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Desde 2015, Acre não sofria efeitos da onda migratória de haitianos na fronteira

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Desde 2015, quando ouve uma redução de 96% dos haitianos ilegais no Brasil, que o estado do Acre não sofria com a onda migratória de haitianos como vem ocorrendo nos últimos dias. Em 2010, quando o país sediou a Copa do Mundo, o cenário atraente tornou o Acre a principal porta de entrada migratória. O fluxo castigou socialmente a cidade de Brasileia.

Segundo dados da Polícia Federal, até 2015, na intensa onda de fluxos dos haitianos, cerca de 72 mil chegaram ao Brasil em busca de novas oportunidades e qualidade de vida.

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Em meados de 2015, houve uma redução de 96% dos haitianos ilegais no Brasil, que passaram a ser atraídos por outros países, como Estados Unidos e México. O Acre deixou de ser a principal rota de entrada desses imigrantes, que encontraram em estados como o Mato Grosso do Sul uma forma de ingressar em território brasileiro. Esse novo caminho desafogou, parcialmente, os serviços públicos acreanos.

O perigoso caminho de volta

Praticamente seis anos depois, com a crise econômica e a falta de perspectivas no país, o mesmo caminho passou a ser usado pelos haitianos para tentar chegar aos EUA, um perigoso roteiro por terra que costuma durar meses e atravessa toda a América Central e o México.

Crianças e mulheres foram usadas como escudo para o rompimento da barreira montada em Iñapari na divisa com Assis Brasil. O prefeito da cidade brasileira, professor Jerry, chegou a pedir socorro às autoridades. O governo do Acre enviou alimentos e montou barreiras para impedir a ação de coiotes.

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