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Enfermeiros cobram apoio de senadores acreanos pela aprovação do PL que fixa piso salarial

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A categoria de enfermeiros acreanos cobra o posicionamento favorável dos senadores Marcio Bittar, Mailza Gomes e do Petecão acerca do projeto de lei que estabelece o piso salarial para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, e inclui ainda parteiras da rede pública e privada. A proposta é de autoria do senador Fabiano Contarato (Rede-ES).

No Acre, o Conselho Regional de Enfermagem (Coren) tem mais de 10 mil inscritos na entidade. Nas redes sociais, nenhum dos membros da bancada acreana externou qualquer apoio ao PL, que deve entrar em votação nas próximas semanas.

A proposta de piso salarial nacional para enfermeiros tem por referência sete salários mínimos. Segundo a proposta, técnicos de enfermagem receberão mensalmente pelo menos 70% desse valor referencial de sete salários mínimos; auxiliares de enfermagem e parteiras serão 50%. Nos valores de hoje, enfermeiros com curso superior receberiam ao menos R$ 7.315; técnicos, R$ 5,1 mil; e auxiliares e parteiras, R$ 3,6 mil. Os valores são baseados numa jornada de 30 horas semanais e são válidos para União, estados, municípios, Distrito Federal e instituições de saúde privadas.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e vereador de Rio Branco, Adailton Cruz (PSB), afirmou que aprovação do PL é questão de justiça e destacou que o artigo 7º da Constituição assegura a qual trabalhador direito a um piso salarial proporcional à complexidade e à extensão de seu trabalho.

“Esse PL é um anseio da categoria há mais de 20 anos e ele está com pedido para entrar no Senado Federal. Os senadores de diversos estados já demonstraram apoio ao PL, no entanto, os únicos senadores do norte que não se manifestaram foram a Mailza, Petecão e o Márcio Bittar. Já mandei mensagens para todos eles pedindo que se manifestem e declarem apoio ao projeto. Esse PL é uma questão de justiça, os profissionais de enfermagem são os que são mais mal pagos e os mais expostos à doenças e a nossa categoria não tem jornada e nem piso estabelecido. É uma questão de justiça e é um pedido nosso. No Acre, vai beneficiar 12 mil trabalhadores de enfermagem”, afirmou.

O enfermeiro David Braga cobrou o apoio dos senadores acreanos e afirmou que o PL é questão de justiça. “Porque os nossos três senadores não apoiam essa causa? Temos procurado eles e nenhum deles se manifesta. Vários senadores de diversos estados já demonstraram apoio, mas até o momento, nenhum dos nossos se posicionou acerca do PL”, lamentou o profissional de saúde.

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