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Saúde do Acre recebe mais de R$ 403 mil em repasses federais

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O Ministério da Saúde segue neste fim de janeiro repassando recursos para o sistema de saúde pública do Acre e nesta sexta-feira (29) divulgou os montantes de recursos federais correspondentes ao cofinanciamento das ações e serviços públicos de saúde de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar (Teto MAC) através de portaria que altera prazo no processo de remanejamento chamado de intraestadual.

Pouco mais da metade dos municípios do Acre terão acesso ao recurso: Cruzeiro do Sul, Rio Branco, Sena Madureira, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Plácido de Castro, Jordão, Epitaciolândia, Brasiléia, Capixaba e Acrelândia, os quais receberão valores diferentes dentro do cálculo estabelecido pelo MS.

O Governo do Acre irá receber R$ 204.804.443,06 e os municípios, R$ 199.345.156,58 –mais de R$ 403 mil no total. O quadro mostra quanto cada município contemplado receberá.

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Concurso público da Funai tem 91 vagas para o Acre

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A Fundação Nacional do Índio publicou nesta segunda-feira (25) no Diário Oficial da União a distribuição das 776 vagas que serão oferecidas no novo concurso Funai para temporários.

Ao Acre estão reservadas 91 vagas de supervisor dos agentes de proteção etnoambiental, chefe dos agentes de proteção etnoambiental e agente de proteção etnoambiental. Este último tem 70 vagas abertas.

Do total de oportunidades nas unidades da Funai no País, 50 serão para supervisor dos agentes de proteção etnoambiental; 121 para chefe dos agentes de proteção etnoambiental; e 605 para agente de proteção etnoambiental.

No Acre, os selecionados irão trabalhar em frentes de proteção nos municípios de Assis Brasil, Feijó, Tarauacá, Sena Madureira, Santa Rosa do Purus, Jordão e Cruzeiro do Sul.

Outras informações sobre a distribuição de vagas aqui: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-funai-n-411-de-22-de-outubro-de-2021-354349322

 

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No Acre, blogueiras entram em briga durante disputa por desfile de marca nacional

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Um duelo divulgado pela marca Closet Deluxe, do empresário referência na moda do atacado pelo Brasil, Romeriton Paulo, que comemora os 11 anos da empresa, tem causado uma “guerra” entre blogueiras no estado do Acre. A marca definiu que Juliana Vellegas e Ludmilla Cavalcante terão que competir e ganhar votos dos seguidores para decidir quem irá representar o estado.

Ocorre que a disputa desencadeou uma série de ataques contra a influenciadora digital Juliana Vellegas, o que a fez aparecer chorando em seus stories nesta segunda-feira (25). Yara Vittal, conhecida por ter sido a primeira blogueira na região, puxou uma corrente a favor de Ludmilla e apontou que Vellegas não teria ajudado a colega no auge da luta na internet em busca da guarda da filha. Além disso, criticou os demais influenciadores que também não teriam apoiado a causa, mas que estão engajados em fazer Juliana a representante do Acre no desfile da Closet Deluxe.

“Vocês [digitais] são muito engraçados, né? O povo chamando vocês para engajar a hashtag [Justiça Por Antonella] da Ludmila, um assunto sério, e a Juliana posta um stories e se levantam tudinho bem rapidinho”, desabafou Vittal.

Vellegas resolveu comentar o assunto e acabou chorando para seus seguidores. “Estou fazendo isso agora porque toda vez eu fico calada. Não tô [sic] entendendo a dimensão que isso tomou, porque era para ser um negócio tranquilo, para ir eu ou a Ludmilla, e o negócio tomou uma proporção sem necessidade”, contou.

Yara afirma que Juliana não deveria ganhar a disputa por já se mostrar uma influenciadora estabilizada financeira e profissionalmente e foi rebatida por Vellegas. “Não preciso provar para ninguém que sou uma pessoa boa. Tô cansada de apanhar o tempo inteiro e ficar calada. Nunca precisei mandar indireta para ninguém, nunca precisei diminuir ninguém”.

Vittal comentou que nunca viu Juliana votar em nenhuma outra influenciadora que possa aparecer mais que ela. “O cúmulo foi ver os próprios colegas apagando a cara da Ludmilla na postagem pra pedir voto pra Juliana. Pq??? A Ludmilla não tem o mesmo status pra oferecer??? O pior, a Juliana compartilhando as imagens com a cara da colega apagada e sem mencioná-la! Se não tem coragem de fazer uma storie pra ajudar a outra, solta o anjo pra ela ir pro Romerito”, publicou em sua conta no Twitter.

Juliana encerrou seu desabafo dizendo: “uma coisa que era pra ter sido extremamente saudável e boa pra todo mundo [tomou outra proporção]”. Estou cansada de ter que provar que sou uma boa pessoa”. O desfile que motivou a confusão também irá celebrar o aniversário do criador da marca e vai ocorrer no próximo dia 28 de novembro.

Veja o vídeo:

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Facebook exclui live de Bolsonaro relacionando vacina a Aids

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Facebook apagou na noite deste domingo (24/10) a última live semanal do presidente Jair Bolsonaro, transmitida na quinta-feira. O vídeo também foi excluído do Instagram, que pertence à empresa.

Em nota, o Facebook afirmou que as políticas da plataforma “não permitem alegações de que as vacinas de covid-19 matam ou podem causar danos graves às pessoas.”

O motivo da exclusão foram declarações de Bolsonaro que associaram falsamente as vacinas contra covid-19 ao risco de desenvolver Aids.

Esta foi a primeira vez que o Facebook excluiu uma live semanal de Bolsonaro.

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Pop-it vira alvo de conservadores por cores que lembram bandeira LGBT

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O pop-it, brinquedo de silicone flexível que virou febre entre as crianças, principalmente depois da pandemia, passou a ser encarado como um alvo dos conservadores nas últimas semanas.

Um pastor publicou um vídeo no YouTube relacionando o “fidget toy” às cores da bandeira LGBT+ e acusando o movimento de querer destruir a família. Nas redes sociais, outros apoiadores repetiram a associação do brinquedo ao movimento. Alguns vídeos tiveram mais de 100 mil visualizações.

Em entrevista ao jornal O Globo, o carioca Rafael, comentou sobre a recusa de sua filha, Manoela, de 7 anos, ao brinquedo. A criança, filha de uma mãe evangélica, desistiu do pedido que havia feito ao pai. “De repente, ela começou a falar que o pop-it é do diabo, que é para separar a família. Fiquei aterrorizado. A criança é pura, não tem esse tipo de maldade. Ninguém pode ficar colocando isso na mente dela”, desabafou Rafael. “É só um brinquedo de plástico que está na moda, para se divertir”.

Outra entrevistada pela publicação, Anete Vieira, disse que já havia relacionado o brinquedo às cores da bandeira LGBT+ antes mesmo da publicação do pastor. Ela é mãe de Elias, 6 anos, e da bebê Adele. Segundo a dona de casa, não há problemas no brinquedo, mas preferiu comprar um de cor única.

“Tenho orientação cristã, então tenho critérios para oferecer brinquedos ao meu filho. Acredito que tudo tem uma teoria, uma ideologia. O pessoal do marketing trabalha em cima dos símbolos, das cores. Se não coaduno com os mesmos ideais, por que apresentar para meu filho?”, disse Anete, que mora em Barreiras e congrega na Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Outro frequentador da mesma igreja, Anderson Vian, discorda da fala do pastor. Para ele, as cores do pop-it remetem ao arco-íris, a “aliança que Deus fez com Noé e seu povo para mostrar que não mais acabaria com o mundo por meio de um dilúvio”. Vian tem dois filhos e liberou o brinquedo na sua casa.

O presidente do Conselho Regional de Psicologia do Rio, Pedro Paulo Bicalho, disse que as cores de um brinquedo não modificam a relação da criança com ele. “É mais uma das invenções que tem a ver com negacionismo, com esse momento esquisito que estamos vivendo. Essa é uma faixa etária que ainda não se constituiu a partir da égide do preconceito. Essas pessoas não têm ideia de como uma criança se desenvolve”, discutiu.

A fabricante do brinquedo se disse surpreso com a polêmica e que não acredita que isso vá atrapalhar o negócio, que já vendeu mais de 200 mil unidades desde agosto. ” Isso é besteira. Não vai mudar nada para a gente. Nossa linha de negócio continua: produzir produtos bons, disse Gonzaga Pontes, diretor da Luka Plásticos, que é a primeira a lançar a versão brasileira do objeto.

 

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