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Associação Médica diz que não é hora para “abrandar” restrições contra Covid-19

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Divulgado na manhã desta sexta-feira (23) o boletim extraordinário da Associação Médica Brasileira (AMB) diz que nesta semana foram registrados mais de 14 milhões de casos de Covid-19. Os óbitos caminham para os 400 mil. No mundo, o Brasil é o 13º país com mais mortes proporcionais à sua população. Em termos absolutos, o Brasil é o 2º com mais vítimas do planeta.

O Comitê Extraordinário de Monitoramento Covid-19 (CEM COVID_AMB) compreende que o quadro segue preocupante. Cabe compartilhar, em contraponto, uma constatação que se traduz em alguma esperança de desaceleração do número de novos casos a médio prazo.

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Os indicadores da doença permaneceram, aparentemente, em estabilidade nos dias recentes. Os brasileiros, em que pesem exceções, atendem de maneira satisfatória às orientações das entidades médicas e das autoridades sanitárias para manter o distanciamento social, usar máscara corretamente e higienizar as mãos.

Este comprometimento das pessoas está fortemente associado à estabilidade observada nos números atuais da doença. Ressalte-se, no entanto, que os níveis de óbitos e novos casos ainda continuam muito elevados. Em outras palavras, não há lugar para abrandar as medidas de proteção praticadas para não corrermos o risco de novo recrudescimento do contágio e nova aceleração na disseminação dos casos da doença.

Pelos motivos considerados, o CEM COVID_AMB registra o reconhecimento e expressa gratidão à população que, embora exaurida pela longa duração da pandemia, se mantém, em sua maioria, aderente aos protocolos sanitários recomendados para o enfrentamento da pandemia em nítido comprometimento e respeito às práticas de cidadania em saúde pública. Protocolos estes, ainda fundamentais para o controle da pandemia.

“Nós, os médicos, estaremos sempre disponíveis para ajudar; e ajudaremos. A solução para a Covid não está exclusivamente nas mãos de mais de meio milhão de médicos do Brasil. Será resultado das atitudes responsáveis e solidárias de cada um dos cidadãos do país e das autoridades públicas responsáveis por implantar as medidas efetivas que se fazem necessárias para mitigar a enorme dor e sofrimento da população brasileira”, diz o boletim.

No Acre, o governo do Estado decidiu pela flexibilização e autorizou funcionamento do comércio nos fins de semana, algo que não estava acontecendo.

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