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Base vai propor que CPI seja estendida para época do PT

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A base do governo na Assembleia Legislativa do Acre trabalha para mobilizar seus 15 deputados para dar uma resposta a altura ao bloco de oposição e independentes formado por 9 parlamentares que protocolaram na noite da última terça-feira, 20, um requerimento criando a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

O ac24horas apurou que interlocutores do Palácio Rio Branco trabalham para criação de uma segunda CPI da Educação com período estendido, já que o requerimento do deputado Daniel Zen (PT), foca investigação nos anos de 2019 e 2020. Para membros da base governista, a proposta é criar uma CPI mais ampla para investigar desde o tempo que o PT esteve no poder, podendo chegar até mesmo no período em que o parlamentar petista foi Secretário de Estado, entre os anos de 2011 e 2014.

Outro ponto estudado pelos deputados da base de apoio do Palácio é a criação da CPI das Ruas do Povo, programa do governo do PT, que executou quase R$ 2 bilhões em obras. Caso isso aconteça, o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), signatário da Comissão da Educação, poderá ser um dos alvos da investigação parlamentar.

Além disso, interlocutores Palacianos devem entregar na próximas horas ao Ministério Público cópia integral dos processos de pagamento das empresas terceirizadas que alegam atraso de repasses por parte do Estado. O governo deverá propor um acordo que deverá repassar os salários diretamente para os trabalhadores e vai propor a extinção dos contratos com empresas irregulares que não apresentam certidões negativas.

A pessoas próximas, o governador Gladson Cameli afirmou que apoia qualquer tipo de investigação e CPI desde que seja ampla. “Eu não tenho problema com isso. Eu quero apenas algo justo. Vamos investigar todos”, teria dito o chefe do Palácio Rio Branco, a assessores após tomar conhecimento da CPI Educação.

CONVERSAS DE BASTIDORES

Paralelo a medidas drásticas de criação de outras comissões, um grupo de pessoas ligadas ao governo já iniciou tratativas com deputados que assinaram a CPI da Educação. O objetivo é que caso seja possível, duas assinaturas sejam retiradas do requerimento que cria a comissão. Com isso, a CPI ficaria inviabilizada já que por ser instrumento de minoria, precisa ter oito assinaturas.

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