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Ministério Público do Acre quer divulgação semanal dos vacinados contra Covid-19

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) assinou uma nova Recomendação Conjunta sobre o acompanhamento e a fiscalização das ações de vacinação contra a Covid-19 em todos os municípios do Acre. O Objetivo é que os gestores obedeçam ao plano de vacinação nacional e local, com relação à observância dos critérios de prioridade.

O órgão pede ações de transparência quanto à execução da vacinação contra a Covid-19 nos municípios, inclusive com a divulgação semanal das metas vacinais atingidas (“vacinômetro”). “É importante, também, a elaboração de um plano de vacinação local, com a adequação das unidades destinadas à sua execução e o registro diário das informações nos sistemas”, informou o MPAC.

Com isso, os gestores deverão informar, no prazo de 15 dias, no endereço eletrônico correspondente a cada Município, se houve compra pelo município, disponibilização pela Secretaria Estadual de Saúde e/ou Ministério da Saúde, dos insumos necessários à sua concretização, tais como seringas, agulhas, caixas para descarte de resíduos, algodão, refrigeradores, acondicionamento adequado, entre outros, indicando o quantitativo total e a estimativa de tempo que serão suficientes a suprir as necessidades da vacinação.

Os gestores também devem informar, no prazo de 15 dias, no endereço eletrônico correspondente a cada Município, o quantitativo de vacinas recebidas pelo município até a presente data, bem como a relação nominal de indivíduos que receberam a primeira e/ou segunda dose ou o acesso ao sistema de informação utilizado pelo município ao promotor ou promotora de Justiça.

A procuradora-geral de Justiça Kátia Rejane de Araújo Rodrigues disse que a medida visa evitar privilégios durante a execução da vacinação e garantir que sejam imunizadas somente as pessoas tidas como prioridades no sistema de classificação.

Fonte: Ascom/MPAC

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Com rejeição, Bolsonaro perderia para Lula, Mandetta, Ciro, Haddad e Doria no 2º turno

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A gestão da pandemia e as suspeitas de corrupção na compra de vacinas contra a covid-19 mantêm o desgaste do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mostra pesquisa da Atlas Político, realizada desde segunda, 26, e finalizada nesta quinta, 29. Se as eleições fossem hoje, o presidente perderia para seus principais adversários no segundo turno, incluindo o governador João Doria (PSDB-SP), empatado tecnicamente com Bolsonaro, mas com viés de vantagem. Doria venceria com um resultado de 40,6% a 38,1% do presidente. Como a pesquisa tem 2 pontos porcentuais de margem de erro para cima ou para baixo, eles ainda estão empatados, mas é a primeira vez que o governador paulista aparece no páreo para se eleger. Em maio, Doria ficava 6,1% atrás de Bolsonaro na simulação de segundo turno.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliou a vantagem sobre Bolsonaro em comparação à pesquisa anterior e venceria por 49,2% contra 38,1%, num eventual segundo turno, num cenário com 12,8% de votos nulos ou brancos. Em maio, a vantagem de Lula era de 4,7% sobre o presidente. “A tendência é de fortalecimento de Lula”, diz o cientista político Andrei Roman, CEO do Atlas. “Desde o início do ano, Lula vem numa trajetória constante de crescimento”, completa.

Também Ciro Gomes (43,1% a 37,7%), o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (42,9% a 37,5%), e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (41,9% a 38,4%) ampliaram sua preferência, e poderiam frustrar o sonho da reeleição do presidente em 2022.

O levantamento confirma o momento de baixa de Bolsonaro, enquanto ele intensifica a campanha contra o sistema eleitoral eletrônico, mesmo sem ter provas para sustentar o que afirma, como mostrou sua live nesta quinta. Segundo a Atlas Político, a rejeição ao presidente subiu e chegou a 62% neste final de julho, contra 36% de aprovação. Trata-se de uma alta de cinco pontos porcentuais em relação a maio, quando a CPI da Pandemia começou. A Comissão Parlamentar apontou irregularidades em contratos de compra de vacinas, como a indiana Covaxin, e suspeitas de pedidos de propina em outras negociações que atingem inclusive militares que ocupavam cargo no Ministério da Saúde.

Roman lembra que o noticiário tem sido negativo para Bolsonaro desde o início do ano, com a pandemia, que teve seu ápice em março e abril, até que a vacinação pegasse velocidade. “Há, ainda, os problemas da vida cotidiana. O impacto econômico da pandemia, com os brasileiros desempregados, a renda menor. E milhares de brasileiros que perderam alguém querido para pandemia”, explica Roman.

As ameaças à democracia, quando sugeriu, no início deste mês, que as eleições poderiam não se realizar , não são fatores captados pelo eleitor ouvido na pesquisa. “Pode ser que isso gere uma polarização maior na sociedade, que neste momento se consolide uma maioria contra Bolsonaro, mas também é algo que mobiliza a sua base”, observa Roman. “Não há derretimento de sua imagem por causa da retórica contra as instituições, nem com a insistência na fraude em eleição, uma tese aventada desde as eleições de 2018”, completa.

Mas seus adversários também se fortalecem. O ex-presidente Lula, por exemplo, que já teve 60% de rejeição em maio do ano passado, hoje tem 54%. Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à presidência, também já teve 60% de rejeição em novembro do ano passado e hoje tem 50%. Ciro, porém, ainda avança lentamente no ranking de preferência dos eleitores. Alcança 6,2% da preferência numa simulação de primeiro turno com Lula, Bolsonaro, Mandetta, os apresentadores Danilo Gentile e Luiz Datena, além do governador gaúcho Eduardo Leite (PSDB). Em maio, Ciro tinha 5,7% das preferências.

Rejeição no Nordeste e no Sul

Na divisão dos eleitores por religião, o presidente tem uma aprovação de 52% dos entrevistados evangélicos, contra 45% que desaprovam o seu desempenho. Entre os católicos, a rejeição vai a 69% contra 29% que o aprovam. Já na divisão por renda, Bolsonaro tem rejeição maior que 50% em todas as faixas. Seu melhor desempenho está entre os eleitores que ganham entre 3000 e 10.000 reais (43% dos entrevistados aprovam sua gestão) e 2.000 e 3.000 reais (42%). Sua maior rejeição vem entre os que ganham até 2.000 reais (69%), e os que ganham acima de 10.000 reais (também 69%, como mostra o quadro abaixo). Os eleitores do Nordeste e Sul do Brasil são os mais refratários ao presidente: 73% e 65%, respectivamente.

O cientista político lembra que apesar do momento de baixa, a rejeição ao presidente não é irreversível. “Quem não votou nele continua rejeitando, mas quem votou, não”, diz Roman. A pesquisa mostra que 70% dos eleitores que votaram nele em 2018 continuam aprovando seu Governo. “Bolsonaro se elegeu com 57,7 milhões de votos. Mesmo com a perda de apoio de parte desses eleitores, ele continua forte”, explica.

Os ‘nem nem’ e Eduardo Leite

Segundo Roman, há 23% do eleitorado que não quer votar nem em Lula nem em Bolsonaro. É nesse espaço que seus adversários tentam construir uma terceira alternativa para o eleitor, por ora, sem sucesso. Na simulação com todos os potenciais candidatos, nenhum alcança dois dígitos nas preferências, até o momento. Não é uma tarefa fácil, explica o CEO da Atlas Político, pois seria necessário um nome que tirasse votos de ambos que têm um eleitorado já consolidado. Juntos, eles somam mais de 70% do eleitorado.“Esse é um espaço que não foi criado, e o potencial candidato precisa mostrar que as suas propostas são melhores que as de Lula e Bolsonaro”, avalia.

Roman vê no governador Eduardo Leite um potencial de crescimento capaz de criar essa alternativa. Seu nome foi testado na pesquisa da Atlas Político em maio, quando alcançou 1,1% das preferências. No início deste mês, Leite ficou no centro das atenções do país após uma entrevista ao jornalista Pedro Bial em que assumiu publicamente sua homossexualidade. Falou também da sua intenção de concorrer as prévias tucanas para ser candidato à presidência, distiaciando-se dos dois líderes nas pesquisas. Depois da exposição, foi entrevistado por jornais de todo o Brasil e seu nome ganhou mais força.

Na pesquisa desta sexta, ele aparece com 3,1% das preferências, logo atrás do governador João Doria, que tem 3,5%. “Ele é o fator novidade. Se ultrapassar o Doria, fica numa posição bem interessante para avançar, com chances do segundo turno”, opina Roman. “Aí, todo o jogo político seria reinventado”, completa.

Leite tem a vantagem de ser desconhecido (43% dos entrevistados não sabiam quem é ele) e portanto com rejeição menor que os outros nomes no páreo: 37% contra 62% de rejeição a Bolsonaro e 54% de Lula. Já o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, que está menos exposto ao público nos últimos meses, tem uma rejeição similar à de Lula e numa simulação de segundo turno seria derrotado por Bolsonaro. A um ano e três meses da próxima eleição, ainda é cedo para cravar qualquer resultado, especialmente num cenário em que se desenham cascas de banana com a campanha do presidente contra a urna eletrônica. A pesquisa da Atlas Político foi feita a partir entrevistas online com 2.884 pessoas levando em conta região, faixa etária, gênero e faixa de renda. As respostas são calibradas por um algoritmo de acordo com o perfil do eleitorado.

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Acre registrou recorde de frio de 9,5ºC em Assis Brasil e 10ºC no Parque Chandless

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O meteorologista Davi Friale afirmou em boletim desta sexta-feira, 30, que esse final de semana será de tempo firme, ensolarado e extremamente seco, mas que as noites estarão estreladas e frias. Segundo ele, até o próximo dia 8 de agosto, os dias estarão muito secos e as noites frias em todo o Acre, com extremos mais acentuadas em Rio Branco e em todo o vale do rio Acre.

Segundo Friale, neste domingo, 1, de agosto, uma nova massa de ar seco polar chega ao Acre, devido à intensa pressão atmosférica no oceano Atlântico Sul, que impulsiona ventos fortes para o interior do Brasil. “Assim, neste domingo, ocorrerão ventos fortes, cujas rajadas poderão passar de 50km/h, em alguns pontos do leste e do sul do Acre”, afirmou.

De acordo com meteorologista, nesta sexta, 30, foi registrado mais um recorde de frio no Acre, com temperatura de 9,5ºC, às 6h da manhã, em Assis Brasil (AC). Os dados são da estação meteorológica do SENAMHI (PERU), localizada muito próxima da cidade acreana, nas mesmas condições geográficas.

“Outro recorde de frio, no Acre, foi registrado no Parque Estadual do Chandless, com 10,0ºC, de acordo com a estação meteorológica do Instituto Nacional de Meteorologia, às 6h desta sexta-feira. Em Rio Branco, esta sexta-feira começou com apenas 12,8ºC, mas, ainda, não superou o recorde anterior de 11,5ºC, registrado no dia primeiro deste mês de julho. No entanto, as próximas noites, na capital acreana, deverão registrar temperaturas inferiores ao recorde anterior. Recorde, também, de baixa umidade relativa do ar, em Rio Branco, com 33%, registrado na tarde da última quinta-feira (29). Nos próximos dias, deverão ocorrer novos recordes de tempo seco no Acre”, explicou.

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Erick Venâncio diz que decisões do Supremo mostram que houve excessos na Lava Jato

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O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Seccional Acre, Erick Venâncio, afirmou que as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à Operação Lava Jato, mostram que houve excessos cometidos durante a operação, que culminou na prisão de políticos como Eduardo Cunha e o ex-presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva.

As declarações foram dadas ao Boa Conversa, exibido pelo ac24horas, na noite desta quinta-feira (29).

Na entrevista, Erick Venâncio afirmou que a Operação Lava Jato foi importante para o combate a corrupção, mas ressaltou que o combate deve ser feito dentro das regras do jogo, ou seja, dentro da Constituição Federal.

“Eu não tenho nenhuma dúvida, mas isso não sou eu que estou dizendo. O que nós tá mostrando esse excesso numa operação que foi importante para o combate à corrupção, o STF tem mostrado isso. Houve excesso sim e esses excessos não se dão só com réus, mas também na questão da OAB na questão das prerrogativas dos advogados. Você não pode fazer justiçamento, você tem que fazer justiça. Quando você proíbe o advogado de ter acesso aos autos de uma investigação, ter um momento com o cliente para estabelecer uma estratégia de defesa, não é assim que se faz justiça”, argumentou.

Em outro trecho, o presidente da OAB afirmou que os integrantes da operação utilizaram a imprensa para criar uma comoção nacional com o intuito de fabricar condenações a qualquer custo.

“O que nós vimos durante essa Operação foi a utilização de uma mobilização através da imprensa de se criar uma comoção nacional com aqueles casos graves de corrupção, que estavam sendo investigados, para você criar condenações a qualquer custo. As condenações que estão equivocadas vão ser revistas nas instâncias superiores, mas houve a utilização da imprensa manipulando de certo modo a sociedade, houve. É tanto que estamos vendo uma série de revisões de decisões. Eu acho que é possível você promover combate a corrupção dentro da Constituição sem ultrapassá-la, e eu espero que essa parte ruim da Operação Lava Jato sirva de exemplo para que a gente possa avançar dentro das regras do jogo”, salientou.

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Presidente da OAB Acre afirma que voto impresso é assunto para ser debatido pelo Congresso

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Em entrevista ao Boa Conversa, exibido pelo ac24horas, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Seccional Acre, Erick Venâncio, deu a sua opinião sobre o debate da implantação do voto impresso, pauta defendida pelo presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) e que vem causando debates no Congresso Nacional e rusgas com o Tribunal Superior Eleitoral.

O presidente da OAB Acre, Erick Venâncio, afirmou que a questão da implementação do voto impresso tem que ser debatida pelo Congresso Nacional, sem interferências de outras instituições.

“O que eu penso é uma questão que deva ser delegada pelo Congresso e eu acho que o Congresso tem que dar a última palavra em relação a isso. Eu não vejo problemas em se avançar na questão da segurança, mas isso tem que ser determinado pelos representantes do povo. É claro que é importante o debate, a sociedade tem que se manifestar do que pensar e mostrar caso não se sinta segura de participar de votação no formato atual, esse sistema deve evoluir, mas esse debate tem que ser travado pelo Congresso Nacional”, argumentou.

Em outro trecho, Erick afirmou que as trocas de farpas entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luis Roberto Barroso, sobre a implantação do voto impresso é ruim para a democracia brasileira.

“Esse bate-boca interinstitucional é ruim para a democracia. O debate tem que ser feito em alto nível, colocando os prós e contras, e o Congresso decide. A forma que essa discussão vem sendo feita é ruim para a democracia brasileira. Se houver vantagem no voto impresso que se implemente, mas o que eu acho inadequado é a forma que esse debate vem sendo feito”, salientou.

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