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Governo garante combate à lagarta que é o principal pesadelo dos produtores de mandioca no Acre

Publicado

em

Fotos: Lourival Marques

A lagarta mandarová, apesar de pequena, tem o poder de tirar o sono dos agricultores que trabalham com o plantio de mandioca graças ao seu poder de destruição. O pequeno bicho que parece inofensivo é capaz de destruir um roçado em pouco tempo. A presença da lagarta pode representar um grande prejuízo aos produtores rurais e a safra de mandioca acreana se não for corretamente combatida.

A maior incidência é na região do Juruá, onde a produção de farinha é uma das principais atividades econômicas rurais, mas chega também em outras regiões. Um exemplo é a região de Capixaba, onde técnicos da Secretaria de Produção e Agronegócio (SEPA) estiveram nesta terça-feira, 23, após o órgão ser comunicado da presença da lagarta em cultivos no Projeto de Assentamento Nova Promissão.

A SEPA enviou engenheiros agrônomos até o local para fazer o diagnóstico e receitar as medidas sanitárias de combate a praga, que vão desde o uso de um inseticida natural, extraído da própria lagarta que depois de capturada é triturada e usada na lavoura, até o uso de produto químico quando as lagartas já estão maiores e o inseticida natural não faz mais efeito.

Como parte da ação de combate à praga, começa nesta quinta-feira, 25, um curso para 10 produtores rurais sobre a prevenção, combate e controle dessa lagarta que dizima os plantios de mandioca.

“Recomendamos aos produtores rurais de todo o Estado que sempre que se depararem com esta ou outras pragas que assolam suas produções agropecuárias, procurem os escritórios do sistema SEPA (Emater, Idaf, Cageacre e Sepa) do seu município o mais breve possível”, destaca Edivan Maciel, gestor da SEPA.

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