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Acisa solicita suspensão de impostos, taxas e financiamentos de comércios atingidos pela cheia

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O presidente da Associação Comercial (Acisa), Marcello Moura, visitou na manhã de domingo, 7, os estabelecimentos comerciais que foram atingidos pelas águas do igarapés. Além de levar solidariedade e apoio aos empreendedores e trabalhadores, ele intercedeu junto à Prefeitura de Rio Branco, solicitando ajuda aos empresários.

“Fomos levar nossa solidariedade da Acisa aos nossos irmãos empreendedores e seus trabalhadores. O momento é de unir forças para minimizar, de alguma forma, o sofrimento de tantas pessoas. No domingo, após visitar os empreendimentos, fiz contato com o prefeito Tião Bocalom que disponibilizou equipes para apoiar na limpeza, com caminhões pipas com água e cloro, além de ajudar na retirada dos entulhos. Infelizmente os prejuízos são muitos”, destacou.

Marcello Moura, que estava acompanhado do diretor de Publicidade da Acisa, Bruno Vaz, informou ainda que enviou na segunda-feira, 8, ofícios ao governo do estado, prefeitura de Rio Branco, Energisa e instituições bancárias, solicitando a suspensão do pagamento de impostos, taxas, parcelamentos e financiamentos.

Ele afirmou que a intenção é buscar um diálogo com os Poderes e a instituições, com o objetivo de minimizar os prejuízos dos empreendedores. “Em 2020 enfrentamos uma forte crise que se estende até hoje. Agora, iniciamos 2021, com essa cheia dos igarapés, ocasionando muitos prejuízos para os comerciantes. Por isso, precisamos unir forças para evitar mais dor e sofrimento para nossa população”, enfatizou.

De acordo com o Marcello Moura, a Acisa solicitou ao governo do estado a suspensão do pagamento do ICMS e IPVA; à prefeitura de Rio Branco a suspensão do pagamento do ISS e IPTU; à Energisa que não seja efetuado corte de energia e ao Banco do Brasil, Caixa Econômica e Banco da Amazônia, a suspensão do pagamento das parcelas de financiamentos dos estabelecimentos que foram atingidos pelas águas.

“Estamos buscando um diálogo para evitar que as empresas tenham ainda mais prejuízos. Muitas tiveram equipamentos e produtos perdidos. Alguns terão que reformar suas estruturas. Por isso, precisamos pensar numa forma de suspender cobrança de impostos e parcelas de financiamento por um período, além de evitar o corte de energia para quem não tiver condições de pagar a conta neste momento”, explicou.

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