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“Só uso de máscara e vacinação em massa pode nos livrar de tantas mortes”, diz Jenilson

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O deputado estadual e médico infectologista, Jenilson Leite, usou suas redes sociais para alertar a população sobre o uso contínuo de máscaras para evitar a infecção pelo novo coronavírus.

Jenilson enfatizou que o uso de máscara é fundamental para que as contaminações em massa sejam freadas. O médico infectologista reforçou ainda que o vírus pode ser transmitido para outras pessoas mesmo que o infectado não tenha sintoma algum da Covid-19.

“O vírus pode estar nas suas vias respiratórias mesmo que você não esteja sentindo nada. Então é necessário que nossa população comece a usar máscara de maneira massiva”, salientou o deputado.

O Brasil registrou mais um número alarmante logo na primeira quarta-feira do mês de março, foram 1.910 óbitos contabilizados nas últimas 24 horas, segundo o consórcio de empresas de comunicação e secretarias estaduais de saúde.

Ainda durante a transmissão ao vivo feita nas redes sociais, Jenilson Leite, que também é médico atuante na linha de frente da covid-19, pede um esforço maior por parte do Governo Estadual para que mais vacinas sejam compradas para o Acre.

“A única solução que nós temos para sair dessa pandemia é a vacinação. As vacinas podem ter efeitos colaterais em alguns casos, mas a humanidade já venceu outras doenças no passado graças às vacinas” explicou Jenilson.

Hoje, 3, 5.200 doses da vacina do Instituto Butantan chegaram logo cedo na capital Rio Branco e serão distribuídas para outras cidades do Estado.

O deputado finaliza: “Se a população não ajudar usando máscara, não venceremos essa guerra”.

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Eleição para escolha da lista tríplice para o cargo de PGJ do Acre terá quatro candidatos

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A sucessão de Kátia Rejane como Procuradora-Geral de Justiça do Ministério Público do Acre (MPAC) terá uma disputa bem acirrada entre dois promotores e dois procuradores para o próximo mandato referente ao biênio 2022/2024. O pleito acontece no próximo dia 26 de novembro, na sala das Sessões dos Órgãos Colegiados do MPAC, no período das 08h às 17h.

Os postulantes à sucessão de Kátia Rejane são os promotores Carlos Roberto da Silva Maia, Rodrigo Curti e os procuradores Danilo Lovisaro do Nascimento e Cosmo Lima de Souza.

Em 2019, Cosmo Lima ficou em segundo lugar após obter 50 votos e a terceira colocação ficou com Carlos Maia que registrou 32. Na época, Kátia Rejane que buscava a recondução para o cargo obteve 57 votos, ficando em primeiro lugar na lista tríplice.

Em seguida, Cameli reconduziu Kátia Rejane para mais um cargo à frente da Procuradoria Geral de Justiça do Ministério Público do Acre (MPAC).

Na eleição deste ano, a comissão eleitoral é formada pelos promotores Gilcely Evangelista de Araújo Souza (presidente), Adenilson de Souza (membro), Francisco José Maia Guedes (secretário), Sammy Barbosa Lopes (suplente), Carlos Augusto da Costa Pescador (suplente) e Vanessa de Macedo Muniz (suplente).

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Flaviano e Mara estão na lista do envio de verbas de máquinas com suspeita de superfaturamento

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Os deputados Flaviano Melo (MDB) e Mara Rocha (PSDB) aparecem na lista de pelo menos 30 parlamentares que destinaram verbas públicas para compras de tratores e máquinas agrícolas sob suspeita de superfaturamento. A informação é do jornal O Estado de S.Paulo. Conforme uma planilha interna do Ministério do Desenvolvimento Regional e um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), os parlamentares pediram dinheiro para prefeituras, aprovados em dezembro passado, com recursos de emendas do relator-geral, artifício do orçamento secreto.

O ministério celebrou 74 convênios classificados pela CGU, em relatório de auditoria recentemente divulgado, como tendo “risco alto ou extremo” de sobrepreço. Os valores mais identificados nos convênios ligados a esses políticos passam de R$ 6 milhões. Trata-se, porém, de apenas uma parte dos R$ 142 milhões em sobrepreços identificados pela CGU em licitações e convênios do Desenvolvimento Regional, com dinheiro do orçamento secreto.

Além de Flaviano e Mara, constam ainda: Bozzella (PSL-SP); Bosco Saraiva (Solidariedade-AM); Darci de Matos (PSD-SC); Davi Alcolumbre (DEM-AP); Delegado Antônio Furtado (PSL-RJ); Delegado Waldir (PSL-GO); Domingos Neto (PSD-CE); Edna Henrique (PSDB-PB); Eduardo Costa (PTB-PA); Expedito Netto (PSD-RO); Fabio Schiochet (PSL-SC); Felicio Laterça (PSL-RJ); Francisco Jr. (PSD-GO); Giovani Cherini (PL-RS); Juarez Costa (MDB-MT); Lucas Redecker (PSDB-RS); Leo Moraes (PODEMOS-RO); Luciano Ducci (PSB-PR); Lúcio Mosquini (MDB-RO); Luiz Carlos (PSDB-AP); Marlon Santos (PDT-RS); Maurício Dziedricki (PTB-RS); Ottaci Nascimento (Solidariedade-RR); Sargento Fahur (PSD-PR); Soraya Manato (PSL-ES); Vitor Hugo (PSL-GO); Zé Silva (Solidariedade-MG) e Zequinha Marinho (PSC-PA).

A maioria dos deputados afirmou que garantiu os recursos para os municípios, mas a seleção das máquinas e a pesquisa de preços são definidas em processos das prefeituras. A deputada Mara Rocha (PSDB-AC) afirmou que apenas conseguiu R$ 275 mil para a compra de máquinas pelo município de Capixaba e acredita que o valor é insuficiente para as aquisições que a prefeitura cadastrou.

Não se posicionaram os seguintes parlamentares: Flaviano Melo (MDB-AC); senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), a deputada Edna Henrique (PSDB-PB) e os deputados Domingos Neto (PSD-CE), Lucas Redecker (PSDB-RS), Marlon Santos (PDT-RS), , Ottaci Nascimento (Solidariedade-RR), Delegado Antonio Furtado (PSL-RJ) e Zé Silva (Solidariedade-MG).

Fonte: O Estado de São Paulo

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Calçados vendidos por casal de indígenas denunciados à PF custam R$ 300

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Custa R$ 300 o par de calçados feito de látex pelas mulheres da etnia Shawãndawa- Arara,  e que são vendidas em São Paulo e outros estados por Txãdá Shawã e Daosha, o casal que apareceu em rede nacional e que acabou sendo denunciado à Polícia Federal,  Ministério Público Federal e Funai nessa quinta-feira (21).

LEIA MAIS: >>>Índios do Acre denunciam que dinheiro ganho em programa da Globo nunca chegou na aldeia

Segundo lideranças Arara que fizeram a denúncia,  o dinheiro da sandália não retorna para as indígenas. José Maria, o cacique geral dos Arara, e Anchieta, outra liderança, denunciaram também que os R$ 102 mil ganhos pelo casal em abril deste ano no Programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo de televisão, não foi empregado em benefício das mulheres da etnia e do projeto de calçados ecológicos, como o casal assegurou no programa global.

A vereadora de Porto Walter, Cleide Silva, conta que conheceu Daosha no início deste ano, na Aldeia Ararinha Encantada, que fica localizada próximo da cidade. É a segunda aldeia “fundada” por Daosha e o marido nas proximidades da sede do município.

“Eles fizeram um encontro onde tinha muitos estrangeiros e era tudo pago. Eu gostei de uma sandália, mas achei muito cara e não comprei, mas muita gente comprou”, relata a vereadora.

Pedido de bloqueio da patente com o nome Shawandawa

Além do casal, as lideranças indígenas da etnia Shawãndawa também denunciaram o caso de uma empresa do Estado do Rio de Janeiro que  tenta junto ao Instituto Nacional de Patentes Indústrias – INPI,  o registro de marca com o nome da nação indígena Shawãdawa. Os indígenas  pedem  providências jurídicas e administrativas para contestar e bloquear a referido registro junto ao INPI.

A empresa Pagner Comercio LTDA,  localizada  na cidade  Nova Friburgo,  busca registrar, para fins comerciais, a marca Shawãdawa Spiritual, na categoria Tabaco.

“Importa destacar que esse registro é uma tentativa de se apropriar e de se beneficiar de signo distintivo da nossa etnia para fins comerciais, sem nenhum conhecimento de suas legítimas lideranças. Este fato representa um desrespeito as nossas tradições culturais, uma vez que transforma o nome dessa nação em marca de tabaco, cuja produção, se é que existe, não tem vínculo com nossas aldeias nem nossa autorização para nenhum fim”.

Eles consideram essa situação gravíssima, pois trata-se do uso indevido do nome do povo Shawãdawa, que compromete a imagem e credibilidade. As lideranças,  que prosseguem reafirmando que permitir o registro de marca sem qualquer vínculo com a etnia, são chamadas de uma verdadeira fraude aos futuros consumidores desses produtos, já que serão atraídos acreditando tratar-se de produto cuja origem é de uma nação indígena localizada no Estado do Acre, na Amazônia brasileira.

“De mais a mais, o nome é o que distingue um povo de outros idênticos ou semelhantes. É um bem imaterial valioso que deve ser protegido pelo poder público para evitar o proveito econômico parasitário”, alertam,

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Sem Gladson, membros do PP fecham apoio em torno da reeleição de Mailza Gomes

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Sem a presença do governador Gladson Cameli, ocorreu na tarde deste sábado, 23, uma reunião a portas fechadas que contou com a presença de deputados estaduais, prefeitos e alguns membros partidários em torno de fechar um bloco de apoio interno, dentro do Partido Progressistas, a reeleição da senadora Mailza Gomes.

Estiveram presentes no evento o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, o de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, o de Feijó, Kieffer Cavalcante, de Senador Guiomard, Rosana Gomes, de Porto Acre, Bené Damasceno, além do deputado estadual José Bestene e representantes dos deputados Nicolau Júnior e Gehlen Diniz.

Bestene destacou que o Progressistas é um partido unido, que tem um projeto de melhoria de vida para a população acreana. “Hoje, parlamentares e prefeitos Progressistas se reuniram para manifestar apoio à reeleição da nossa senadora Mailza Gomes”, declarou.

O parlamentar argumentou que Mailza precisa do apoio de toda a cúpula do partido do governador Gladson Cameli. “Ela vem trabalhando muito pelo nosso Acre. É uma mulher honrada e dedicada. Está no mandato, então é natural que dispute a reeleição, com o apoio de todos nós do Progressistas”, comentou.

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