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Mortes em pacientes internados por apenas 72 horas mostra rápida evolução do vírus no Acre

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A velocidade e a gravidade da evolução da covid-19 em pacientes que buscam os hospitais do sistema público de saúde têm chamado a atenção dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente no Acre.

Em cinco dos nove óbitos registrados nessa quarta-feira, 24,  os pacientes ficaram internados por apenas três dias. Entre eles, V. A. S., moradora de Rio Branco tinha apenas 36 anos. Internada no Pronto-Socorro dia 19, ela foi à óbito dia 21.

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Outra vítima do vírus foi B. A. P., de 52 anos, morador de Rio Branco, deu entrada no Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), no dia 19 de março, e veio a óbito no dia 23, terça-feira.

A idosa M. A. N., de 64 anos, que também mora na capital, deu entrada no Pronto-Socorro dia 20 e morreu na última terça-feira, dia 23. História semelhante viveu a família de J. R. F. O., de 41 anos e I. M. S., de 70 anos. Esses últimos foram internados no Instituto de Traumatologia do Acre e morreram dia 23.

Fora dessa média de internação, mas, com apenas 19 anos, o jovem G. S. B. V., morador de Rio Branco, deu entrada no dia 5 de março, no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), e faleceu dezessete dias depois, no dia 22 de março.

O diretor do Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre, Dr. Osvaldo Leal, confirmou a ocupação de leitos de UTIs por pacientes mais novos com idade média de 25 anos. A idade média de ocupação das UTIs era de 65 anos.

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