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Bolsonaro deve anunciar que Acre será priorizado em vacinação com doses extras

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O presidente Jair Bolsonaro, que cumpre agenda no Acre na próxima quarta-feira, 24, deverá anunciar que o Estado governado por Gladson Cameli será priorizado na vacina contra-covid-19, assim como ocorreu com o Estado do Amazonas nos primeiros lotes disponibilizados pelo Ministério da Saúde. O ato do presidente seria reforçado devido a crise que o Acre vem passando devido a pandemia de covid-19, o surto de dengue, a crise migratória e a cheias do rios.

Ainda não se sabe ao certo, mas é provável que o Estado receba até março mais de 160 mil doses foram a remessa extra que deverá ser priorizada pelo governo federal, conforme apurou ac24horas. Informações extraoficiais apontam que o presidente trará em seu avião uma pequena quantidade de vacina para dar início a nova etapa de imunização no Acre.

Nos bastidores, os mais otimistas fazem uma projeção que o Estado deverá receber mais de 400 mil doses, que seriam suficientes para imunizar todos os grupos prioritários, mas essa informação ainda não foi confirmada pelo Ministério da Saúde. Outra informação que circula é que o Estado deva receber 100 mil doses extras.

Bolsonaro desembarcar na manhã de quarta e às 8h30 fará um sobrevoo nas regiões afetadas pelas enchentes, com foco especial em Sena Madureira, que é a única cidade no momento, que não apresentou sinais de vazante.

Segundo informações repassadas pelo governo federal, logo em seguida ocorrerá uma coletiva de imprensa, no Aeroporto Internacional de Rio Branco.

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Cotidiano

Calendário de vacinação que circula nas redes sociais é fake news, informa prefeitura

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Em diversos grupos de WhatsApp começou a se espalhar na manhã desta terça-feira, 2, um suposto calendário de vacinação de acordo com a faixa etária de quem pode ser imunizado contra a Covid-19.

O documento, apresentado como se fosse da prefeitura de Rio Branco, informa uma escala de vacinação até o próximo dia 26 de março quando seriam vacinadas as pessoas até os 55 anos na capital acreana.

O ac24horas entrou em contato com a prefeitura de Rio Branco, que por meio da assessoria de comunicação, informou que se trata de fake news. A gestão pede para quem receber a informação, não repasse, já que se trata de informação mentirosa que pode fazer com que pessoas percam seu tempo indo até um ponto de vacinação.

Neste momento, a vacinação funciona em sistema de drive-thru para idosos acima de 73 anos no pátio do antigo Detran, em frente ao 7º BEC, e na URAP Augusto Hidalgo de Lima, na URAP Roney Meireles e na Policlínica Barral y Barral.


CALENDÁRIO É FALSO

*Repassando: Primeira fase de Imunização dos Idosos*

01 de março – 74 anos

02 de março – 73 anos

03 de março – 72 anos

04 de março – 71 anos

05 de março – 70 anos

 

08 de março – 69 anos

09 de março – 68 anos

10 de março – 67 anos

11 de março – 66 anos

12 de março – 65 anos

15 de março – 64 anos

16 de março – 63 anos

17 de março – 62 anos

18 de março – 61 anos

19 de março – 60 anos

22 de março – 59 anos

23 de março – 58 anos

24 de março – 57 anos

25 de março – 56 anos

26 de março – 55 anos

Se vc não chegou nessas faixas etárias, algum amigo ou familiar seu com certeza sim, repasse vc tbem

 

 

 

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Cotidiano

Bocalom anuncia que irá aderir consórcio para compra de vacinas contra a Covid-19

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

A prefeitura de Rio Branco anunciou na manhã desta terça-feira, 2, que irá aderir ao consórcio para compra de vacinas contra a Covid-19, que já recebeu mais de 100 adesões nessa segunda-feira, dia 1º de março. O anúncio veio um dia depois do primeiro dia para manifestação de interesse por parte dos prefeitos. Nas redes sociais, vereadores da capital acreana criticaram a proximidade do encerramento do prazo para que os municípios possam aderir ao consórcio, que é nesta sexta-feira (5), sem que o município tivesse se manifestado.

O secretário Municipal de Saúde, Frank Lima, concederá entrevista coletiva na sala de reuniões da Prefeitura de Rio Branco, no centro da cidade, para falar sobre a inclusão se Rio Branco no consórcio de compra da vacina contra a covid-19.

O movimento é liderado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e a previsão é que a associação seja constituída, legalmente, até 22 de março para, depois disso, possa atuar na aquisição de imunizantes.

O consórcio vai reunir em sua maioria cidades com mais de 80 mil habitantes e se dá pelo aumento de casos e mortes pela Covid-19. Com isso, os municípios terão 15 dias para aprovar um projeto de lei nas Câmaras municipais que autorizam a adesão ao consórcio público. Não há nenhum custo ao município para a adesão ao consórcio e só após a constituição legal, com a criação de um CNPJ e a escolha de diretoria, o consórcio estaria apto a fazer a compra de vacinas.

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Cotidiano

Secretários de Saúde pedem toque de recolher e ‘lockdown’ em cidades com UTIs lotadas

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O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) defende a adoção imediata de lockdown nos Estados em que a ocupação dos leitos de covid-19 tenha alcançado mais de 85%. Em comunicado divulgado no início da tarde desta segunda-feira, 1º, o Conass também defendeu a adoção de um toque de recolher nacional, das 20h às 6h, em todo o País, inclusive nos finais de semana, e a suspensão do funcionamento das escolas.

Na carta, os gestores dizem que o Brasil enfrenta o pior momento da epidemia e criticam a falta “de uma condução nacional unificada e coerente” para a crise. Os secretários de saúde pedem o recrudescimento das medidas de distanciamento social em todo o País, levando-se em conta “a situação epidemiológica e a capacidade de atendimento de cada região, avaliadas semanalmente a partir de critérios técnicos.” No caso dos estados onde a ocupação dos leitos de covid-19 ultrapasse 85%, os secretários pedem a adoção do nível máximo de restrição.

“O recrudescimento da epidemia em diversos estados leva ao colapso de suas redes assistenciais públicas e privadas e ao risco iminente de se propagar a todas as regiões do Brasil”, escreveram os secretários. “Infelizmente, a baixa cobertura vacinal e a lentidão na oferta de vacinas ainda não permitem que esse quadro possa ser revertido em curto prazo. O atual cenário de crise sanitária vivida pelo País agrava o estado de emergência nacional e exige medidas adequadas para a sua superação.”

No comunicado, os gestores citam a proibição de eventos presenciais, como shows, cerimônias religiosas e eventos esportivos, a suspensão das atividades presenciais de educação no País, a adoção de trabalho remoto sempre que possível, a instituição de barreiras sanitárias nacionais e internacionais (considerando até o fechamento de aeroportos e a suspensão do transporte interestadual), a adoção de medidas para a redução da superlotação dos transportes, além do toque de recolher nacional “Entendemos que o conjunto de medidas propostas somente poderá ser executado pelos governadores e prefeitos se for estabelecido um ‘pacto nacional pela vida’, que reúna todos os poderes, a sociedade civil, representantes da indústria e do comércio, das grandes instituições religiosas e acadêmicas do País, mediante explícita autorização e determinação legislativa do Congresso Nacional.”

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Cotidiano

Bolsonaro veta prazo de cinco dias para Anvisa autorizar uso emergencial de vacinas

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O presidente Jair Bolsonaro vetou trecho de medida provisória introduzido pelo Congresso que dava prazo de cinco dias para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial de vacinas contra a Covid-19, informou na noite desta segunda-feira (1º) a Secretaria-Geral da Presidência — o Congresso poderá agora manter ou derrubar o veto presidencial.

A sanção foi publicada na madrugada desta terça (2) do “Diário Oficial da União (DOU)”.

Esses foi um dos vetos à MP, sancionada pelo presidente a fim de autorizar o governo federal a aderir ao Covax Facility, programa integrado por mais de 150 países e coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para estimular o desenvolvimento e garantir a compra de vacinas contra a Covid-19 (veja mais abaixo). O governo já havia liberado R$ 2,5 bilhões para a adesão à aliança.

O trecho vetado estabelecia que, feito o pedido, a Anvisa teria cinco dias para autorizar o uso emergencial desde que a vacina tivesse sido aprovada em pelo menos uma de oito autoridades sanitárias estrangeiras relacionadas na norma. Segundo as regras atualmente em vigor, a Anvisa tem até dez dias para analisar os pedidos de uso emergencial de vacinas.

Bolsonaro vetou os artigos 3°, 4°, 5°, 6° e 7°. Ele informou que parte dos artigos são inconstitucionais, não apontam estimativas de impacto orçamento e financeiro, podem gerar insegurança jurídica e violar o princípio constitucional da separação dos poderes ao retirar a competência privativa do presidente.

Em 10 de fevereiro, o diretor da agência, Antônio Barra Torres, chegou a pedir pessoalmente a Bolsonaro o veto desse trecho da MP, aprovada em fevereiro no Senado.

Torres argumentou que o texto aprovado estabelecia que caberia à Anvisa somente conceder a autorização, sem possibilidade de negar o aval à vacina.

“Não está escrito ‘analisará’, não está escrito que vai estudar o tema, não está escrito que vai verificar se há risco, se não há. Está escrito ‘concederá autorização’. Só nos é dada uma opção: é o sim. Só tem essa opção”, disse Torres na ocasião.

Outro veto

Outro ponto da medida provisória vetado por Bolsonaro foi o que previa, em caso de omissão do Ministério da Saúde, autorização para estados e municípios adotarem medidas próprias a fim de imunizar as respectivas populações.

Covax Facility

A Covax Facility é uma coalizão de mais de 150 países criada para impulsionar o desenvolvimento e a distribuição das vacinas contra a Covid-19.

No mês passado, a Covax anunciou que o Brasil deve receber 10,6 milhões de doses da vacina desenvolvida pela AstraZeneca com a Universidade de Oxford no primeiro semestre deste ano.

Em outubro de 2020, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, informou que a contribuição do Brasil na aliança global previa, como contrapartida, o recebimento de 42 milhões de doses de vacinas.

Além da participação no consórcio Covax Facility, o governo federal também tem parceria com a Fiocruz (vacina de Oxford) e Instituto Butantan (CoronaVac).

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