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Empresários discutem após baixa adesão de manifestantes no Centro

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A participação pífia de comerciantes, autônomos e empresários no manifesto marcado para esta quarta-feira, 3, em frente ao Palácio Rio Branco pela abertura do comércio no Estado, gerou uma série de discussões dentro do próprio grupo formado pela classe para organizar o protesto. Dos mais de 250 membros, menos da metade compareceu ao ato, fato que gerou revolta aos organizadores.

O grupo esperava que pelo menos 150 pessoas participassem do manifesto, o que não aconteceu. Os conflitos começaram por volta das 8 horas, quando menos de 20 pessoas estavam no horário marcado para uma grande mobilização. “Que vergonha! Fala que vem e não vem. São 8 já”, enviou um membro do grupo. Outro participante criticou: “com essa chuvinha pirou pros preguiçosos. Ainda tem um dinheirinho guardado, né, quero ver quando acabar”.

Com a baixa adesão de manifestantes e troca de farpas, muita gente começou a sair do grupo formado no WhatsApp. O conflito de ideias aumentou depois que representantes do Via Verde Shopping se dirigiram ao ato enquanto a grande massa dos que trabalham no Shopping Aquiri não aderiu ao manifesto.

“Não dá para uns darem a cara bater por nós e outros ficarem sentadinhos na sombra, não. Mas essa classe é muito folgada, querem que os outros deem a cara a bater pro eles enquanto ficam só olhando o espetáculo se dá certo ou não”, criticaram no grupo.

O protesto foi marcado após o governo do Acre decidir fechar novamente os serviços considerados não essenciais neste momento crítico da pandemia do novo coronavíus. A classe busca um entendimento com o governador Gladson Cameli e o Comitê Especial de Acompanhamento da Covid-19, para que não fiquem totalmente fechados.

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