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Zeladoria diz que não atrasou salários e que Socorro Neri pagava terceirizados fora de termo

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Em visita à Câmara de Rio Branco, o secretário de Zeladoria Joabe Lira, explicou na manhã desta terça-feira, 23, os atrasos em relação aos pagamentos dos trabalhadores que realizam as limpezas das ruas na capital, que resultaram em protestos no início do mês de fevereiro.

Segundo Joabe Lira, em nenhum momento houve atraso dos salários dos terceirizados, já que a Prefeitura teria até o 15º útil para repassar o dinheiro às terceirizadas que pagam os colaboradores.

“Os trabalhadores têm vínculo com as terceirizadas que prestam serviço lá e, naquele momento, a zeladoria não devia para nenhuma empresa. No contrato, a Zeladoria tem até o 10º décimo útil para fazer o pagamento. Então, estávamos todos dentro do prazo”, afirmou.

Em outro trecho, Joabe afirmou que a gestão de Socorro Neri (PSB) realizou os pagamentos fora do termo de referência. Ele ressaltou que os pagamentos feitos foram encaminhados à Procuradoria Geral do Município (PGM) para analisar se houve qualquer indício de irregularidades.

“Os contratos dizem que o pagamento era por m² e foi realizado por postos de trabalho, ou seja, pessoas nas ruas. Quando ocorreu isso, houve uma divergência de valores, as empresas foram comunicadas e essa parte que estava em divergência nós fizemos o pagamento, mas mesmo assim estávamos dentro do prazo de pagamento. Nós constatamos que o pagamento era feito por postos de trabalho, por trabalhador, ocorre que o termo de referência do contrato prevê que a Zeladoria tem que pagar por m² e esse procedimento infelizmente, não era feito, em desacordo com o que prevê o termo de referência”, afirmou.

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Infectologista afasta possibilidade de vacina ter causado mortes em idosos do Lar Vicentino

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O médico infectologista Jenilson Leite, em entrevista ao Sistema Público de Comunicação nesta terça-feira (2), afastou a possibilidade de a vacina contra a Covid-19, aplicada nos idosos do Lar Vicentino, ter provocado a doença dos idosos. Dois dos idosos foram a óbito. A Vigilância Sanitária Estadual confirmou a infecção de 23 dos 55 internados na instituição.

“Não podemos iniciar a análise achando que a vacina causou a doença das pessoas, mas, os aspectos que estão dentro dos estudos. O mundo mostrou que a proteção não é 100% mesmo após a segunda dose, esse é um ponto de partida”, disse o especialista que também é deputado estadual pelo PSB.

Para Jenilson, somente após um relatório da Vigilância Sanitária é que pode se fazer uma análise mais profunda. Ele aguarda a nota técnica explicando, inclusive, qual vacina foi aplicada nos idosos do Lar Vicentinos.

O infectologista esclareceu que a população idosa imunologicamente é mais frágil, tem um sistema com resposta mais lenta do que uma pessoa jovem, o que dificulta a chamada defesa competente contra o vírus. “O idoso que tem suas comorbidades, as doenças associadas, pode ter tomado as duas doses e ainda assim, o seu sistema imunológico não ter conseguido a tempo desenvolver anticorpos igual a uma pessoa com melhor condição”, esclareceu.

Diante desse estudo é que a organização mundial de saúde priorizou os idosos como primeiro grupo a ser vacinado. “Os idosos precisam de mais tempo para se imunizar”, acrescentou.

Leite chama atenção para outros aspectos que devem estar associados na prevenção e no combate à pandemia. Para ele, o uso da máscara é fundamental durante o desenvolvimento dos anticorpos.

“Esse idoso pode ter tomado a primeira dose e no intervalo entre a segunda, ter contraído o vírus. Isso pode explicar, entre outras variáveis, a contaminação que ocorreu nos idosos do Lar dos Vicentinos”, disse.

Segundo informações, os dois idosos que foram à óbito só tinham tomado a primeira dose da vacina. Jenilson não descarta que outras variantes com DNA acreano podem estar circulando no Acre.

“No momento que nós estamos não podemos descartar a possibilidade de o vírus também ter sofrido mutações no Acre e nós temos uma variante nova e acreana. O vírus se replica em alta escala, encontra dificuldades até o momento de mutar-se e continuar o ciclo de desenvolvimento”, analisou.

Ele cita a aceleração dos novos casos de covid-19 em todo o estado e diz que a cepa do amazonas, por exemplo, “infecta as pessoas mais rápido e uma facilidade maior de causar inflamação”, chamou atenção.

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Vanda Milani destina R$ 1 milhão para o Estado comprar vacinas contra a Covid-19

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A deputada federal Vanda Milani (SD-AC) destinou R$ 1 milhão de sua emenda de bancada para o governo do Acre comprar vacina contra a covid-19. O projeto de lei 534/2021 que autoriza os estados, os municípios e o setor privado a adquirirem vacinas contra a covid-19 foi aprovado no Senado e fará parte da pauta na Câmara dos Deputados essa semana.

“Esse é um dos debates mais importantes porque o Brasil vive um dos momentos mais críticos da pandemia. O Acre tem situação semelhante, mais de mil pessoas perderam suas vidas, hospitais estão lotados e sem vagas nas UTIs e leitos. O combate mais eficaz é a vacina”, comentou a deputada.

Vanda ressaltou a presença de secretários nacionais do Ministério da Saúde no estado do Acre ajudando a definir com equipes da Secretaria de Saúde do Estado, novas estratégias no combate à pandemia para evitar o colapso no sistema público.

“O presidente Jair Bolsonaro através do ministério da saúde tem dado uma atenção especial ao Acre, isso precisa ser publicamente reconhecido, assim como o esforço do governador Gladson Cameli no enfrentamento da Covid-19. O Acre terá leitos ampliados nas próximas horas e a garantia de mais médicos nas regiões de difícil acesso”, disse Vanda Milani.

Ao manifestar voto favorável ao projeto de lei que permite a aquisição de vacinas por estados e municípios, a parlamentar destacou ainda, que o setor privado também estará autorizado a comprar vacinas, obrigado a doar todas as doses para SUS enquanto estiver em curso a vacinação dos grupos prioritários.

“Após essa etapa as empresas poderão ficar com metade das vacinas que comprarem e elas deverão ser aplicadas gratuitamente. A outra metade vai para a campanha nacional de imunização. Somente com a união de todos é que vamos tirar o país dessa crise sanitária”, frisou.

Vanda Milani define durante toda essa semana outros investimentos na área de saúde pública ampliando suas ações para os 22 municípios do Acre.

“O frio é grande, o cobertor é pequeno, mas, a nossa vontade de ajudar e o nosso esforço em conseguir recursos é enorme. Vamos continuar batendo de porta em porta nos ministérios para ajudar quem mais precisa”, conclui.

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CAPS de Rio Branco está sem médico e servidores alegam abandono por parte da prefeitura

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A equipe do Centro de Atenção Psicossocial Nível 2 (CAPS) Samaúma, que funciona no bairro Tropical em Rio Branco, denunciou ao ac24horas o suposto abandono por parte da secretaria Municipal de Saúde (Semsa). Os profissionais que temem represália e pedem sigilo revelam que a unidade está sem gestor assistencial e administrativo.

O único médico psiquiatra que atende no local entra de férias nesta segunda-feira, 1° de março. O outro médico, que é idoso, está afastado do trabalho por causa da pandemia de coronavírus e também não pode atender via online porque no Caps não há internet.
Sem médico que prescreva as receitas, não há como, por exemplo, os pacientes terem acesso à medicação controlada, por falta de receitas. “A equipe está super reduzida e os atendimentos em ascensão como reflexo da Covid-19. Além da falta de médico, só temos um psicólogo no período da tarde”, conta uma das servidoras do Caps, que reclama ainda que, partir desta segunda feira, 1°, não haverá água para beber por falta de licitação.

O CAPS é um serviço de saúde aberto e comunitário do Sistema Único de Saúde (SUS), de referência e tratamento para pessoas que sofrem com transtornos mentais, psicoses, neuroses graves e persistentes e demais quadros que justifiquem sua permanência num dispositivo de atenção diária, personalizado e promotor da vida.

No Caps Samaúma, a média atual de 50 atendimento por dia. Além da consulta psiquiátrica e atendimento psicológico, o Centro conta com intervenção em crise, acolhimentos, 1ª escuta medicamentos e terapias como o reiki, auriculoterapia, barras de access. Os grupos estão suspensos por causa da pandemia.

O local não atende usuários de álcool e outras drogas, como o do Manoel Julião, que é da Sesacre. O Samaúma é de responsabilidade da prefeitura de Rio Branco, por meio da secretaria Municipal de Saúde.

O secretário Frank Lima reconhece as dificuldades com relação ao Centro de Atenção Psicossocial, mas nega algumas afirmações dos servidores e cita que o Centro é prioridade e que o gestor administrativo será nomeado esta semana.

“Inclusive já estamos em processo avançado para promove-lo a CAPS III junto ao Ministério da Saúde. Realmente o contrato da Psicóloga do CAPS Samaúma é de 30h e nossa e intenção é contratar mais uma. Quanto ao médico, acabei de passar a informação pra diretoria de assistência. Mas essa informação que vai faltar água não é verdade, pois nosso contrato com a empresa que fornece água está em dias”, explica.

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Após Sesacre negar falta de oxigênio em hospital, médicos mostram print: “verdade”

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Mesmo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) negando a falta de oxigênio no Hospital Dr. Sansão Gomes, em Tarauacá, o Sindicato dos Médicos do Acre (SindMed) divulgou um printou na noite deste domingo, 28, confirmando entre a categoria que a falta do insumo ocorreu.

O governo do Acre havia dito mais cedo que era inverídica a informação de que falta oxigênio na unidade de saúde. Entretanto, o print de uma conversa entre médicos relata que a situação de fato teria ocorrido: “Verdade, Dr. Já foram feitas as transferências dos pacientes que estavam usando oxigênio”, diz um trecho da conversa.

Segundo o Sindmed, um cilindro foi enviado de Feijó para Tarauacá na tarde deste domingo, 28, mas a situação era de atenção e urgência, pois existiam pacientes com Covid-19 internados.

Em nota de esclarecimento, a Sesacre afirma que em nenhum momento a direção do hospital foi procurada pelo Sindicato dos Médicos do Acre

“De fato, a unidade não possui usina de oxigênio, mas recebe carga suficiente a cada semana, conforme cronograma de distribuição da Sesacre para os municípios”, diz a nota.

Nos últimos 4 dias, Tarauacá recebeu um volume significativo de pacientes com Covid-19, os quais ocuparam 100% de dos leitos hospitalares e passaram a fazer uso do oxigênio em alta escala.

“O hospital de Tarauacá possui controle de uso de oxigênio, sendo possível estimar a quantidade necessária para realização de pedido antecipado à Sesacre, sem qualquer prejuízo no atendimento”, garante a Sesacre.

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