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Seis meses após o crime, polícia ainda não identificou quem matou primo de Minoru

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Após seis meses, a Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) que investiga o assassinato de Levi Freitas de Andrade, 38 anos, primo do então candidato a prefeito de Rio Branco Minoru Kinpara (PSDB) ainda não sabe quem foram os responsáveis pela execução da vítima. Segundo análise da perícia, Levi foi executado com 18 tiros e no local do crime foram localizadas 21 estojos de munições de 9mm e .380. 

O ac24horas teve acesso ao inquérito das investigações comandada pelo delegado Ricardo Castelo Rodrigues Casas. No último dia 17 de fevereiro, o delegado  pediu a prorrogação da investigação por mais 180 dias, já que o inquérito policial estava com o prazo extrapolado. O promotor do caso, Washington Nilton Medeiros Moreira, se manifestou a favor do pedido.  Em decisão, a juíza de direito Luana Cláudia de Albuquerque Campos, do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) acatou o pedido de prorrogação de prazo para conclusão da investigação por mais 180 dias. 

O crime ocorreu na quinta-feira, 22 de outubro de 2020, na Rua Vitória, no bairro Hélio Melo, conhecido como Sapolândia, em Rio Branco (AC). Em depoimento à polícia, a esposa de Levi Freitas, Keuliane Quaresma, afirmou que vivia com a vítima há 11 anos, constituindo três filhos.  Segundo ela, Levi estava afastado do mundo do crime há 15 anos e descartou o envolvimento do marido com alguma facção. 

No decorrer do depoimento, a esposa salientou que não sabe quem tramou contra a vida do seu marido e descartou qualquer ameaça vinda por meio de mensagens de aplicativos. Segundo ela, Levi já tinha sido alvo de uma tentativa de homicídio meses atrás, porém sem sucesso. Ela relembrou que, à época, Levi registrou um Boletim de Ocorrência (B.O). 

A vítima trabalhava na mobilização da campanha de Kinpara e era servidor da Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (Emurb), na qual integrava o quadro funcional da Empresa, onde desenvolvia suas funções nas dependências da Unidade Produtiva, localizada no Distrito Industrial.

Na investigação preliminar, a Polícia Civil identificou um suspeito maior de idade e realizou na mesma noite da execução a prisão de cinco pessoas, que supostamente estariam ligadas ao crime. No dia do assassinato, Levi Freitas estava tomando tereré com colegas de campanha em uma residência próxima a sua casa na Sapolândia. Após isso, um grupo de quatro homens [desconhecidos] chamaram Levi de Freitas, conversaram com a vítima, houve um desentendimento, Levi saiu correndo e os homens atiraram. A vítima foi morto na residência de uma vizinha do bairro.

Segundo testemunhas que prestaram depoimento, os quatro envolvidos não eram pessoas do bairro. Até o momento, o que se sabe é que o carro de apoio dos criminosos era de cor prata e que os envolvidos tinham pele morena e estavam de bermuda.

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