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Carioca diz que volta de Lula é o jeito de salvar o país de Bolsonaro

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Ao falar de Bocalom, Gladson Cameli e Bolsonaro, Carioca diz que Rio Branco, Acre e Brasil vivem um alinhamento simétrico da idiotização da política.

Em uma transmissão ao vivo na noite desta segunda-feira, 03, o professor Carioca Nepomuceno e ex-articulador político dos governos do PT no Acre conversou com os deputados Daniel Zen e Leo de Brito, ambos do PT, acerca da atual conjuntura política, no Acre e no Brasil, com a volta do ex-presidente Lula e do ex-senador Jorge Viana ao jogo político.

Zen, Leo e Carioca criticaram duramente a condução política econômica do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e também da pandemia da covid-19. Para Carioca, as pessoas que apoiam o governo de Jair Bolsonaro atualmente vão ter que se explicar como defendiam um governo que tinha o mesmo molde dos nazistas da Alemanha.

Carioca lamentou a atual condução política do Executivo Municipal, Estadual e Federal. “Eu vivi numa cidade que tinha Angelim como prefeito, Jorge governador e num país em que Lula era presidente. Agora, temos Bolsonaro, Gladson e Bocalom. Eu nunca vi um alinhamento da idiotização da política tão simétrico como estamos vendo agora. Então é como se a gente tivesse uma dose exagerada de idiotia de pessoas que estão diante do Executivo. Não tem projeto nenhum dessas três esferas. Eu quero ver o que o Bocalom vai fazer com o “Produzir para empregar”, agora que é de Rio Branco. Ele manda bater no trabalhador ao invés de utilizar o diálogo”, afirmou.

Ao falar sobre as eleições de 2022, Carioca afirmou que a volta de Lula ao tabuleiro político traz otimismo. Segundo ele, as eleições presidenciais vão ser polarizadas entre Lula e Bolsonaro e descartou qualquer chance de uma terceira via.

“Eu estou muito otimista, por exemplo, com essa volta do Lula. O Lula volta na hora certa, no passado era pra disputar um projeto de Brasil e no presente é na realidade para salvar o país do genocida que tá ai”, defendeu Carioca.

“A burguesia vai atrás da 3º via, mas eu acho que é chover no molhado. Eu acho que a política brasileira nunca esteve tão polarizada como agora entre Lula e Bolsonaro e essa parte da burguesia vai ter que olhar da seguinte maneira: ou ela faz o impeachment do Bolsonaro para ocupar esse espaço ou ela vai ter que ficar na arquibancada e sinalizar apoio para alguém. Eu não acho que o Lula seja extremo, o Lula não é antítese do Bolsonaro”, acrescentou.

Em relação ao Executivo Estadual, Carioca afirmou que lutará para manter a candidatura do ex-governador e ex-senador Jorge Viana (PT) ao Palácio Rio Branco. O petista destacou que a candidatura de Jorge não é por capricho e sim por necessidade.

“Eu acredito no companheiro Jorge Viana e vou até o final fazendo essa reflexão, a partir da ideia, de que é possível ter uma candidatura. O Acre precisa na realidade. Não é um capricho pessoal. Na realidade, o Acre precisa de um líder e o líder que está ao alcance da mão é o Jorge Viana. O Acre tem jeito e o jeito é Jorge Viana”, salientou.

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