVERNADOR Gladson foi mal assessorado nesta questão do repasse de recursos do FUNDEB para os professores. Anunciou um valor, já baixou, e virou uma celeuma. Por entrave jurídico, não beneficiará todos os segmentos da Educação, e ainda criou um bolsão de descontentamento em outras categorias do estado (que são maioria), que querem ser beneficiadas com aumento salarial e contratações, e não serão atendidas. Na política, tem que se mirar sempre no custo e no benefício antes de dar um passo. Um passo em falso o desgaste é certo, é o que está ocorrendo no presente caso. Um nó cego para a ALEAC desatar, quando o PL entrar em discussão.

APROVARAM TUDO

A BASE do governo na ALEAC deu provas no decorrer do ano que se encontra unida. Sob a presidência do deputado Nicolau Junior (PP) e apoio do líder do governo, deputado Pedro Longo (PV), aprovaram tudo o que veio do Palácio Rio Branco. Com generosos espaços no poder, não tinham nem como ser contra as pautas palacianas.

MUITO TRANQUILOS

OS ASSESSORES da candidatura da senadora Mailza Gomes (PP) se mostram tranquilos quanto a sua presença na chapa do governador Gladson. “Ela é a presidente do partido, não vai recuar, o Gladson é do PP, e não tem alternativa, para tentar um outro nome”, enfatizaram.

ALGUÉM FALOU

“A Mailza não será candidata a senadora”. Não me perguntem quem disse a frase, numa conversa reservada com um amigo. O segredo das fontes é algo sagrado.

FORA DO PALANQUE

COM a candidatura do governador João Dória a presidente confirmada, não haverá espaço para o PSDB do estado, estar no palanque bolsonarista, sob pena de uma canetada nacional trocar toda a executiva tucana.

MUITO ESPERTO

O PRESIDENTE do PSDB, Manoel Pedro, o Correinha, é muito esperto para entrar na roubada de peitar a nacional e formar com o grupo bolsonarista, no Acre.

NÃO É PRECISO CONHECER

NÃO é nem preciso conhecer de política para se deduzir que, com as prováveis de quatro a cinco candidaturas ao Senado disputando votos no mesmo nicho eleitoral, o grande beneficiado será o candidato Jorge Viana (PT), que correrá livre no seu campo. 

COMEÇOU BEM

PARA quem nunca foi candidato a um mandato político, não estava em campanha, aparecer com 11% na primeira pesquisa para presidente, começou bem. Vamos ver as próximas pesquisas, para avaliar o crescimento da candidatura do ex-Juiz Sérgio Moro.

VÔO DESCARTADO

A ex-deputada Leila Galvão descartou disputar uma vaga de deputada federal na eleição de 2022, recusando todos os convites neste sentido. Será candidata à ALEAC.

DUAS METAS

O EX-VEREADOR de Brasiléia, Joelso Pontes, deve atender o convite do senador Márcio Bittar (PSL) e ser candidato a deputado federal, com o foco de preparar caminho para disputar a prefeitura de Brasiléia, na próxima eleição.

 FRASE MARCANTE

“A passagem do tempo deve der uma conquista, não uma perda.” Lya Luft. 

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Nem tudo são flores no “glorioso” do Dr. Ulysses

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O MDB tem a deputada federal Jéssica Sales (MDB), como candidata ao Senado. O deputado Roberto Duarte (MDB) declarou que a sua candidata a senadora é a Márcia Bittar (sem partido). O deputado Roberto disse por diversas vezes com o secador na mão que, não acreditava que o MDB formaria chapa para a ALEAC e Câmara Federal, e aventou deixar o partido. Não é de desconhecimento no meio político a aliança entre o deputado Roberto Duarte (MDB) e o senador Márcio Bittar (PSL), de que estarão no mesmo palanque em 2022, como aliados. Duarte sempre externou o reconhecimento ao Bittar pelo apoio presente na sua candidatura a prefeito de Rio Branco. Por todo este quadro, a executiva do MDB, não cometeu nenhuma injustiça ao entregar ao parlamentar uma liberação para deixar o partido, que na verdade foi uma espécie de expulsão branca. Na base do, a porta dos fundos é a serventia da casa. O episódio com Duarte, também retrata um outro panorama, o de que o outrora gigante MDB encolheu. Não terá em 2022 o seu mais forte prefeito, Mazinho Serafim (Sena Madureira), que vai para o PSD. Perdeu o senador Márcio Bittar (PSL). O ex-prefeito Espiridião Junior, uma resistência do MDB durante décadas do partido, em Tarauacá, deve ir para o PTB, a convite do aliado Márcio Bittar; a ex-deputada Eliane Sinhasique, também pulou fora. Bittar levará ainda para o seu grupo, o segundo suplente de vereador na capital, o militante político Oséias. O episódio com o deputado Roberto Duarte (MDB) veio apenas aclarar ainda mais os problemas de debanda que sofre o MDB. Nem tudo são flores, no “glorioso” do Dr. Ulysses Guimarães, para a eleição de 2022.

DEU NA UOL
A PESQUISA de ontem do Ipespe, divulgada no UOL, trouxe Lula liderando com 42% e vence qualquer candidato no segundo turno. Já o presidente Bolsonaro, caiu 3 pontos em relação a pesquisa anterior, e emplacou 25% das intenções de votos. E, o Juiz Sérgio Moro, outro que cresceu, apareceu com 11% de preferência, um número expressivo para quem entrou agora no jogo.

PESQUISAS NO FORNO
NO estado, pelo menos quatro pesquisas deverão ser divulgadas até o fim de dezembro, sobre as posições dos candidatos ao Senado e ao Governo. Vão retratar o momento eleitoral, sem influência na campanha de 2022.

NÃO BRIGO COM PESQUISAS
NÃO BRIGO com pesquisas, nem com as que são elaboradas para agradar o patrão. E, ainda as que são feitas de forma isenta, também situo apenas como um registro do momento político. E, nada mais do que isso. A eleição se decide no curso de uma campanha, o resto é perfumaria. Em pesquisa, acredita quem quer. E, ponto!

EXEMPLO MAIS RECENTE
CLARO QUE, cada eleição majoritária é diferente em seus componentes. Mas, apenas para citar que, o que decide uma eleição é o decorrer da campanha, na disputa da PMRB a ex-prefeita Socorro Neri era apontada pelos institutos como eleita, e acabou sendo derrotada.

ANOTE PARA CONFERIR
O SENADOR Márcio Bittar (PSL) vai fazer um estrago na chapa do MDB, pescando candidatos comprometidos com o partido. Política se joga nos bastidores. Anote.

NÃO DECOLOU
VENDO ontem a pesquisa interna de um partido ainda não totalmente tabulada, os números apurados até o momento mostram o prefeito Bocalon em baixa popular. Como não é pesquisa eleitoral; mas de avaliação, é bom ele levar os números a serem divulgados a sério.

CHAMA ATENÇÃO
O QUE CHAMA atenção é que o prefeito Tião Bocalon não está parado. É de boa qualidade o asfaltamento das ruas. Mas não consegue granjear a simpatia popular. O que ele faz a sua comunicação não consegue chegar nos grotões.

GALO DO TERREIRO
O QUE se tem visto é o dirigente regional do PSL, Pedro Valério, jactando-se de que o partido vai apoiar o Bolsonaro no estado. Os futuros dirigentes do União Brasil – fusão do DEM-PSL – têm reiterado que o novo partido não apoiará o Bolsonaro. Pedro Valério, na política, quem canta mais alto é o galo do terreiro. E, neste caso, o galo não é regional, mas nacional.

DOIS NOMES COM POTENCIAL
NA chapa do PSD para deputado estadual, o partido tem dois candidatos do Juruá, com potencial de disputar com chance vagas ALEAC: a vice-prefeita de Mâncio Lima, Ângela Helosman; e, o prefeito de Marechal Taumaturgo, Isaac Piãnko. O PSD tem uma das chapas mais encorpadas e com nomes sem mandato. Pode eleger três deputados.

OLHANDO O JOGO
OS TRÊS nomes mais fortes na briga pelos votos de Brasiléia, Tadeu Hassem, Leila Galvão e Maria Antonia, ainda não definiram por qual partido vão disputar vagas na ALEAC. Com as novas regras eleitorais, há que se pensar duas vezes. Pode-se ter muitos votos e ficar fora.

DISPUTA INTERESSANTE
BRASILÉIA será palco na eleição do próximo ano de uma disputa interessante e feroz pelos votos do seu colégio eleitoral. Leila Galvão, com forte base popular; Tadeu Hassem, apoiado pela irmã e prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem; e Maria Antonia, que já é deputada e tem como coordenador da sua campanha, o mago dos bastidores, o Francisco Dêda. Não apontaria um favorito.

QUE TEM ANDADO, ISSO É VERDADE
NÃO SEI qual será o reflexo na sua campanha para o governo, mas é dos candidatos o que mais tem andado no estado. Isso descarta a hipótese do deputado Jenilson Leite (PSB) voltar atrás na sua candidatura. É bom que continue, tem qualificação, e exerce um bom mandato.

TODA UMA EXPECTATIVA
HÁ uma expectativa se a deputada federal Mara Rocha (de saída do PSDB para o PSL) anunciará no ato da sua filiação ao PL, em abril, a sua candidatura ao governo ou a senadora. E, qual será a aceitação do seu nome a partir da declaração.

JOGO ESTÁ FEITO
PARA O GOVERNO, o jogo está feito: Gladson Cameli (PP), Sérgio Petecão (PSD), Jenilson Leite (PSB); Mara Rocha (pelo PL), David Hall (Cidadania)e Nilson Euclides (PSOL). Pode surgir outro nome, mas nada que mexa com a posição das pedras. Este é um cenário de segundo turno.

LEQUE AMPLO
É bom para o processo eleitoral que vários partidos estejam contratando institutos de pesquisas diversos, para medir a intenção de votos ao governo e Senado, porque amplia o leque de resultados, e se pode tirar uma média.

FINAL DE MANDATO
A POPULARIDADE de um prefeito só pode ser medida no último ano de mandato. Pode aparecer mal no primeiro ano, se recuperar e chegar em alta popular ao final.

ORELHA DE MOLHO
A mídia trouxe esta semana uma decisão judicial de perda de mandato por infidelidade partidária de um deputado federal, que trocou de partido com base apenas numa carta de liberação da direção da sua sigla. É bom quem pretende mudar de partido por aqui, esperar chegar abril.

MAIS DO QUE CERTO
O GOVERNADOR Gladson Cameli está mais do que certo de não consultar, e nem de aceitar pitaco de partido na indicação do vice da sua chapa. A escolha é pessoal.

GAMELAS DIFERENTES
A FARRA de delapidação do erário público, com prisões, e os escândalos que o país assistiu na Lava-Jato, envolveu as lideranças nacionais do PT. Para ser justo, nos governos no estado do PT, não houve a condenação de um governador por corrupção. Não está tudo na mesma gamela. Mas o eleitor não entendeu assim, e varreu o PT do mapa do estado, na eleição de 2018. É a política.

FRASE MARCANTE
“Quando o sábio encontra o tolo, o sábio aprende mais”. Francisco Meireles.

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Uma briga política e ambiental 

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O CONFRONTO ABERTO, com trocas de acusações pesadas constantes, entre o senador Márcio Bittar (PSL) e o ex-senador Jorge Viana (PT), embutem dois componentes básicos. O primeiro é que nas eleições do próximo ano, ambos estarão brigando pelo mesmo espaço, a única vaga disponível ao Senado em disputa. 

Bittar, com a sua candidata a senadora Márcia Bittar (sem partido) e o Jorge Viana buscando retomar o mandato de senador, que perdeu na eleição de 2018, e com ideologias diferentes: Márcio é um conservador e um direitista extremado; Jorge Viana um esquerdista extremado e convicto. Estão em polos políticos antagônicos. E não fica só no campo da política a divergência entre eles: as suas ideias são conflitantes, quando se trata da questão ambiental.

Bittar acha que o homem não é o responsável pelas mudanças climáticas; que a Amazônia não pode ficar intacta e com uma população empobrecida, e, é pelo fim do teto atual do desmatamento permitido. 

Jorge Viana é uma antítese deste pensamento, acha que se ganha mais tendo a floresta em pé; mas, não tem conseguido explicar como foi que os governos petistas que mandaram no estado por 20 anos, não conseguiram transformar a sua tese em riquezas para os chamados povos da floresta. É dentro destes dois contextos que deve ser travada a guerra mais feroz para ficar com a vaga do Senado, em disputa na eleição de 2022. Será uma das tônicas da eleição. Esperem uma campanha de mais agressões.

PARA O BOM ENTENDEDOR…

A CARTA de liberação do MDB para o deputado Roberto Duarte (MDB) não pode ser vista como apenas um documento formal e jurídico, no seu teor está explícito um recado ao parlamentar do tipo “já vai tarde”, quando diz que, ele não se enquadra nas diretrizes políticas.

FLAVIANO MELO FURIOSO

QUEM esteve com o presidente do MDB, deputado federal Flaviano Melo (MDB), conta que, ele considera Duarte um ingrato, ao não reconhecer a briga que teve, o empenho, na defesa da sua candidatura a prefeito de Rio Branco. E, mais furioso ainda pelo fato dele estar indo se juntar a um adversário, no caso o senador Márcio Bittar (PSL).

MALAS PRONTAS

Jairo Carvalho, Moisés Diniz, Élson Santiago, Nelson Sales, Alysson Bestene, Israel Milani, são até aqui os nomes conhecidos da equipe do Gladson, que devem deixar o governo para disputar mandatos de deputados. A lista pode crescer com a secretária Socorro Neri.

DEFENSOR INTRANSIGENTE

O deputado Daniel Zen (PT) tem sido um defensor intransigente de que os funcionários de apoio da secretaria estadual de Educação recebam também abono salarial, tal como vai acontecer com os professores.

DEBATE ACIRRADO

ESTE é um debate que deve ser acirrado na Assembleia Legislativa, quando o projeto enviado pelo governo passar a ser discutido nas comissões e no plenário.

ANDAR NO FIO DA NAVALHA

O governador Gladson vai andar no fio da navalha sobre a polêmica da legalidade do pagamento do abono para o pessoal de apoio da Educação. Se não se equacionar este ponto, agradará os professores, mas desagradará os servidores de apoio, que são em grande número. Há posições divergentes, com correntes que dizem que isso pode ser feito, e outras que não pode, porque não se enquadram com membros do magistério. Vai ferver.

PSL MULHER

A candidata ao Senado, Márcia Bittar, prepara uma grande festa do “PSL Mulher”, para encerrar as suas atividades políticas do ano. Está fechando 2021, com muitos apoios conquistados á sua candidatura ao Senado.

AINDA DEVE GANHAR

AS pesquisas apontam que o presidente Jair Bolsonaro tende a ganhar novamente no estado, mas não com a estupenda votação de quando se elegeu. Só que, o peso eleitoral do Acre numa eleição presidencial, ele é pífio.

NÃO TEM MILAGRE

NA QUESTÃO da escolha do candidato ao Senado na chapa do governador Gladson, só lhe resta estas opções: anunciar a senadora Mailza Gomes (PP) como ocupante do espaço ou então lhe convencer a não ser candidata. Não há outra maneira de colocar um outro nome na chapa, se não tiver o aval da sua desistência; até porque, ela é a presidente do PP. E, dará cartas no partido. O Gladson é do PP e não pretende deixar a sigla.

NÃO HÁ EMPECILHO

COMO não existe nenhuma denúncia formalizada pelo MP, sobre a acusação de assédio sexual, não há empecilho a que o Frank Lima volte para o comando da secretaria municipal de Saúde. Basta o Bocalom querer.

NADA QUE MUDE O QUADRO

ATÉ o fim do ano não há nada que indique o acontecimento de um fato novo que possa mudar a configuração do quadro político, para a composição das chapas dos candidatos a governador e a senador.

ATÉ A PRORROGAÇÃO

A OPOSIÇÃO vai esperar primeiro o Gladson decidir quem será o seu vice e o nome a senador da sua chapa, para então anunciar com que roupa vai para a eleição. Aposta na pescaria de nomes que se sentirão descontentes, por não estarem na chapa majoritária do governo. 

É BOM FICAREM DE OLHO

A PRIMEIRA coisa que o candidato a deputado estadual tem de olhar é se a chapa pela qual pretende disputar a eleição, na sua soma, tem condições de eleger quantos para a ALEAC. Se for uma chapa repela, o candidato pode ter 4 mil votos e ficar de fora. Não tem coligação proporcional. Findou o papo de se eleger com 2 mil votos.

CANDIDATO PELO PSD

O VICE-PREFEITO de Cruzeiro do Sul, Henrique Afonso, tem reiterado que não sairá do PSD, e disputará uma vaga de deputado federal pelo partido. Em abril, se saberá.

MDB ENCASQUETOU

O MDB se encasquetou e decidiu que a candidatura da deputada federal Jéssica Sales (MDB) para o Senado, é questão prioritária no partido. Tem projeto para lhe tornar mais conhecida na região do Vale do Acre.

FORA DO MANDATO

TRÊS prefeitos vão deixar os seus mandatos no próximo ano, para disputarem vagas no parlamento. Mazinho Serafim (Sena Madureira), que será candidato a deputado federal; e Tanízio de Sá (Manuel Urbano) e Isac Piyãko (Marechal Thaumaturgo), candidatos a deputado estadual.

FRASE MARCANTE

“Sob a mais livre das constituições, um povo ignorante é sempre escravo”. Antoine de Caricat.

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