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Em carta aberta, dirigentes e atletas pedem retorno do futebol profissional no Acre

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Assim como em outros estados do país, o futebol no Acre vive um dilema por conta da proibição, no momento, causada pela pandemia da Covid-19.

Em uma carta aberta, um grupo de mais de 100 jogadores, dirigentes e treinadores defendem a volta da prática do futebol. Como argumento para a que prática retorne no momento mais difícil da pandemia, com mais de mil mortes no estado é de que a prática esportiva é um ambiente seguro.

Os autores da carta alegam que no ano passado, durante o estadual, foram realizados 1.462 exames e apenas 64 deram positivo, o que representa apenas 4,4%.

Por conta da incerteza em relação a realização do Campeonato Estadual, o Galvez suspendeu o contrato de cerca de 40 pessoas, entre atletas, dirigentes e demais funcionários, e o Rio Branco anunciou a desistência da competição.

Leia a carta:

FUTEBOL ACREANO NA UTI

(Não é só Futebol, São Empregos)

Futebol Acreano envolve cerca de 600 famílias, que dependem exclusivamente dessa renda, nos mais diferentes cargos: Atletas, Treinadores, Preparadores Físicos, Auxiliares Técnicos, Treinadores de Goleiros, Dirigentes, Roupeiros, Massagistas, Árbitros e Assistentes, além de funcionários da Federação.

Nessa conta ainda não estão somados, jogadores do futebol de base, feminino e profissionais da imprensa, vinculados ao setor do Esporte. Vale aqui salientar que esses campeonatos não ocorreram em virtude da pandemia.

13 estados seguem jogando futebol: Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Amazonas, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minais Gerais e Mato Grosso.

O Acre tem a vantagem de não exigir deslocamentos e viagens, visto que dos 9 times, 7 estão treinando na capital, que abrigará as partidas da competição. Dos 9 participantes, 4 clubes têm possibilidade de isolar seus elencos em moradias alugadas para a permanência dos jogadores no período de competição (Andirá, São Francisco, Plácido de Castro e Náuas).

O teste de Covid-19, RT – PCR, custa mais de 200 reais, porém o protocolo de competições, exige a obrigatoriedade do mesmo, que foi custeado pela Federação de Futebol no retorno pós pandemia, de forma que o futebol não atuou na disseminação do vírus, mas sim como controle do mesmo.

Os atletas por sua boa condição física, muitas vezes, caso contraiam a doença, são assintomáticos, sem o futebol, terão que procurar emprego em outras áreas, de forma com que haja maior risco de contágio.

Por ser um ambiente seguro, a céu aberto, onde os atletas do banco de reserva e os membros da comissão técnica ficam de máscaras, assim como todos os envolvidos dentro do vestiário nos minutos que antecedem uma partida, o risco de contágio é nulo.

No último campeonato, foram disputados 23 jogos, onde cada clube fez 32 testes por jogo (jogadores, dirigentes e comissão técnica), assim sendo, uma única partida testa 64 pessoas, totalizando aproximadamente 1.472 exames, onde apenas 3 casos deram positivo, isso equivale a MENOS de 0,5%.

Saúde, Trabalho e Segurança caminham lado a lado, mesmo com o momento delicado vivido pelo Acre em ocupações de leito, é válido salientar que nenhum atleta de futebol em atividade precisou ser hospitalizado pelo Covid-19, de forma que países europeus, mesmo com o crescimento da pandemia, também continuassem com a modalidade de forma a gerar entretenimento e estímulo na prevenção de doenças psicológicas que podem levar a depressão e suicídio.

Ainda sobre nossa região, se comparado a “segunda onda” de Covid do estado do Amazonas, estamos enfrentando um momento de estabilização de morte e de casos, de forma que a projeção será de baixa dos casos para o mês de Abril, aliada a medida do governador que adquiriu 700 mil doses da vacina Sputnik V.

O governador prometeu incentivo ao futebol local no mês de Dezembro, quando mencionou que poderia injetar 1 milhão de reais para o Estadual, reconhecendo que Futebol é vida!

Um estudo realizado no estado de São Paulo, exibido na CNN Brasil, mostra que a atividade física é um fator que colabora em até 34% na prevenção contra o Covid-19.

Além da vantagem desse mapeamento que o futebol tem, se comparado a outros serviços que estão em funcionamento, outro dado alarmante para o desporto acreano precisa ser levado em consideração: Em levantamento feito pela CBF, 85% dos atletas recebem entre R$ 1.000,00 (mil reais) a R$ 5.000,00 reais (cinco mil reais), mas o certame local, rende apenas 3 meses de emprego no meio, fazendo com que o valor ganho seja essencial para a renda desses jogadores, que não terão como se manter e esperar até o 2ºsemestre. 

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Cotidiano

Brasileiro que participaria de rebelião em Cobija foi transferido para Santa Cruz

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De acordo com o jornal El Deber, o brasileiro Bruno Lira de Souza foi transferido no último dia 19 de novembro do presídio Villa Busch, de Cobija, para o presídio de segurança máxima de Palmasola, em Santa Cruz de La Sierra, para proteger sua segurança e evitar que ele participasse de uma revolta dentro do centro de detenção.

Eduardo Castillo, ministro do governo boliviano, informou que o preso é membro do Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores e mais perigosas organizações criminosas do Brasil, dedicada ao tráfico de armas e drogas.

Bruno Lira responde pelos crimes de roubo qualificado e associação criminosa, segundo os autos da Direção do Regime Penitenciário de Pando.

“A transferência de um prisioneiro brasileiro, Bruno Lira de Souza, membro do PPC, foi realizada para Palmasola para proteger sua segurança e a de outros prisioneiros” , disse Del Castillo em uma postagem no Twitter.

De acordo com as investigações da inteligência boliviana, o brasileiro iria participar de um distúrbio devido às lutas pelo poder dentro do presídio de Villa Busch, o que teria motivado sua mudança de centro penitenciário.

Antro de corrupção

Com o nome oficial de Penitenciária Modelo Villa Busch, o presídio de Cobija está muito longe de parecer com algo que se possa chamar assim. Barril de pólvora para a explosão de rebeliões e confrontos entre presos bolivianos e brasileiros, o lugar é precário a ponto de fazer as prisões brasileiras parecerem resorts.

A precariedade do local e os relatos de maus tratos e assassinatos de presos brasileiros foi pauta de uma reunião de deputados acreanos com representantes da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e do Ministério das Relações Exteriores, ainda no ano de 2013. Na ocasião, um brasileiro havia sido morto e outros cinco ficaram feridos durante uma rebelião.

“Prisão de Vila Busch, em Cobija, Bolívia, é um antro de corrupção, maus tratos, tortura e morte de brasileiros. Vou pedir ao governo brasileiro que reivindique e garanta uma inspeção internacional naquela pocilga”, disse naquela oportunidade, por meio de sua conta no Facebook, o então deputado estadual Moisés Diniz.

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Cotidiano

Diarista é assassinado a tiros e facadas em bar de Tarauacá; polícia investiga o caso

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Um bar localizado na rua Manoel Lourenço, no bairro da Praia, periferia da cidade de Tarauacá, a 400 quilômetros de Rio Branco, foi palco de uma cena violenta na noite de terça-feira (30), quando homens armados executaram o diarista Juscelino Silva de Souza, de 30 anos.

A vítima foi atingida com dois tiros de uma arma de grosso calibre, várias facadas e morreu no local de ocorrência. Os executores fugiram e um deles já teria sido identificado segundo a polícia.

De acordo com policiais militares responsáveis pelo atendimento, o assassinato ocorreu por volta de 18h de segunda-feira. Juscelino Silva de Souza tomava uma cerveja em um bar, sentado numa cadeia conversando com outras pessoas presentes, quando em dado momento, chegaram dois homens.

Um dos acusados fez dois disparos contra a vítima, que ferida, caiu e em seguida ser esfaqueado várias vezes pelo segundo envolvido. Os acusados fugiram tomando rumo incerto.

Quando os policiais chegaram no local da ocorrência, Juscelino já estava sem vida, o que fez com que isolassem a área para a atuação de profissionais da Polícia Técnica, que removeram o cadáver para o necrotério do Hospital Sansão Gomes. O caso foi registrado na Delegacia Geral de Polícia de Tarauacá, e um dos suspeitos teria sido reconhecido no local da execução.

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Cotidiano

Assaltante baleado em troca de tiros ao tentar assaltar é preso em Rio Branco

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Investigadores da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE), prenderam na manhã desta quarta-feira, 1, numa residência situada na Travessa Moisés, no bairro Quinze, Tiago da Silva Prado, de 19 anos.

Ele é acusado de no dia 11 de outubro de 2020, na companhia de Jonh Francalino da Silva, de 23 anos e mais dois, tentar assaltar uma comércio localizado nas proximidades do Estádio Adauto Brito da Frota, de propriedade do Atlético Acreano.

Os acusados foram contidos por um policial à paisana que estava no local e reagiu. Depois de passar pela especializada, Tiago foi transferido para a DEFLA, onde será recolhido o presídio por crime de tentativa de homicídio e roubo tentado.

Depois de uma breve troca de tiros, Tiago Prado, John Francalino e um terceiro acabaram sendo baleados e encaminhados ao pronto-socorro, onde foram presos em flagrante. Pelo fato do seu caso ter considerado mais grave, Tiago ficou em liberdade. Como sua prisão preventiva foi decretada no início da semana, na manhã desta quarta investigadores da DCORE deram cumprimento ao mandado.

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Cotidiano

Neném presta solidariedade com estudante acorrentado e cobra convocação do CR

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O deputado estadual Neném Almeida (Podemos) resolveu se solidarizar nesta quarta-feira, 1°, com o estudante acorrentado nas proximidades do Palácio Rio Branco em protesto que tem por objetivo reivindicar a convocação dos integrantes do cadastro de reserva da Polícia Civil.

De acordo com o parlamentar, o gesto foi feito para sensibilizar o governador Gladson Cameli para o cumprimento imediato de sua promessa realizada em 2018, ainda na campanha eleitoral. “O governo precisa apenas cumprir o que prometeu aos integrantes do cadastro de reserva que confiaram na palavra do governador”, declarou.

Além disso, Almeida contesta o governo e diz que há possibilidade de contratação dos profissionais. “O governo quer realizar um concurso público, ao invés disso, deveria apenas chamar os aprovados que aguardam há anos essa oportunidade”, ressaltou.

Nas primeiras horas do dia, o estudante Jorge Orleanes se acorrentou no obelisco que fica em frente ao Palácio na capital para cobrar a convocação. Segundo ele, o ato é para pressionar o governador Gladson Cameli a chamar os candidatos que estão no cadastro de reserva.

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