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Chineses se comprometem a buscar investidores para a ZPE e Peixes da Amazônia

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Considerados empreendimentos classificados politicamente nas gestões do PT no Acre como “elefantes brancos”, devido o grande investimento de recursos públicos e pouco retorno para a população na geração de emprego e renda, a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) e a Indústria Peixes da Amazônia podem receber aporte financeiro da China. Pelo menos esse foi o entendimento de reunião técnica ocorrida em São Paulo, na Sede do Instituto Sócio-Cultural Brasil e China (IbraChina), nesta quarta-feira, 27, onde uma comitiva do Acre, liderada pelo Secretário de Indústria, Ciência e Tecnologia, Anderson Abreu, apresentou o portfólio de possibilidades de negócios em todo o Estado.

Os principais empreendimentos colocados à disposição dos chineses foram a ZPE, Peixes da Amazônia e a Fábrica de Camisinhas. O presidente Ibrachina, Thomas Law, se comprometeu com a comitiva do Acre a prospectar investimentos nos setores industriais do Estado.

“A reunião serviu para nós oferecermos a nossa infraestrutura que temos no Acre para investimentos chineses. Nós estamos negociando com intuito de dar visibilidade e potencializar a geração de emprego e renda. A reunião foi muito interessante com a Ibrachina e eles se disponibilizaram realmente a ajudar o Estado do Acre a mostrar o que nós temos aí para os empreendedores e investidores do resto mundo e conhecer. Nosso Estado hoje está de braços abertos para receber grandes investimentos e estamos otimistas que esse ano nós possamos dar um grande salto no desenvolvimento do Acre”, explicou Anderson.

A proposta do Acre, levando a condição de posição estratégica, é a construção de um corredor de saída para o mercado chinês através da transoceânica, via Peru, chegando aos portos do oceano pacifico. O ac24horas apurou que um grupo chinês já negocia a possibilidade de comandar a ZPE, mas o governo estaria aberto a receber mais propostas. O Estado aguarda aval da Secretaria Executiva da CZPE para leiloar o empreendimento que já consumiu mais de R$ 27 milhões do erário.

Já a Peixes da Amazônia, que aguarda por parte da justiça a Homologação da Recuperação Judicial, totaliza R$ 48,6 milhões em dívidas entre credores e dívidas trabalhistas e conta com o Estado como um dos sócios minoritários com 19% das ações da empresa. A Peixes possui capital social de cerca de R$ 62 milhões, o que viabilizaria investimentos na indústria, desde que o capital estrangeiro adquirisse a maior parte das ações que estão nas mãos de um Fundo de Participação [35%] e sócios-privados [33%].

Além de Anderson, participaram da reunião o procurador-geral do Estado, João Paulo Setti, o secretário de Saúde, Alysson Bestene, e o presidente da Ordem dos Advogados do Acre, Erick Venâncio, responsável por intermediar o encontro.

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