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FIEAC leva movimento “Reage, Indústria” para Cruzeiro do Sul

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Realidade econômica do município e dificuldades do setor produtivo local entram na pauta de defesas prioritárias da instituição

Em visita a Cruzeiro do Sul, considerada a capital do Vale do Juruá e mais importante polo econômico do interior do Acre, o presidente da FIEAC, José Adriano, inseriu a situação econômica do município e as dificuldades do setor produtivo da região entre as pautas prioritárias do movimento “Reage, Indústria”. Na última semana, o empresário cumpriu extensa agenda na cidade, onde visitou o Polo Industrial Florestal, com objetivo de monitorar a situação precária da pavimentação ao local, e se reuniu com o prefeito Zequinha Lima, para discutir sobre as dores dos empresários cruzeirenes.

O acesso à cidade, via BR-364, está comprometido devido à falta de manutenção da estrada. Além disso, a lotação dos hospitais por pacientes oriundos dos municípios adjacentes, incluindo o amazonense Guajará-Mirim, tem prejudicado a economia local, que se vê pagando uma conta que não é sua, sendo punida com severas medidas restritivas.

“Estamos preocupados com a manutenção da BR-364, que é de responsabilidade do Governo Federal. Por isso vamos fazer uma vistoria ainda este mês e pretendemos entregar um documento oficial ao MPF, bancada federal, Governo do Acre e, se possível, até mesmo ao presidente da República, chamando atenção e cobrando soluções para o problema”, destaca José Adriano.

Durante reunião com o prefeito Zequinha Lima, o empresário parabenizou o gestor pelos primeiros 100 dias de mandato e agradeceu pelas demandas do setor industrial que foram atendidas pelo Executivo municipal. “O prefeito tem sido sensível às adversidades enfrentadas pela classe empresarial e acatou nossa solicitação de aumentar as parcelas para pagamento de IPTU, além de se comprometer a prorrogar os alvarás de licença de todos os CNPJs da cidade”, ressalta.

Quanto à situação do Parque Industrial Florestal de Cruzeiro do Sul, José Adriano diz que a intenção é levar o olhar do poder público para dentro do local, a exemplo do êxito obtido na capital, Rio Branco. “Tivemos um diálogo com a Prefeitura e com o Governo do Estado, por meio do Deracre, pedindo providências para recuperação do pavimento asfáltico, roçagem e capina. A Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict) também está ciente dessa situação e acreditamos que iremos avançar também nesta pauta”, concluiu o presidente da FIEAC.

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