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Bocalom deve suspender decreto que autoriza abertura das igrejas no final de semana

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) e o Ministério Público Federal (MPF) deram até a manhã deste sábado, 10, como prazo para que o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, se manifeste sobre se aceita ou não a recomendação das duas instituições para suspender o decreto que autoriza o funcionamento das igrejas de forma presencial nos finais de semana.

O entendimento do MPAC e do MPF é de que A alegação é que a decisão do prefeito foi apresentada sem qualquer estudo sobre o atual cenário da pandemia, que nesta sexta, está com 100% de ocupação dos leitos de UTI em Rio Branco, além de ir contra a decisão do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, que já havia se manifestado contrária a abertura. Um outro fator que impossibilita que o decreto seja cumprido a partir deste final de semana, é que não foi publicado no Diário Oficial do Estado, condição necessária para que possa ser validado.

Apesar de procurado pelo ac24horas nesta manhã, Tião Bocalom não se manifestou ainda oficialmente, mas uma fonte próxima ao gestor confirmou que a tendência é que o prefeito recue e acate a recomendação do MPAC e do MPF.

Acre 01

Vereador no Acre é atacado após dizer que movimento autista é levantado por politicagem

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Em meio à dificuldade e sem ter atendimento específico, como diagnóstico e tratamento para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), um grupo de pelo menos 70 mães que faz parte da Associação Família Azul de Senador Guiomard (Asasg), no interior do Acre, realizaram uma manifestação cobrando que a prefeitura da cidade possa atender e dar condições mínimas às crianças portadoras do TEA.

No entanto, a manifestação que deveria ganhar apoio, gerou polêmica e revolta após o presidente da Câmara Municipal de Senador Guiomard, Magildo Lima (Progressistas), ter dito, em sessão plenária na terça-feira (22), que haviam, supostamente, pessoas fazendo política por trás do movimento. “Essa causa é de todos e é da prefeita Rosana Gomes, é que muitas vezes tem pais sendo manipulados através de política. Essa palavra não é minha, muita gente já percebeu isso, tem gente se promovendo, fazendo política usando da situação daquelas famílias, como se os vereadores não tivessem ajudando”, argumentou.

Segundo Lima, os vereadores estão empenhados em amparar projeto para beneficiar as famílias. Vai ser aprovado por unanimidade e quando chegar na mãos da prefeita ela vai ajudar”, declarou.

Ocorre que a fala gerou revolta, pro se tratar de uma pauta delicada e de saúde infantil. A professora Adriana Rogéria, presidente da Asasg, usou as redes sociais para relatar que sofreu inúmeros ataques de representantes do povo, no intuito de calar as famílias de autistas. “Pra eles, calar as famílias é mais fácil do que resolver o problema. As represálias chegaram!”, escreveu.

Já a profissional de educação, Márcia Silva, se manifestou contra a fala de Magildo, dizendo que quem se diz “representante do povo” e questiona quem luta por seus direitos está precisando rever seu papel de figura pública. “É incrível como certas pessoas têm a (nada invejável) capacidade de menosprezar a dor alheia e, isso, é uma habilidade tão inerente ao caráter delas que nem devíamos mais nos admirar com alguns tipos de atitudes e comentários de gente assim, mas nós ainda nos surpreendemos, ainda nos irritamos, ainda nos magoamos”.

Ela sugeriu que, antes de criticar uma causa, deve-se procurar conhecer e se informar a respeito da mesma. “O mal do ser humano é medir os outros por si próprio. Nem sempre pessoas engajadas estão em busca de favorecimento pessoal. Quem não se dispõe a ajudar deveria no mínimo respeitar”, ressaltou.

Adriana contou que no município não existia qualquer tipo de informação sobre dados dos autistas. “Eu fiz um senso via Associação, localizei 95 crianças com laudo e outras ainda em investigação. Mas com laudo fechado temos 95 crianças na Associação. Não existe nenhum tipo de atendimento por parte do Município, nem clínico e nem social. As que têm atendimento não chegam a 10% e fazem particular. E outras no Dom Bosco, em Rio Branco. A maioria se encontra na lista de espera do Dom Bosco, Mundo Azul e APAE há mais de 1 ano”, revelou.

Presidente nega ofensa às famílias

Após a repercussão do caso, Magildo conversou com a reportagem do ac24horas e disse que sempre tem ajudado a classe na região. Segundo ele, nesse ano, deverá doar R$ 2 mil reais para a associação realizar o Dia das Crianças.

Acerca da polêmica, Lima disse que a presidente da associação, Adriana Rogéria, estaria fazendo politicagem. “Ela tá fazendo política no tocante aos autistas. Falei na sessão que, infelizmente, têm pessoas que estão fazendo política, O chapéu caiu para ela”, comentou.

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Sesacre dará início ao mutirão de vacinação para 2ª dose da AstraZeneca em tenda no Palácio

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), vai usar novamente a tenda da vacinação para aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19 . A ação será realizada na capital, em frente ao Palácio Rio Branco, na sexta-feira, 25, e no sábado, 26, sempre das 8 às 22h.

De acordo com o governo, após 45 dias da aplicação da primeira dose do imunizante da Oxford/AstraZeneca/Fiocruz, as pessoas podem se dirigir ao local para receber a segunda, portando documento com foto ou cartão do SUS e CPF.

Com autorização do Ministério da Saúde, o governo do Estado adiantou a segunda dose da vacina Oxford/AstraZeneca/Fiocruz, que habitualmente é aplicada após 90 dias entre uma dose e outra.

“Se faz mais de 45 dias que você tomou sua 1° dose da Vacina Fiocruz/AstraZeneca, já pode estar antecipando sua 2° dose. Essa medida visa completar o mais rápido possível o esquema vacinal, aumentando o número de pessoas imunizadas contra Covid-19”, explicou a coordenadora do Programa Nacional de Imunização no estado, Renata Quiles.

Quilles destacou que a segunda dose da vacina é importante para garantir que novas variantes não surjam no estado. “Uma pessoa com apenas uma dose da vacina não está imunizada e, também, as pessoas que têm apenas uma dose das vacinas apresentam risco altíssimo de ser laboratórios para novas variantes”, explicou.

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No Acre, indígenas aderem movimento nacional contra PL que autoriza exploração da floresta

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Povos indígenas do estado do Acre se juntam nesta terça-feira, 22, ao movimento nacional que manifesta contra o Projeto de Lei 490, que permite a exploração das riquezas naturais da floresta. Rio Branco, Tarauacá, Feijó, são cidades acreanas que terão atos mediante ao caso. Na capital acreana, a manifestação ocorreu em frente ao Palácio Rio Branco.

“Nós estamos em forma de repúdio contra o PL 490, para dizer que os indígenas do Acre são contra esse projeto. Repudiamos porque ele vem ferir diretamente os nossos direitos já garantidos sobre o usufruto exclusivo da terra”, disse a coordenadora da Organização de Mulheres Indígenas do Acre, Nedina Yawanawá. Para ela, a exploração de minérios, riquezas e tudo que inclui o PL, une todas as propostas colocadas em anos anteriores e que também foram rejeitadas.

“Esse PL junta 19 PEC’s e fere o direito da terra, que nos é garantido na constituição desde 1988. Inclusive faz a marcação temporal, dizendo que as terras vendidas devem ser consideradas a partir dessa data. Nós sabemos que não é assim. A terra indígena é milenar aos povos indígenas”, salienta Nedina.

Apesar de a própria presidência da República ventilar que os indígenas têm desejo de poder explorar suas terras com mais legalidade, o movimento afirma que não na maioria. “Nós sabemos que existem a diversidade de pensamentos e atitudes. A nossa origem nunca vai deixar de ser a defesa da terra, da floresta, que é de onde vem nosso sustento. Nossa ligação é muito forte com a natureza. Quando se tem um pensamento de exploração, sem ser de forma sustentável, de forma manejada por nossos parentes, não vemos isso com bons olhos”, garante a coordenadora.

Ela também não descarta que haja correntes que influenciam também os indígenas nesse pensamento de exploração. No interior, o manifesto deve se concentrar na BR-364. “Isso é para fortalecer o manifesto que está acontecendo em todo o Brasil. Dizer que somos contra e chamar atenção do estado, pedir esse socorro para que nossas terras continuem garantidas e que nossa resistência continua”. O apoio de parlamentares federais têm adiado a votação do PL. No Acre, os deputados também foram procurados para apoiar o movimento. “Esperamos que eles estejam conosco”.

Veja o vídeo:

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Gladson assina ordem de serviço para construção do Centro Integrado de Meio Ambiente em Feijó

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Foto: Diego Gurgel/Secom

O governador Gladson Cameli (Progressistas) assinou nesta quinta-feira (17) a ordem de serviço para a construção do segundo Centro Integrado de Meio Ambiente no município de Feijó, no interior do Acre.

Além estrutura será a primeira edificação autossustentável construída no estado, vários serviços ambientais serão ofertados para a população do Vale do Tarauacá-Envira e Manoel Urbano, a terceira região mais habitada do Acre.

O governo destacou que a obra está orçada em R$ 2,8 milhões e é financiada pela fase II do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Acre (PDSA), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Cameli reforçou que o governo prega pela preservação do meio ambiente. “Ao mesmo tempo, dar a segurança necessária para o desenvolvimento do nosso estado. O centro vai facilitar a vida dos produtores rurais e ajudar as fiscalizações contra quem insiste em desobedecer às leis ambientais”, ressaltou.

Israel Milani, secretário de Meio Ambiente, afirmou que toda energia consumida no prédio será produzida por placas fotovoltaicas. “A água vai ser retirada do poço e reaproveitada. É uma importante conquista para a população que vive na região central do estado, bem como para a questão ambiental”, argumentou.

O Centro Integrado reunirá ações da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) e Instituto de Terras do Acre (Iteracre). A partir de outubro, processos de emissão de licenciamentos ambientais, regularização fundiária, outorga de água, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e Programa de Regularização Ambiental (PRA) serão oferecidos em Feijó. Atualmente, esses serviços são realizados somente em Rio Branco.

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