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Trecho alagado da BR-364 é liberado e desafoga fila com mais de 2 mil carros

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Pouco depois das 21 horas desta quinta-feira, 18, o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit) concluiu o serviço de elevação da BR-364 entre Manoel Urbano e Sena Madureira e liberou o tráfego de veículos no local. A fila já contava com cerca de 2 mil carros em 8 quilômetros dos dois lados da rodovia federal.

Segundo o superintende do Dnit no Acre , Carlos Moraes,   mais de 500 metros cúbicos de pedra rachão foram utilizados no serviço iniciado na última quarta-feira, 17. Além das pedras, foram usadas “bica corrida em cima para dar o acabamento e facilitar a rolagem do trânsito”, explicou Moraes.

O trecho foi alagado pelas águas do Igarapé Cajazeira represado pelo Rio Caeté. O serviço de elevação da rodovia foi iniciado na própria quarta-feira (17), mas o nível das águas subiram e a quantidade de pedras não foi suficiente. Além disso, uma carreta que atuava no serviço quebrou e o trabalho só foi concluído nesta quinta.

Veja o vídeo:

Cotidiano

Acusado de matar trabalhador na frente do filho de 9 anos está sendo julgado no Tribunal

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Desde as 8h30min desta terça-feira (9) que o réu Geovane Oliveira de Souza está sendo julgado pelo Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco pela prática de crime de homicídio qualificado.

Geovane é acusado de ter matado a tiros em março de 2017, na Cidade do Povo, o ambulante Antônio Josimar Paulino da Silva, de 28 anos, quando a vítima estava em companhia de um filho de 9 anos.

A juíza Luana Campos preside os trabalhos que serão concluídos no meio da tarde.

O crime, de acordo com os autos do inquérito policial instaurado na Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), ocorreu na noite do dia 18 de março de 2017, por motivação ainda não bem esclarecida.

Antônio Josimar havia discutido com a esposa e saía de casa numa motocicleta quando foi surpreendido e executado na frente do filho menor. Geovane responde o processo em liberdade.

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Cotidiano

Neném Almeida reafirma compromisso com candidatura de Ney Amorim ao Senado

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O deputado Neném Almeida (Podemos) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), nesta terça-feira, 9, para comemorar a escolha do presidente regional do Partido Podemos, ex-deputado estadual Ney Amorim, para disputar o senado da República na chapa com o governador Gladson Cameli (Progressistas).

O parlamentar relembrou a atuação de Amorim como deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, destacando que sempre teve uma ótima relação com todos seus pares no parlamento, independente do partido ou posicionamento político. “Nosso presidente Ney Amorim é um político nato, tenho aprendido muito com ele desde que fui recebido no Podemos. Fico sempre impressionado com sua capacidade de receber sugestões, independente de onde elas venham. Ney está sempre construindo pontes entre as pessoas”, comentou Almeida.

No mês de abril do ano passado, o ex-deputado Amorim assumiu a presidência do Podemos no Acre. Em sua posse esteve presente a presidente nacional do Podemos, deputada federal Renata Abreu (SP) e o governador Gladson Cameli. Em poucos meses de gestão, Amorim visitou e construiu uma forte base partidária junto com grandes lideranças nos 22 municípios do Estado.

“É inquestionável a memória eleitoral que nosso presidente possui em todo o estado. Em sua última campanha eleitoral, Ney saiu com 115 mil votos. Hoje vivemos uma mudança de ciclo na política acreana, e estou certo que dentre os futuros estadistas, Ney tem uma posição de grande destaque”, finalizou o parlamentar.

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Cotidiano

WhatsApp permitirá esconder status online e impedir prints; veja mais mudanças

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O WhatsApp anunciou novas atualizações de privacidade nesta terça-feira (9), incluindo a capacidade de os usuários verificarem suas mensagens sem que outras pessoas saibam.

A plataforma em breve permitirá que as pessoas controlem quem pode ver quando estão online, impedir que outras pessoas façam capturas de tela de determinadas mensagens e saiam de grupos sem notificar canais inteiros.

O WhatsApp tem mais de 2 bilhões de usuários em todo o mundo e é de propriedade da Meta, proprietária do Facebook. Ao anunciar as mudanças no Facebook e no Instagram, o CEO Mark Zuckerberg disse que a empresa “continuará construindo novas maneiras de proteger suas mensagens e mantê-las tão privadas e seguras quanto conversas cara a cara”.

O WhatsApp há muito elogia o uso de criptografia de ponta a ponta, o que significa que apenas o remetente e o destinatário de uma mensagem podem ver seu conteúdo. E como outras plataformas de mensagens privadas, já permite que os usuários enviem mensagens que desaparecem após determinados períodos de tempo.

No entanto, no ano passado, o WhatsApp foi fortemente examinado após uma atualização em seus termos de serviço.

Na época, muitos usuários expressaram preocupação com uma seção da política de privacidade do WhatsApp que detalhava o que é compartilhado com a empresa controladora, que tem uma reputação conturbada quando se trata de proteger os dados do usuário.

A atualização fez com que algumas pessoas migrassem para o Signal, outra plataforma popular de mensagens criptografadas.

O Facebook tentou dissipar a confusão sobre a política, dizendo que suas práticas de compartilhamento de dados não eram novas e não “impactavam como as pessoas se comunicam em particular com amigos ou familiares”.

Agora, dois dos novos recursos introduzidos no WhatsApp – que permitem escolher quem pode ver quando você está ativo e sair dos grupos silenciosamente – começarão a ser lançados para todos os usuários do WhatsApp este mês.

A ferramenta de bloqueio de captura de tela, que será disponibilizada em mensagens destinadas a serem visualizadas apenas uma vez, ainda está sendo testada e será disponibilizada posteriormente, segundo o WhatsApp.

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Cotidiano

Serraria que atuou em Sena Madureira é condenada por crime ambiental

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Uma serraria que atuou em Sena Madureira foi condenada por ter cometido crimes de desmatamento ilegal e destruição da fauna e flora (artigos 46 e 50 a Lei 9605/98). Dessa forma, a empresa ré foi sentenciada pelo Juízo da Vara Criminal de Sena Madureira a pagar pecúnia no valor de 27 salários-mínimos.

A empresa foi denunciada por desmatar 498,645 hectares de área de preservação ambiental sem autorização. Ainda é relatado que a serraria tinha guardado 495 toras de madeira sem licença válida.

O caso foi analisado pelo juiz Fábio Farias, titular da unidade judiciária. Na sentença, o magistrado registrou que apesar da empresa ter feito o pedido de licenciamento não poderia desmatar antes do processo ter sido concluído.

“Importa destacar que eventual demora do órgão para concluir o processo de licenciamento não é um salvo-conduto para que as empresas passem a explorar ilegalmente a área, sendo necessário aguardar a conclusão do processo de licenciamento, sob pena de incorrer em crime, assim como no caso concreto”, registrou Farias.

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